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Quem não se comunica se desorganiza: No tempo, No trabalho, No espaço

Comunicar é a solução.

As empresas devem primar pela excelência de gestão nas comunicações, principalmente endomarketing, estrategicamente.
Essa gravidade tão palpável incorporou o terror tsunami e às águas não desejam, magneticamente reformarem e tão pouco diluírem-se.
No tempo de concorrência global, de inovações a cada dia mais rápidas e de circulação das informações em velocidades assustadoras, o tele vizinho, grapevine, os paparazzis internos, a insensibilidade e incompetência na gestão, endurecimento afóbico contra o vigor novo dos “modificadores” adaptativos de melhorias, originam crises que podem ser fatais a organização, independente do tamanho.
Não é segredo que empresas motivadas estão constantemente atentas ao desenvolvimento das competências necessárias para assumirem os desafios das mudanças constantes que estão sujeitas, e nos momentos de crise: comunicar.
Essa construção participativa une-se precisamente: engajamento, competência e criatividade, do entendimento de que comunicação é investimento e não despesa.
Compreendendo claramente essa questão, as empresas de sucesso, possuem políticas estratégicas bem estruturadas de relacionamento com seus stackeholders. Não deixando o alinhamento prático compromissado, fortalecendo a imagem e reputação da mesma.
Toda a parte operacional técnica: recursos humanos (preparados), competentes, bem informados, éticos transparentes, com os objetivos estratégicos, superar esse desafio empresarial, o bom senso, bons manuais empresariais científicos de gestão, explanam a todo o momento o caminho: comunicação.
A palavra da moda: revitalização conquista de novos mercados, etc
Desempenho, reflexo econômico, toda empresa, nesse organismo vivo capitalista-financeiro, necessita montar seu guia de procedimentos emergenciais e tê-lo sempre a Mão.
Construir essa mentalidade, agilidade mais rápido do que o tempo real.
Só as soluções tecnológicas e suas ferramentas, não auxiliam o resgate doloso em suas rotinas empresariais-individuais ou coletivas, otimismo sempre no front. Pouco resulta altos investimentos na modernização arquitetônica e decorativa do ambiente, se a gestão deixar de considerar certos detalhes e aspectos observatórios, entre eles identificação de compatibilidade de objetos.
Ressaltando segundo (Rocha – Milta- consultoria organizacional e coach) enfatiza quando se faz bem a base pode-se construir com segurança, sabendo que a casa não cairá.
Os esforços produtivos devem concentrar-se na competência e inteligência ativa.
A única forma adequada de enfrentar esses gigantes desafios (atendimento, comunicação falha), é dar as costas aos fatores incontroláveis e concentrar nos fatores que podem e precisam ser controlados.
O vírus da crise está no ar planetário, mas essa sensação dificultadora de diversas cadeias produtivas, vacinadas e exterminadas por equilibradas doses diárias de: RIR (respeito, informação, responsabilidade); condições de trabalho e seus ambientes saudáveis, organização, valores éticos, indispensáveis e insubstituíveis (justiça, honestidade, prudência, amor, liberdade, responsabilidade, sinceridade), agregadas na cultura ética da empresa, psicodinâmica do trabalho atuante, imagem corporativa, boas práticas empresariais, maior funcionalidade dentro do SER – Responsabilidade Social Empresarial, RSC – Responsabilidade Social Corporativa, qualidade de vida e profissional equilibrada.
Ajustando a importância desses fundamentos, aliando-os a comunicação e cultura, sustentando o sistema sobrevivente da organização.
Mediar a força destrutiva que a personalidade e o comportamento, que já veio estruturado no ambiente familiar (por vezes desprovido de hábitos saudavéis sociais) condicionado, é o maior desafio aos profissionais de RH, vitalizar essas melhorias intercalando TODs, especializações, abrangendo além da dimensão legal, ética, econômice a filantrópica.
Os clientes, fornecedores, equipes administrativas, financeiro, marketing, estão cada vez mais exigentes e menos pacientes com erros desnecessários e a falta de educação e postura profissional.
A ética nas empresas, grupos sociais até mesmo círculo familiar passou de ser considerado mais um modismo, reengenharia, qualidade total, segurança, para um programa altamente necessário de implantação orgânica-funcional, mudar a meta para o bem comum, obtendo melhor desenvolvimento social e o respeito pelo ser humano, seu capital intelectual e a comunidade que cerca a empresa.
Portanto, os interesses e a dignidade dos consumidores, são passos iniciantes e simples.
Substituir – normas por regras, dono por gestor, serviçal/empregado por colaboradores ativos.
Fica impossível imaginarmos daqui em diante sociedades, suas organizações e comunidades passarem cegamente a parte dessas transformações. Não se comunica mais como há tempos atrás, em alguns locais nem mesmo a profissão dos carteiros estão resistindo a velocidade assustadora das redes sociais e seus intercâmbios operacionais, quanto as ferramentas tecnológicas atuais.
Estamos conectados é fato. Todas as decisões econômicas, políticas, filosóficas, culturais, suas análises, teorias, relações fazem nosso cotidiano integrar-se a nossa rotina, com a vantagem de caso desejarmos com um simples click, modificá-los, alterando padrões de uma estrutura estadista, elevar ou encurtar a vida útil de um produto recém lançado, oriundo de certeza, eficácia e análise ao que seja melhor e contínuo.
Retornamos ao início: boa comunicação é tudo para se manter hoje e o atendimento seja interno ou externo princípio básico mantenedor desse sistema.
A responsabilidade social, sustentabilidade e o capital humano nos faz retroceder para aprender o novo, ou aguardarmos a criação de um Departamento de Registro com cameras escondidas em espelhos, luminárias, lobotizando os individuos-proativos-gerando uma nação-comunidade interna como citado por George Orwell no livro 1984. Com horários, regras preestabelecidas coibindo a inteligência criativa funcional.

Carolina C Fonseca