ASSINATURA

   Assine Gratuitamente    

   DESTAQUE 

   Revista RHPortal Grátis 
   Guia de Fornecedores   
   Testes Auto-avaliações 
   Agenda e Cursos           
   Livros e Apostilas           
   Vídeos p/ Treinamento   
   Forum RH                       
   TOP 10 de Artigos         

    ARTIGOS 

   TOP 10 de Artigos         
   Carreira e Negócios      
   Liderança e Motivação  
   Mkt, Vendas e Atend.   
   Qualidade de Vida         
   Recrutamento Seleção 
   Relações Trabalhistas   
   Remuneração e Benef. 
   RH na Prática                
   Tendências e Tecnologia 
   Treinamento e Desenv. 

    CONTEÚDO

   Consulte um Especialista 
   Palestrantes                    
   Listas de Discussão        
   Enquetes                        
   Dicionário de RH             
   RH Notícias                     
   Relações de Trabalho     
   Cargos e Salários           
   Encargos Trabalhistas    
   Downloads                      
   Parceiros RH                   
   Links RH                          

    CURRÍCULOS 

   Incluir Currículo               
   Buscar Currículo               

    ENTRETENIMENTO 

   Sala de Bate Papo       
   Hora do Café               
   Cartões Virtuais          

    APRESENTAÇÃO 

   Quem Somos              
   Anuncie Aqui              
   Fale Conosco             
   Mapa do Site              
 

 

www.rhpro.com.br
Sistema de Identificação
de Perfil Profissional

 

Em Busca Da Informação Perdida

Selecionando e priorizando informações como instrumentos eficazes de gestão

 

Certa vez em uma viagem a um país europeu, aconteceu-me perder um objeto de estimação. Tratava-se de um cachimbo que me fora presenteado por pessoa de quem eu gosto muito. Aceso ou apagado o tal cachimbo me trazia as melhores lembranças.

 

Aborrecido com a perda, dirigi-me ao “concierge” do hotel:

  • “Por acaso os senhores aqui têm um departamento de achados e perdidos onde eu possa reclamar o extravio de um objeto pessoal?”

  • ”Não, isso cá não temos... “ Já ia eu desistindo e caminhando para o elevador quando a voz do “concierge” me fez voltar:

  • “O que nós aqui temos é um departamento de perdidos e achados, pois primeiro se perde e depois se acha, ora pois!”

Não recuperei o cachimbo, mas aprendi uma lição de lógica! Só se “acha” aquilo que foi previamente perdido. O que não se perdeu, pode, no máximo, ser fortuitamente “encontrado”, Mas não “achado”...

Discussões semânticas à parte, a Internet alterou os conceitos de busca,  de encontro e de “achamento”.

Por mais que, no início da busca a gente saiba o que está procurando, qual é a “informação pertinente”, bastam 5 minutos de ofertas de “links” para que qualquer um se perca. E dá vontade de criar na WEB um departamento de “perdidos e achados”, espécie de garantia de que se vai achar o que se busca. Ou lembrar do que se buscava...

Na Internet, se “navegar é preciso”, surfar não é preciso. Quem navega tem direção, quem surfa vai ao sabor das ondas...

No ambiente profissional extremamente competitivo em que trabalhamos e onde informação vale mais que dinheiro a WEB se afigura muitas vezes misteriosa como o mar oceano para os antigos navegantes.

O excesso confunde e faz sumir o que é raro e precioso. Qual a informação realmente valiosa e pertinente e como encontrá-la? Informação é poder, disso ninguém duvida, mas como selecioná-la?

Sistemas de seleção de informação e de “busca dirigida ”na Internet são a cada dia mais valorizados e procurados. Não importa simplesmente disponibilizar “informações”, mas disponibilizar a informação pertinente, valiosa. Aqui e agora, a decisão competitiva se faz hoje, “hic et nunc”.

E aí, a concorrência começa a se fazer na comparação de recursos e sistemas, perdendo de vista o objetivo lucro. Parte-se para a compra de informação. Sistemas de “data-base” para marketing ( “banco de dados” é mais barato...) e o CRM, essa prática de um relacionamento “pessoal” com os clientes? Está na crista da onda, como implantá-lo eficazmente para não ficar para trás? 

UM banco de dados abrangente, que permita um CRM capaz de fidelizar realmente os atuais clientes e atrair outros, que maravilha! Desde que fidelize e atraia. Importa o uso, não o valor “talismânico” da posse dos dados. Muita gente acha que a posse de bancos de dados completos e atuais vai, por si, significar uma gestão mais eficiente e a obtenção de melhores resultados, como se os sistemas de informação tivessem um valor mágico... Dispor da informação não vai fazer sua empresa lucrar, a não ser que você e seu pessoal saibam usá-la atrelando-a à lucratividade.

O único objetivo que não pode ser nunca esquecido e  no qual uma empresa não pode ficar para trás é a lucratividade. Participação de mercado sim, mas essa é uma condição da lucratividade. Tudo é uma condição da lucratividade e quando ela é, às vezes, sacrificada hoje, é para que volte mais forte amanhã!

A seleção da informação realmente relevante, começa no formular da pergunta: o que eu busco? A partir dessa definição do que se busca há que descartar a distração, a dispersão e manter firme o leme do navio!

A própria Web já oferece sistemas de triagem da informação: buscas por assunto, por conjuntos de palavras, sites específicos, assinaturas de informações selecionadas, etc.

Mesmo assim, antes de dar início a uma busca profissional na rede, é importante estabelecer um roteiro cuidadoso. Como para uma viagem de negócios: tempo, definição de objetivos, prioridades, resultado. Isso em se tratando de uma busca na WEB....Com tanto tempo sendo dedicado à navegação, como anda a utilização das antigas fontes “domésticas” de informação?

Que tal começar a busca dentro de casa, criando uma cultura da seleção da informação? (Será naturalmente aplicável na WEB, uma vez adquirido o hábito de determinação de objetivos, escalação de prIoridades e relevância.

Quais são as informações pertinentes que o fluxo operacional da minha empresa pode oferecer?

Relatórios gerenciais de vendas, relatórios do SAC (importante fonte de informações comumente negligenciada, há que treinar melhor o pessoal dos SAC’s), atas de reuniões (para que servem essas atas afinal e as próprias reuniões?), 

E o pessoal de produção, o que pode relatar? Meus vendedores, que estão em contato com clientes e concorrentes, o que informam? As convenções de vendas, são mera ocasião de confraternização, comunicação de metas e treinamento, ou as informações ali trocadas são validadas  servem como base para aprimorar a performance operacional?A minha empresa dispõe de um sistema eficaz para coletar, classificar e avaliar essas informações?

Se minha empresa dispõe de um site na Internet, quantos clientes o acessam, com que freqüência e o que dizem? Essas informações estão sendo analisadas e conduzindo a aplicações?

Costumo deixar questionários de satisfação para os clientes preencherem? Eles são bem concebidos e os resultados são analisados e aplicados?

Os relatórios da auditoria interna e externa, onde andam? E se eu criasse instrumentos eficazes de obtenção e direcionamento do fluxo de informações que já é gerado pelo dia a dia operacional da minha empresa?

Minha concorrência disponibiliza informações constantemente, o preço de seus produtos, os produtos mesmo, as práticas de promoção e propaganda, tenho levado tudo isso em conta em meus processos decisórios e de planejamento? A performance histórica tem sido analisada com critério e levada em conta no planejamento anual?

Além das informações que a própria atividade empresarial disponibiliza, é necessário levar em conta, pesquisando e selecionando, aquelas que nos são fornecidas pelas publicações, especializadas ou não.

Como anda a leitura de revistas e periódicos? Possuo um sistema de “clipping” eficiente? Meu tempo dedicado à leitura diária dos jornais e revistas é apropriado à obtenção das informações necessárias à análise eficaz do ambiente “macro” no qual minha empresa evolui?

E quanto aos livros, estou em dia com o que se apresenta de mais atual e eficaz em técnicas de gestão? É paradoxal a constatação de que, na época da abundância da informação, cada vez se lê menos. E que informações fundamentais, capazes de gerar resultados imediatos e facilmente acessíveis, estejam sendo negligenciadas por não serem transmitidas por um aparato tecnológico que “galmouriza” banco de dados e confere um caráter de “amuleto” para o sucesso a informações nem sempre relevantes...

Tudo bem que estejamos sendo, no dia a dia, bombardeados com um excesso de informação, mas se não soubermos lidar com a informação básica que nossa própria atividade empresarial nos fornece e que é sempre prioritária e relevante, estaremos praticando uma espécie de miopia empresarial, procurando enxergar o “longe” esquecendo de ver o “perto”.

E aí valerá a lição do “concierge”:  é preciso procurar primeiro o que se perdeu, para aí, então,  partir em busca de algo mais!

Carlos Alberto alvim

Consultor Sênior do Instituto MVC

 

 

 



 

 

 

Divulgue
Gratuitamente
Seu Evento, Curso
ou Treinamento

Divulgue
Gratuitamente
seus Produtos
ou Serviços

 

 

 

Cadastre-se  Revista RH Portal  Forum  Artigos  Fornecedores  Agenda  Links  Anuncie  Fale Conosco  
RH Portal - 2007  /   Todos os Direitos Reservados

O RH Portal é o maior portal brasileiro para profissionais de Recursos Humanos. São milhares de atigos para Gestores de RH: seleção e contratação de pessoas, Manager Online, Testes, Avaliações Comportamentais e Treinamentos, Currículos e material variado para Departamento de Pessoal. Útil para Head Hunter, Administradores, Psicólogos e Gerentes.