Uma
das frases mais ouvidas durante o mês de junho, - e certamente a maior lição
– alardeada por Galvão Bueno, pertence a Ronaldinho e foi dita durante uma
das fases mais difíceis do seu período de reabilitação: “Podem escrever:
o guerreiro foi ferido, mas não está morto”.
Eu adoraria que o conteúdo
desta afirmativa penetrasse na razão e na emoção de todos os atores desta
sofrida comunidade empresarial brasileira. Assim como o Fenômeno,
estamos em uma época aguda de sofrimento. O poder aquisitivo despenca, o
risco Brasil explode, o dólar dispara, a confiança se esvai. É neste
exato momento que temos a obrigação de visualizar e até sentir as milhares
de horas de esforço, solidão e dor que nosso Ronaldo passou. Mais de
centenas de noites sozinho, nos hospitais do mundo, horas a fio com o seu
incansável Filé ao lado, tentando recuperar o joelho doente. Tudo isto,
segundo ele mesmo, para voltar a sentir a alegria de jogar futebol. E, claro,
para nos encher de orgulho com este inestimável Pentacampeonato, incluindo a
artilharia do campeonato.
É neste exemplo de
perseverança e de esperança, otimismo, garra, comprometimento e paixão que
temos que nos espelhar. Porque o Brasil, como Ronaldo, tem estrutura de titã,
fundamentos de vencedor. Precisamos agora da capacidade de superação que
ele tanto esbanjou. Nós também somos guerreiros; agora feridos, amanhã
campeões.
Como
não podia deixar de ser, está incluído neste número um artigo de minha
autoria sobre a Excelência do Penta que denominei Efeito Felipão,
onde tento demonstrar lições gerenciais desta magnífica conquista.
Em outro artigo, Francisco Bittencourt aborda o tema Organização
do Trabalho, mostrando sua importância para a eficácia gerencial e a
qualidade de vida.
Na coluna Testes,
Denize Dutra nos pergunta: Você Sabe Lidar com os Conflitos? Faça
sua auto-análise e se posicione diante dessa importante competência.
Boa
leitura!