ASSINATURA

   Assine Gratuitamente    

   DESTAQUE 

   Revista RHPortal Grátis 
   Guia de Fornecedores   
   Testes Auto-avaliações 
   Agenda e Cursos           
   Livros e Apostilas           
   Vídeos p/ Treinamento   
   Forum RH                       
   TOP 10 de Artigos         

    ARTIGOS 

   TOP 10 de Artigos         
   Carreira e Negócios      
   Liderança e Motivação  
   Mkt, Vendas e Atend.   
   Qualidade de Vida         
   Recrutamento Seleção 
   Relações Trabalhistas   
   Remuneração e Benef. 
   RH na Prática                
   Tendências e Tecnologia 
   Treinamento e Desenv. 

    CONTEÚDO

   Consulte um Especialista 
   Palestrantes                    
   Listas de Discussão        
   Enquetes                        
   Dicionário de RH             
   RH Notícias                     
   Relações de Trabalho     
   Cargos e Salários           
   Encargos Trabalhistas    
   Downloads                      
   Parceiros RH                   
   Links RH                          

    CURRÍCULOS 

   Incluir Currículo               
   Buscar Currículo               

    ENTRETENIMENTO 

   Sala de Bate Papo       
   Hora do Café               
   Cartões Virtuais          

    APRESENTAÇÃO 

   Quem Somos              
   Anuncie Aqui              
   Fale Conosco             
   Mapa do Site              
 

 

www.rhpro.com.br
Sistema de Identificação
de Perfil Profissional

 

O GRANDE DITADOR

O GRANDE DITADOR 

Receitas para o sucesso empresarial há muitas, mas poucas fazem rir e menos ainda são dadas por artistas geniais de maneira simples e contagiante. Charles Chaplin é exceção. Traz conselhos úteis para o empresário moderno e desperta nossa sensibilidade para o infinito talento humano. Especificamente em O grande ditador (The Great Dictator, 1940), critica o nazismo e dá lições que servem para o executivo contemporâneo atingir seus objetivos.

1 – Criatividade. Basta lembrar da cena antológica em que o barbeiro interpretado por Chaplin faz a barba de um cliente ao ritmo da Dança húngara nº 5, de Brahms. Os geniais gestos precisos e harmônicos são o contraponto do ditador Hynkel, paródia de Hitler também interpretado pelo ator londrino, que toca o instrumento de maneira rígida, mecânica e insensível.

2 – Valorizar os sentimentos e as pessoas. Ao final do filme, o barbeiro ocupa o lugar do ditador e pronuncia um discurso em que condena a cobiça, o ódio e a tecnologia burra; ou seja, aquela que não produz benefícios para a sociedade, mas apenas privação. Em suma, seres sábios e sem bondade; ou reflexivos sem coração levariam a Humanidade ao fracasso.

3 – Linguagem não-verbal. Hynkel fala no filme um idioma desconhecido, mas eficiente. Na primeira vez em que aparece realiza um discurso em que entendemos o que quer dizer pelos gestos e olhares, pois os sons que produz são inteiramente desconhecidos. Em outra cena, a voz do ditador é ouvida no gueto judeu e, embora não entendamos o que diz, suas inflexões e modulações vêm marcadas de autoridade e autoritarismo.

4 – Capacidade de enfrentar dificuldades. Hynkel encontra, para uma reunião política, o ditador de Bactéria, Napaloni, uma crítica de Mussolini. O primeira tenta se sobrepor psicologicamente usando estratégias bem elaboradas: recebe o líder numa sala imensa e pomposa, senta-se atrás de uma grande mesa e opta por uma cadeira digna de um rei. Mas tudo dá errado. Napaloni entra por outro lugar, não se senta onde Hynkel espera e acaba intimidando em vez de ser intimado.

5 – Ter um ideal. O barbeiro sonha em viver ao lado de Hannah, uma órfã que mora no mesmo edifício onde está a sua barbearia. É nela que está pensando quando profere seu discurso final. Ela é a sua missão, seu objetivo e sua esperança de conseguir viver num mundo melhor. Seu discurso deixa isso claro e ela o ouve emocionada numa granja onde tenta fugir dos militarizados invasores liderados por Hynkel.

Curiosamente, Chaplin e Hitler nasceram no mesmo ano (1889), com apenas quatro dias de diferença. Mais fantástico ainda é ambos usarem um bigode semelhante, fator de que o humorista se valeu com muita propriedade. As semelhanças, porém, param aí. Em seu filme, o cineasta defende a democracia, a liberdade, a solidariedade e a igualdade. Além disso, dá lições que um empresário e – o que é mais importante – um ser humano de sucesso não pode desprezar. 

O autor Oscar D'Ambrosio é jornalista, pós-graduado pela ECA/USP , atua na Assessoria da UNESP, além de ser resenhista do Jornal da Tarde (SP) e Revista Problemas Brasileiros.
É co-autor de "Síndrome da Passividade" (Makron Books). odambros@reitoria.unesp.br

 

 



 

 

 

Divulgue
Gratuitamente
Seu Evento, Curso
ou Treinamento

Divulgue
Gratuitamente
seus Produtos
ou Serviços

 

 

 

Cadastre-se  Revista RH Portal  Forum  Artigos  Fornecedores  Agenda  Links  Anuncie  Fale Conosco  
RH Portal - 2007  /   Todos os Direitos Reservados

O RH Portal é o maior portal brasileiro para profissionais de Recursos Humanos. São milhares de atigos para Gestores de RH: seleção e contratação de pessoas, Manager Online, Testes, Avaliações Comportamentais e Treinamentos, Currículos e material variado para Departamento de Pessoal. Útil para Head Hunter, Administradores, Psicólogos e Gerentes.