O segredo é valorizar as pessoas
É
preciso mudar a forma de ver as pessoas para ser bem sucedido
Uma pesquisa recém realizada nos
EUA, com cerca de 1200 empresas de todos os portes e inúmeros segmentos de negócios,
mostrou qual a maior preocupação dos executivos para o futuro imediato: a atração
e retenção de talentos. Para quase 60% dos entrevistados, o ser humano
finalmente, e felizmente, ocupa o primeiro lugar no pensamento dos líderes.
" O mercado atual impele as
organizações para o enfoque no talento humano como estratégia, e não apenas
como mais um dado em relatórios de desempenho", a opinião é do
Vice-presidente de Mercado da Arquitetura Humana, Luiz Felippe de Abreu. As
empresas estão sendo pegas de surpresa, não porque não soubessem dessa
necessidade, mas porque não se prepararam devidamente para trabalhar com ela.
A Arquitetura Humana trabalha para
ajudar seus clientes na gestão estratégica de pessoas. Desde que foi criada,
em 1990, já atendeu mais de mil empresas de todos os portes, em mais de cinqüenta
diferentes segmentos de mercado, como a Renosa (Fabricante Coca-Cola), a Omni
Financeira ou a Mapfre Seguros e, mais recentemente, a NET, a maior operadora de
televisão por assinatura na América Latina.
Segundo Luiz Felippe, na maioria
das organizações ainda persiste um processo de identificação de talentos
baseado apenas no reconhecimento de competências técnicas, com pouca ou
nenhuma preocupação com o comportamento. Como se um diploma de graduação,
combinado a um MBA, fosse a senha para garantir que um talento será bem
aproveitado dentro da realidade empresarial.
Antes de qualquer processo de
identificação, atração e retenção de talentos, dentro e fora da organização,
é preciso direcionamento básico inicial. Para Luiz Felippe, ele começa pela
definição das expectativas da própria empresa com respeito as melhores
combinações de conhecimento e comportamento para seus cargos e funções.
Aí sim, é possível sair em
busca das pessoas certas. E garimpar talentos não significa esquecer de todos
aqueles que já estão dentro da organização, mas buscar dentro e fora e
construir o que Felippe chama de "inventário de talentos humanos",
formado pelas combinações de conhecimento e comportamento, que posteriormente
são cruzadas com as demandas descritas anteriormente.
A Arquitetura Humana faz isso e
muito bem: identifica talentos, define funções e cruza as informações,
formatando a arquitetura virtual de cargos e pessoas; treina e desenvolve,
inclusive através do coaching, os dirigentes e colaboradores da empresa; e
ainda presta consultoria na área de gestão estratégica de pessoas e de mudanças
dentro do ambiente empresarial.
O trabalho completo parte do princípio
de que é preciso fazer a inserção definitiva do planejamento de recursos
humanos no planejamento estratégico das organizações. Assim, será possível
valer-se dos talentos para projetar o futuro das organizações e seguir na direção
certa para o sucesso.
Material preparado pela MCK
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