A Melhor Razão Para Ser Top.
Agitados tempos estes nossos, não? Era da Informação, do Conhecimento, da Sabedoria, da globalização, da superação como condição sine qua non da sobrevivência profissional.
Está é sem dúvida, também a Era do Top.
Músicos esforçam-se para que suas canções estejam entre os “Top Ten Hits” da parada de sucessos; lindas jovens vivem seu sonho de estar na passarela, entre as top models. Produtos lutam para ser premium, ou seja, top. Marcas e empresas disputam o Top of Mind, privilegiado nicho da memória racional/emocional que as evoca em primeiro lugar em sua categoria.
Dentre todas as classes de profissionais que compõe esta imensa escola constituída pelo planetinha azul, encontramos uma categoria que merece especial atenção, pois vem ensinado há décadas, a todas as demais, a melhor razão para ser Top, a visionária e persistente categoria de Recursos Humanos.
Vejamos:
O Marketing, por exemplo, descobriu que não basta ser Top of Mind, é necessário possuir também o “Slice of Heart” (uma fatia no coração do cliente). Quem preconizou isso décadas antes: o RH!
A Administração descobriu o RH com Mayo (1880-1949), que inaugurou a Era das Relações Humanas nas empresas, preconizando a ênfase nas pessoas, a administração participativa e a produtividade como resultado de uma integração social. Posteriormente, com Peter Senge, em “Learning Organization”, ratifica-se conceitualmente que a maior virtude de uma empresa é sua capacidade de aprender e compartilhar agilmente o conhecimento, o que só é possível com a ênfase em pessoas, talentos humanos integrados em equipes.
Com a aceitação da Inteligência Emocional, pós-Goleman, o assunto ganhou status entre empresários que antes riam das vivências, dinâmicas de grupo e mensagens motivacionais, que não trabalhavam outra, senão a própria inteligência emocional.
Assim, encontramos profissionais de RH na vanguarda de todos os debates que constituíram o estado da arte na década seguinte. Curiosamente, outros setores da empresa estavam ocupados calculando curvas de custo marginal e break-even points, pensando que nossa função era organizar confraternizações e, quando muito, executar a logística de um treinamento que foi decidido por outros setores.
Portanto, sempre houve uma classe arrojada de profissionais TOP, que compreendeu mais cedo para onde as coisas caminhavam no mundo corporativo, e que como todos os que estão à frente do seu tempo, não foram compreendidos em sua época. Nada como o próprio tempo para aclarar as coisas.
O RH sempre foi e será composto por Humanistas de Negócios, que compreendem a importância dos resultados, o valor da estratégia, a necessidade de share, mas acima disto compreendem que empresas são compostas por pessoas, seres únicos, especiais, repletos de talentos e potencialidades, buscando sempre a essência de sua constituição: superar limites. Estes profissionais são TOP, porque suas causas, valores e princípios são nobres, objetivam resultados holísticos como conseqüência da evolução humana auto-motivada pela busca da realização pessoal e profissional.
Mais importante do que ser lembrado é a razão pela qual você é lembrado!
O profissional de RH é lembrado porque investe no aprimoramento e desenvolvimento humano, construindo a cada ação um mundo melhor!
E por sermos parte deste grupo de profissionais verdadeiramente TOP, estaremos juntos neste dia 11 de Dezembro, no Via Funchal, para o 5o Top Of Mind, celebrando o sucesso de empresas e profissionais que como você e eu, têm um compromisso existencial com a evolução das empresas, da sociedade, do planeta e, por que não dizer, do universo.
E esta é sem dúvida a melhor razão para ser Top!
Carlos Hilsdorf
marketing@carloshilsdorf.com.br
Autor e consultor de empresas, profundo pesquisador do comportamento humano.
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