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10 Dicas para “PERDER” Talentos Humanos

10 Dicas para se “PERDER” um talento humano, caso a empresa deseja imensamente perder talentos e ficar na procura de outros talentos:
1. Desmotivá-lo: Mostre que nada irá mudar, tudo sempre será a mesma coisa, que a tendência é só piorar;
2. Desvalorize-o: Todo o dia lembre-o que todo o esforço diário dele para executar um trabalho perfeito, não possui valor algum para a empresa. Às vezes, para o funcionário não esquecer, chame a atenção dele com grosserias e culpando-o sem ao menos dar-lhe uma chance de alguma explicação;
3. Pagar um salário, mas fazer com que o funcionário execute funções variadas e exigir ótimo desempenho nas funções, exemplo: o funcionário foi contratado para trabalhar com depto pessoal, mas colocam ele numa mesa estratégica onde ele irá desenvolver as funções de recepcionista e telefonista, além da função real para que foi contratada;
4. “““ “““ Não abra brecha alguma para o funcionário sentir liberdade de reclamar ou pedir ajuda nas funções que lhe forem atribuídas, pense sempre da seguinte forma:” o funcionário que se dane, não está bom, peça demissão”;
5. Mostre que o fofoqueiro tem um papel importante dentro da empresa, pois o fofoqueiro não possui valores éticos e zela pela desvalorização do capital humano, porque a fofoca dificilmente tem um escopo construtivo, educativo e faz com que a confiança seja abalada;
6. Deixe bem claro que o funcionário não tem nenhuma credibilidade dentro da empresa;
7. Mantenham um ambiente de trabalho amargo, pesado e tenso;
8. Não valorize o espírito de cooperação;
9. Faça com que o funcionário vítima de fofocas saiba o mais rápido possível que os colegas de trabalho estão comentando negativamente sobre ele, pois com isso a produção do funcionário que está sendo a vítima, irá despencar;
10. Quando o líder consegue identificar o foco da fofoca, tomando o máximo do cuidado para que todos tomem o conhecimento do boato, com isso, possibilita aferir os piores resultados.
A oportunidade de perder talentos humanos, desvalorizar a cooperação e desestimular a proeminência do companheirismo, não é tão fácil, é um caminho árduo e exige muito esforço das empresas.

Cristiane Oliveira

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