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5 passos para sair do vermelho e quitar suas dívidas

A dívida é um dos fatores que mais tira o sono do brasileiro, enquanto outros vivem no cheque especial ou presos ao ciclo do cartão de crédito. Como ter uma vida financeira saudável?

Muitas vezes, contraímos empréstimos ou parcelamos um alto valor em financiamentos ou até mesmo no cartão de crédito para conquistarmos um sonho. E é comum, boa parte dos brasileiros possuírem dívida média de 10 a 30 vezes sua renda anual. Isso porque muitos acabam se endividando no momento de conquistar o sonho da casa própria e, então, acabam por não conseguir mais honrar seus pagamentos diante desse caos financeiro que se instituiu após uma crise, a qual podemos mencionar, por exemplo, a falência de um negócio próprio, a queda abrupta do número de clientes, uma demissão repentina ou até mesmo uma redução na renda ou término de uma renda extra que auxiliava nas contas de casa.

Não importa qual seja o seu caso. Se está com o nome sujo, se está apenas no cheque especial, se está sujeito a perder sua casa, se tem riscos de ter que decretar falência, enfim, todos estamos sujeitos a entrar em dívida por incompatibilidade da realidade com o planejado. Porém, a forma como lidamos com a dívida ou o desequilíbrio financeiro irá determinar nossa tranquilidade e resolução deste problema.

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Para exemplificar isso, deixo aqui o exemplo de um dos maiores empresários que conhecemos na atualidade: Walt Disney. O mega empresário faliu duas vezes antes de criar a Disney. E a Disney só foi criada por que Disney faliu duas vezes. Sem a falência, a Disney não teria como ter existido, pois foram as decorrências da falência que acarretaram a criação de seu personagem inicial e principal: o Mickey. Para quem quiser compreender melhor essa história indico assistir o filme Walt, antes do Mickey, disponível no Netflix, Google Play e Apple Store.

A diferença é que Disney não se colocou em um papel de vítima, nem desistiu, nem culpou Deus e o mundo por sua infelicidade. Ao invés disso ele aprendeu com os erros, com o que a Vida trouxe à ele e seguiu em frente.

Para podermos compreender como não cairmos em desespero, negligência, desesperança, frustração, indignação, culpa, autoculpa ou qualquer outro sentimento negativo por causa de uma dívida, é necessário investigarmos como a Realidade se manifesta.

Quatro Realidades Reveladoras

A primeira realidade a ser encarada é que a culpa da dívida ou do problema financeiro não deve ser colocada no externo. A responsabilidade é sempre nossa. Isso não significa que devamos nos culpar, porque cair em autoculpa, não resolve o problema, mas o piora. Assim como somos responsáveis por gastarmos mais do que a vida nos está entregando, também somos responsáveis por resolver isso da melhor forma possível.

A segunda realidade é que, da mesma forma que você é responsável pelo que acontece em sua vida você não é o quebra-cabeça. Quando nos imbuímos de orgulho e acreditamos sermos os únicos responsáveis pelas nossas conquistas, nos colocamos em um risco intrínseco de que, se falharmos, a culpa também é nossa, e caímos em vergonha e medo. Esse é o perigo do orgulho, da arrogância e da soberba, achar que é o único merecedor de suas conquistas. Somos uma peça importante do quebra-cabeça, que sem nós, não é possível ver o cenário montado por completo. Mas não somos o quebra-cabeça. A responsabilidade é sua de montar o quebra cabeça por completo, mas a vida entrega as peças no tempo dela. Aprenda com o ritmo da vida e flua com ele ao invés de resistir. Pois sua resistência irá fazer você sofrer e, de qualquer forma, você não terá o poder para acelerar a sincronia que a vida reserva para cada um de nós em uma interconexão perfeita entre mais de 7 bilhões de outras peças do mesmo quebra-cabeça.

A terceira realidade é de que você não é seus bens materiais e tampouco ‘precisa’ deles. Tê-los é uma escolha. É um conforto. É um mimo. Mas antes de tê-los, você vivia, não? Então nada é preciso para continuar vivendo, a não ser respirar. É necessário quebrar seus apegos e crenças ao material. Sua autoestima e seu poder vêm de seu interior e não daquilo que você mostra aos outros que possui. O poder da mudança está no Ser e não no Ter. O que não significa não-possuir, mas para se restabelecer financeiramente deve-se encarar a verdade interior de trocar o ‘preciso’, que gera apego, pelo ‘prefiro’, que desperta aceitação. Preferir é “gostaria que fosse assim, mas se não for, tudo bem”. Existe permissão, existe paz intrínseca, existe humildade e existe desapego. Isso também não significa que você será negligente com aquilo que você quer. Você continuará dando o seu melhor a cada instante, porém, sabendo da realidade de que é uma peça do quebra-cabeça e não o quebra-cabeça.

Encarando e aceitando essas três realidades autoevidentes, passamos para uma quarta Verdade a qual conseguimos começar a mudar nossa situação realmente, não como um tratamento temporário, mas como uma cura real. A mudança só é possível depois da aceitação. Quando rendemos de resistir à realidade, podemos, então, nos permitir e pedir permissão para mudarmos a nós mesmos. A mudança real vem depois da rendição à resistência. Portanto, aceitar a condição financeira atual, mesmo que pareça vergonhoso ou desesperador, na verdade só será isso mesmo se você acreditar nisso. Se colocar sua fé no seu potencial de mudança e na humildade de aceitar o ritmo da vida, a abundância virá no tempo certo para uma mudança efetiva. Para isso, é necessário se desafiar a mudar alguns padrões de seu etilo de vida.

Como sair do vermelho e quitar suas dívidas

Será necessário retrair custos e ser criativo para sair do vermelho e quitar cada dívida. Desapegar e permitir que a energia de dar e receber fluam. Existem alguns preceitos básicos que precisam ser realizados com determinação e fé. Fazer com dúvida, ceticismo, medo ou indignação, não trará o resultado. Pois o resultado é atraído pelo Ser e não pelo fazer. A intenção pura de evolução por trás do desejo e apego ao resultado é que atrai realmente o resultado. Então deixe que o resultado seja entregue pela sincronia da vida. Concentre-se em seu novo estilo de vida e dar o seu melhor.

ica 1: Troque preciso por prefiro – Para começar a desapegar de supérfluos e encarar a realidade da não-necessidade, crie uma lista detalhada de tudo que você acredita que precisa, daquilo que já tem e do que não tem, escrevendo sempre o ‘preciso’ na frente. Por exemplo, ‘preciso de um carro’, ‘preciso de seguro’, ‘preciso de uma geladeira’, e assim por diante. Ao finalizar essa lista, melhor se ela ficar imensa, comece a escrever os mesmos itens, agora com ‘não preciso’. ‘Não preciso de um carro’, ‘não preciso de seguro’, ‘não preciso de uma geladeira’, etc. Por fim, observe a lista e a realidade de que não precisa de nada disso para continuar vivendo e ser feliz. Veja realmente o que você quer ou prefere, e também aquilo que realmente não precisa e você estava apegado, tanto do que você tem como do que você não tem. Aquilo que quiser manter em sua vida ou criar uma meta para alcançar, reescreva em uma nova lista como ‘eu prefiro ter…’, ‘eu prefiro fazer…’.

Dica 2: Doe, Venda e Honre – Para permitir que a fluidez da abundância chegue a você, inicie um processo de desapego e merecimento. Primeiramente, o dinheiro não vem a você porque você acumula e restringe os outros de receberem o que merecem pelos seus serviços ou produtos que já adquiriu deles. Portanto, deixe o fluxo de dar e receber fluir.

– Doe tudo que está encostado a mais de 3 meses sem usar, a não ser que seja sazonal e você irá utilizar no próximo ciclo (por exemplo, roupas de estação).

– Venda os bens materiais que você viu na sua lista acima que realmente você não precisa e tem valor intrínseco. Hoje em dia é muito fácil se desfazer. Como é algo parado, veja um valor abaixo do mercado anunciado em Mercado Livre, OLX, Bom Negócio, Estante Virtual, Zap, entre outros sites de compra e venda de pessoa física e monetize o que está sendo desvalorizado tanto energeticamente por estar parado como fisicamente por estar perdendo valor por degradação.

– Honre suas dívidas como prioridade máxima. Se você deve, não se envergonhe, mas seja humilde e honrado para pagar e deixar de prejudicar seus credores, fornecedores, parceiros, bancos, familiares, entre outros. Priorize quitar cada dívida!

Dica 3: Corte supérfluos e reduza custos – Deixe de comprar supérfluos e acumular coisas ‘baratinhas’. Esses são os principais ralos monetários. Procure uma operadora de telefonia ou plano mais barato, reduza o valor do seguro, do convênio, procure um mercado mais barato, compre marcas mais baratas, coloque as crianças em um colégio público temporariamente, faça transferência para uma faculdade menos custosa, venda seu carro e compre um mais barato ou opte por transporte público, mude de casa para pagar um aluguel menos caro, diminua a alimentação fora, opte por viajar para casas de parentes ao invés de hotéis, pegue carona ao invés de ir com transporte próprio, deixe de pagar academia e faça exercícios em casa ou na rua ou no parque, corte cinemas e opte por Netflix, faça festas em casa ao invés de ir a bares e baladas. Ou seja, existem infinitas maneiras de economizar. Só fica no vermelho quem quer continuar no vermelho! A dívida é mantida por apego à mordomias. Mesmo que a mudança demore a acontecer e a conta demore a ficar no azul, persista e se determine. Se estiver sem renda, enquanto procura seu emprego ideal, inscreva-se para trabalhar no Uber, aceite um emprego temporário de telemarketing, dê aulas daquilo que sabe fazer bem, venda coisas usadas pela internet, trabalhe de garçom, não importa o que você faça, nada que seja honesto é vergonhoso. A maior vergonha vem de desistir de evoluir e reclamar da vida.

Dica 4: Controle seus gastos – Crie o hábito de anotar TUDO que você gasta em uma planilha. TUDO. Até mesmo os centavos. Isso será desconfortável no início e você provavelmente tenha bastante resistência em fazê-lo, porém te dará clareza sobre suas intenções. E os resultados só acontecem quando temos intenções claras e bem definidas. Além disso você terá compreensão de como você se comporta e, desta forma, poderá mudar seus hábitos impulsivos e desconstrutivos. A dívida cresce ainda mais quando não temos consciência de como estamos usando nosso dinheiro. Faça uma planilha no Excel, no Google Planilhas, na caderneta, em uma agenda, mas tenha clareza de quanto gastou e faça comparativos em gráficos ou porcentagens entre um mês e outro, para saber onde está o ponto ideal. Vale a pena sempre refletir “há pouco pasto para alimentar as ovelhas ou há muita ovelha para o que o pasto oferece?”.

Dica 5: Determine-se a se desafiar constantemente – Mudar padrões só pode ser realizado com prática vivencial, experiencial e diária. A dívida também é um padrão. Desafie-se a ousar fazer diferente, a quebrar seus padrões, a realizar o que é necessário para te tirar dessa situação de desconforto. Teste. Experimente. Não tenha medo de errar. Encare os julgamentos internos e externos com tranquilidade e destemor. Encoraje-se a inovar e ser criativo. Limite-se temporariamente. Troque a escravidão do consumo impulsivo pela liberdade de buscar construções de médio e longo prazo. Seja feliz.

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Cumprindo esses cinco passos com determinação, fé e disciplina, você verá que a vida mudará para você e começará a te acolher de uma maneira diferente. Não desista de si e nem das oportunidades que a vida te traz. Enfrente as provações e agradeça os aprendizados. Confie!

Assista também um vídeo com 3 dicas para melhorar seu financeiro AGORA:

Boas práticas.

Por: Pandora Treinamentos

A Pandora é uma empresa de treinamentos que inspira as pessoas a encontrarem a sua essência e despertarem o máximo de seu potencial. Fazemos isso guiando cada indivíduo a se desafiar constantemente para evoluir de forma consciente. Dessa forma, oferecemos treinamentos de alta performance que harmonizam e expandem os resultados de pessoas e organizações em todas as áreas.

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