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A COMUNICAÇÃO NO AMBIENTE DE TRABALHO

comunicação no ambiente de trabalho

“Historicamente a comunicação é o meio excelente de conduzir as informações e obter desenvolvimento, tanto no âmbito profissional, quanto na vida particular” (ESTENDER et al, 2015). O presente trabalho desenvolvido tem por finalidade proporcionar uma análise e posteriormente uma breve reflexão acerca da comunicação. Sabendo das inúmeras importâncias que a presença deste comportamento tem para a construção e transformação do homem e dos ambientes em que ele se encontra, torna-se necessário discuti-la dentro das organizações de trabalho, para que se possa promovê-la de forma favorável para os colaboradores e para a própria organização.

Assim sendo, os objetivos dessa análise são construídos em três etapas, sendo a primeira: buscar compreender o que é a comunicação. A segunda se relaciona com: a comunicação nos ambientes internos das organizações de trabalho. E a terceira etapa por sua vez, objetiva-se por: compreender a importância da comunicação no trabalho e na vida dos seres humanos. A comunicação e um dos meios de sobrevivência dos seres humanos, e promovê-la é extremamente importante para o desenvolvimento e adaptação do homem no ambiente e, para as ocorrências das transformações nas relações de trabalho.

Palavras chaves: Ambiente de Trabalho, Comunicação, Comunicação interna, Comunicação no ambiente de trabalho.

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A COMUNICAÇÃO

Embora aparenta ser algo simples, a comunicação não se tem um único significado. Segundo o dicionário, pode ser entendido como comunicação a: “ação ou efeito de comunicar, de transmitir ou receber ideias, conhecimento, mensagens etc., buscando compartilhar informações” (COMUNICAÇÃO, 2021).

A comunicação é um comportamento onde ocorre a troca dos conhecimentos “informações” e percepções, que podem acontecer entre dois ou mais indivíduos, objetivando-se o agregamento e a distribuição de novos saberes. A comunicação pode ser compreendida como um “dom” na qual permite que o homem se relacione com o mundo e com outros indivíduos, tornando-se um homem social, criador e transformador. Permitindo-lhe a construção do pensamento crítico para que ocorra as modificações do seu ambiente (BORDENAVE, 2017).

Lane (2012), a comunicação é a interação e/ ou relação que se dá entre homem – ambiente e homem – homem, podendo ser apresentada de diferentes formas, dentre elas o comportamento verbal, que é emitido por um indivíduo e percebido por outro, possibilitando mudanças de si próprio e do outro.

Além disso, a comunicação também pode ser entendida como uma “arte” que o homem desenvolveu com o passar do tempo, para expressar e trocar informações com outros seres vivos, podendo ocorrer por meio da linguagem, gestos, expressões faciais, dentre outros comportamentos (TAVARES e BOCATO, 2016).

Percebe-se que não existe um consenso na definição da comunicação, no entanto, concorda-se que o comportamento de comunicação ocorre no ambiente entre os homens (animal) por diferentes meios e, sempre objetivando a troca de informações, o desenvolvimento das suas relações e a evolução da espécie.

Sendo emitida por diferentes modelos, a comunicação se dá por meio das percepções, não podendo ser resumida apenas aos comportamentos de som da fala. Desse modo, a comunicação acontece por diversos comportamentos, desde a escrita e desenhos até as expressões faciais (BOCK, FURTADO e TEIXEIRA, 2008). Haja visto que, por meio das expressões faciais os indivíduos também conseguem compreender o que um outro indivíduo quer comunicar, possibilitando a troca de informações.

Para Bordenave (2017), A comunicação se encontra presente em diversos locais e momentos (onde o homem está presente) e pode ser
apresentada/ manifestada de múltiplas maneiras a depender da ocasião e da cultura social. Ela por si só é incapaz de existir, assim como o homem não teria se desenvolvido tanto e com tamanha eficiência e rapidez sem a comunicação.

Dessa forma, homem e comunicação são fatores inseparáveis e juntos constroem o ambiente e a sociedade. A comunicação não pode ser compreendida apenas como a emissão de um comportamento, mas, sim como um processo histórico enfrentado pelo homem ao longo do seu desenvolvimento biopsicossocial, tendo como consequência sua junção aos seres humanos. No processo evolutivo, o homem desenvolve e transforma a comunicação e, a comunicação por sua fez modifica o comportamento do homem (ESTENDER et al, 2015).

Sendo um processo de evolução e de modificações, o mundo e as relações sociais são mantidos por meio da comunicação na qual ocorre entre os homens. Sem a comunicação o homem e o mundo não existiriam, tão pouco as suas relações sociais e o trabalho (RIBEIRO, 2008).

Nota-se que, a partir da sua criação a comunicação tem acompanhado o homem, sendo um processo e uma ferramenta fundamental para as transformações que ocorrem por meio da ação de trabalho. Comunicação e homem permanecem unidos no processo evolutivo.

Ainda em relação a comunicação, para Skinner, o comportamento verbal é o que diferencia o homem dos demais animais, e se não fosse esse comportamento a ciências não seria capaz de distinguir o homem dos outros animais. Desse modo pode-se dizer que, o comportamento verbal/ comunicação, é a capacidade que o homem desenvolveu de verbalizar, transmitir, perceber e receber ideias, lhe torna um ser produtor e transformador (PASSOS, 2007).

Observa-se que Passos (2007), quanto Lane (2012), cita a comunicação como um comportamento verbal, sem defini-lo apenas como um comportamento que emite sons pela fala, e sim um comportamento entre individuo emissor e individuo receptor, acarretando as trocas e as construções.

Para melhor compreensão observa-se ao exemplo: nota-se que um animal como o cachorro, não é capaz de construir sua casinha e de produzir seu próprio alimento, ele necessita de um humano para tais ações. Já o homem, por meio da comunicação consegue transmitir seus saberes adquiridos para os demais, tornando possível a construção, reforma e ampliação de seus lares e a produção do seu alimento e do alimento dos animais (cachorro). Desse modo, por meio da comunicação o homem se tornou/ é um Ser criador e transformador, capaz de construir e modificar o ambiente ao longo de sua existência (PASSOS, 2007; LANE, 2012).

Ainda segundo Bordenave (2017), não se sabe ao certo quando os homens começaram a comunicar-se e, se seu início foi por meio de sons imitando os animais e a natureza ou por meio de gesticulação, podendo utilizar seu próprio corpo (sons emitidos quando se batem as mãos, os pés e da própria boca) e os recursos da natureza, como bater uma pedra na outra.

Entretanto para Lane (2012), a linguagem, um meio de comunicação do homem, que teve seu surgimento a partir da necessidade que ao longo do tempo ele sentiu de transformar o ambiente e os seus recursos ao seu próprio benefício. Ou seja, para a sobrevivência da sua espécie e para a realização das atividades de trabalho o homem precisou desenvolver a comunicação (verbal e não verbal), para então delimitar seu espaço, planejar e dividir suas atividades de trabalhos.

A linguagem permitiu ao homem a transformação do ambiente e do trabalho, que resultou na sobrevivência e no desenvolvimento de seu grupo.

COMUNICAÇÃO NO AMBIENTE DE TRABALHO

A comunicação para se torna uma comunicação organizacional necessita de alguma forma, seja ela mais ampla ou mais breve, em algum momento envolve a empresa ou equipe de trabalho. Em outras palavras pode-se dizer que, a comunicação organizacional não tem o seu espaço limitado apenas dentro da empresa, ela pode ocorrer em outros diversos ambientes, desde que a empresa/ organização seja de alguma maneira citada na comunicação (BALDISSERA, 2009).

A comunicação organizacional, segundo Ribeiro (2008), independente se apresentada por meio da fala, da escrita ou dos gestos (a depender do modeloque a empresa utiliza), tem por finalidade promover a interação entre os indivíduos e a organização de trabalho, familiarizando-o com o ambiente organizacional.

Em relação a comunicação dentro da organização de trabalho/empresas, ela é extremamente importante para que os colaboradores conheçam as políticas e as culturas organizacionais e, ao mesmo tempo se tem por finalidade que os clientes externos (público) tenha consciência da empresa, podendo interagir com a mesma (CURVELLO, 2012; ESTENDER et al, 2015).

E por meio da comunicação que se torna possível avaliar a organização em suas mais simples e complexos demandas de atividades e relacionamentos, sejam eles administrativos, operacionais e grupais, assim como as tomadas de decisões. Além, de ser fundamental para que se conheça a cultura e o funcionamento da empresa e das equipes que á formam (CURVELLO, 2012).

De acordo com Hall (1994, p. 215 apud CURVELLO, 2012, p. 13).
A “cultura é comunicação e comunicação é cultura”. Entende-se então que, a comunicação se encontra dentro da cultura
organizacional, assim como a cultura é formada e mantida por meio do processo de comunicação. Comunicação e cultura são dois elementos indissociáveis dentro de uma organização de trabalho, da mesmo forma que homem e comunicação.

Embora a comunicação e a cultura organizacional estejam interligadas e devem caminhar juntas, Curvelo (2012), traz críticas em relação aos estudos e pesquisas atuais. Para o autor, tais estudos não fazem a junção desses dois elementos, o que acaba por muitas vezes valorizando apenas um e deixando o outro de lado. A dicotomia realizada entre cultura e comunicação em nada contribui para o crescimento e a valorização da comunicação interna dentro das equipes de trabalho.

Segundo Baldissera (2009), é por meio da comunicação que as culturas organizacionais são mantidas e modificadas. A desvalorização e falta de comunicação ou até mesmo a comunicação errônea, pode acarretar para a equipe ou para toda a organização de trabalho alguns resultados não almejados em relação a qualidade e produtividade, podendo modificar negativamente os
planos/ planejamentos já realizados.

De modo geral, a comunicação organizacional deve ocorrer de forma clara, objetiva e diretiva para o público-alvo; sempre alinhada com a cultura (missão, visão e valores), para que assim a organização possa ter alcance dos seus objetivos iniciais (ESTENDER et al, 2015)

Vigneron (2000) diz que, a criação e a promoção de política de comunicação organizacional devem partir da diretoria/ gestão, pois o tipo e o meio de comunicação que a organização utiliza é definida a partir da cultura organizacional e dos seus objetivos.

Além disso, a comunicação tem um papel fundamental no processo de desenvolvimento organizacional, porém, para que a comunicação ocorra e atinja todos os colaboradores, cabe aos altos cargos (gestão) criarem e promoverem a comunicação interna dentro de suas equipes e externas (BALDISSERA, 2009).

Para Vieira (2004), no ambiente de trabalho a comunicação possibilita mudanças significativas, mas para que as transformações ocorram não basta que a comunicação organizacional seja promovida, a organização/ empresa deve estar disposta a ouvir o que seus colaboradores e clientes tem a dizer. Ou seja, a organização tem que estar aberta para receber, analisar, responder e
promover as sugestões e críticas dos seus colaboradores e clientes.

A comunicação além de proporcionar o conhecimento e a propagação das políticas e culturas organizacionais, tem como intuito, utilizá-la como estratégia de mercado para promoção da competitividade. Por meio da comunicação as empresas conseguem atingir seu público-alvo e apresentar seus produtos e/ou serviços. Além de proporcionar a seus colaboradores a interação e mantê-los atualizados dos acontecimentos (ESTENDER et al, 2015; VIEIRA, 2004).

Segundo Estender et al, (2015), a comunicação e os seus meios: rede sociais, jornais, e-mails etc. utilizados pelas organizações nos últimos anos, tem se tornado um dos principais alvos de investimentos realizados pelas empresas.

Confirmando-se que as empresas estão conscientes de que por meio da comunicação se proporciona o conhecimento, fortalecendo a competitividade entre as concorrentes e a confiança de seus clientes.

Percebe-se que, os modelos e tipos de comunicação no qual cada organização utiliza no seu dia a dia para promover a interação entre clientes-colaborador-empresa se diferencia a depender da cultura organizacional. Ainda em relação a comunicação no ambiente de trabalho, ela pode ser de modo “interna e externa” (RIBEIRO, 2008, p. 31).

Comunicação Interna no ambiente de trabalho

A comunicação interna pode ser compreendida como uma ferramenta formada por múltiplas atividades na qual a organização propõe, com a finalidade de promover a interação entre empresa e colaboradores, possibilitando a propagação de forma segura e fidedigna das informações (CURVELLO, 2012).

Ainda, a comunicação interna é uma construção de diálogo utilizado entre colaboradores e empresa, possibilitando que ambas as partes se conheçam e troquem informações. Nesse viés, empresa e colaboradores se mantém atualizados nos mais diversos contextos (CURVELLO, 2012).

Tem seu início dentro da organização e se mantém no seu interior, com a finalidade de fazer circular/ repassar as informações em busca de orientação, compreensão e possibilidades de melhorias (RIBEIRO, 2008).

Para Vigneron (2000), a comunicação interna pode ser definida como todo tipo de acontecimento dentro da organização, na qual pode ser benéfica ou não benéfica nas interações (relacionamento) entre gestão e colaboradores, colaboradores e equipes ou entre a própria gestão.

Segundo Estender et al, (2015), a comunicação interna tem como um dos seus objetivos fazer com que ocorro modificação nos comportamentos. A comunicação interna no ambiente organizacional é extremamente importante, uma vez que, ele proporciona aos colaboradores conhecimento dos seus comportamentos e, a partir dessa consciência se torna possível a promoção da modificação, acarretando benefícios para as duas partes, empresa e colaborador.

A comunicação interna utilizada pela organização/ gestão se torna importante para a construção da comunicação externa e do reconhecimento social. É por meio da comunicação que a organização mantém como seus colaboradores, que eles vão citá-la no ambiente externo (MELO, 2006).

Portanto, a comunicação interna possibilita ao público de modo geral (colaboradores e clientes) o conhecimento da cultura organizacional e o funcionamento das equipes e da gestão, promovendo o desenvolvimento, a qualidade de vida e de serviços (ESTENDER, et al, 2015).

Comunicação externa no ambiente de trabalho

A comunicação externa é definida por Ribeiro (2008), como um modelo na qual a organização utiliza para se comunicar com o público externo, podendo ser seus clientes, fornecedores, concorrentes e toda a sociedade. Tem por finalidade assegurar e crescer a visibilidade da organização, além de reforçar a transmissão de confiança e responsabilidade para com seus clientes.

Percebe-se que deferente da comunicação interna, a comunicação externa é mais voltada para um público-alvo. Tendo como objetivo a divulgação de sua marca, produtos e serviços, possibilitando sua força na competitividade, mantendo-se crescente no mercado.

CONCLUSÃO

Conclui-se que, a comunicação é o meio de evolução do homem mais rico e abrangente que já ocorreu no decorrer do desenvolvimento de sua espécie. Por meio da comunicação o homem consegue diferenciar-se de outras espécies, colocando-se como um ser superior e dominador no mundo.

O desenvolvimento da comunicação, possibilitou ao homem chegar na atualidade com as inúmeras transformações e avanços sem que houvesse restrição do conhecimento. Ou seja, por meio da comunicação o homem conseguiu e consegue repassar seus conhecimentos para todas as gerações, possibilitando as transformações em todo o ambiente e tendo como consequência seu próprio desenvolvimento.

A comunicação ou comportamento verbal sempre vai ocorrer de múltiplas maneiras, sendo influenciado pelo ambiente onde está ocorrendo.Entretanto, esse comportamento sempre vai ocorrer entre dois ou mais indivíduos, tendo dois lados, um transmissor e o outro receptor. Ambos com os mesmos objetivos, transmitir e agregar informações.

Nas organizações de trabalho as transformações ocorrem diariamente, por meio da comunicação. A comunicação organizacional consegue transmitir para seus colaboradores e para seus clientes, fornecedores etc. seus objetivos e o caminho percorrido para alcançá-los, colocando-os como “peças” indispensáveis para que a organização continue a se desenvolver no mercado.

Justamente por isso, é de extrema importância que se ter a comunicação fluída no ambiente organizacional possibilita o fortalecimento das políticas e da cultura organizacional, proporcionando a seus colaboradores e ao público uma relação de conhecimento. Criando vínculos de confiança, haja visto que uma empresa que não se comunica com o público também não é reconhecida por ele.

A comunicação por sua vez, se encontra no homem e nos seus comportamentos, tornando-o um ser ativo e criador. Produtor e transformador. Com tudo, a importância da comunicação se dá nas mudanças que ela possibilita para o homem, para as ações de trabalho, para sua história, sua relação e para o ambiente.

REFERÊNCIAS

BALDISSERA, Rudimar. Comunicação organizacional na perspectiva da complexidade. Organicom, v. 6, edição especial, n° 10/11, pg. 115 – 120, São Paulo, 2009.
BOOK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14° ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
BORDENAVE, Juan E. Díaz. O que é Comunicação. 1° ed. São Paulo: Brasiliense, 2017. Acesso em: 02 abr. 2021.
COMUNICAÇÃO. in: Dicio, dicionário online de português. Anápolis, 2021. Disponivel em: . Acesso em: 02 Abr. 2021.
CURVELLO, João José Azevedo. Comunicação interna e cultura organizacional. 2° ed. Brasília: Casa das Mulas, 2012. Disponível em:
. Acesso em: 02 abr. 2021.
ESTENDER, Antônio Carlos; BARBOSA, Lidiane de O. Souza; SANTOS, Douglas Pereira dos. Gestão da Informação: a comunicação interna nas empresas. Revista de Administração da FATEA – RAF, v. 11, n° 11, pg. 6 – 127, São Paulo, jun./ dez., 2015. Disponível em:
. Acesso em:04 abr. 2021.
LANE, Silva Tatiana. M.; CODO, Wanderley. Psicologia social: o homem em movimento. 14° ed. São Paulo: Brasiliense, 2012.
MELO, Vanêssa Pontes Chaves de. A comunicação interna e sua importância nas organizações. Disponível em: . Acesso em: 04 abr. 2021.
PASSOS, Maria de Lourdes R. de F. A definição Skinneriana de comportamento verbal e a arbitrariedade do signo linguístico. Temas em
Psicologia, v. 15, n° 2, pg. 269 – 282, Ribeirão Preto, dez. de 2007. Disponível em: . Acesso em: 02 abr. 2021.
RIBEIRO, João. Comportamento Organizacional. Governo da República Portuguesa: ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários, 2008.
TAVARES, Fábio Roberto; BOCATO, Débora Cristina Curto da Costa. Psicologia da comunicação. Brasil: UNIASSELVI, 2016. Disponível em: . Acesso em: 03 abr. 2021.
VIEIRA, Roberto Fonseca. Comunicação Organizacional: gestão de relações públicas. Rio de Janeiro: Mauad, 2004.
VIGNERON, Jacques. Comunicação interna: além das mídias. Líbero. 6º Seminário de comunicação do Banco do Brasil. Mídia e Cultura brasileira, ano IV, v.4, nº 7- 8, p.96-101, out. 2000. Disponível em: Acesso em 10 abr. 2021.

Allan Ribeiro Camargo

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Por: Allan Ribeiro Camargo

Discente do 7º período do curso de Psicologia da Faculdade Metropolitana de Anápolis -FAMA. Organizador de eventos sociais e acadêmicos; Monitor de disciplinas do curso de psicologia. Diretor de eventos da Associação Atlética Acadêmica de Psicologia da Faculdade Fama - AAAPFF ALUCINADOS. Atuando na Área de Recursos Humanos/ Psicologia Organizacional. Com foco sempre na gestão, eficiência, equidade, qualidade e melhorias continuas focadas não apenas em maquinários, produtos e quantidades, mas principalmente nos Seres Humanos, na saúde psíquica, na qualidade de vida e eficiência no trabalho. Tenho conhecimentos em processos de Recrutamento e Seleção (interno e Externo); Endomarketing; Integração de novos colaboradores; Gestão de Conflitos; Treinamento e desenvolvimento, dentre outras atividades da área. Também possuo básico conhecimento em legislação trabalhista e Departamento Pessoa. 📚Acadêmico em Ψ PSICOLOGIA 🧠💡 "Comunicação e Possibilidades".

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