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A Economia Criativa e as novas tendências na gestão de pessoas

A Economia Criativa e seus reflexos na gestão de pessoas

Bráulio Candian Jr.

Fatores competitivos intrínsecos, como o baixo custo de mão-de-obra ou avanços específicos na tecnologia da informação, somente podem ser superados pela inteligência de novos modelos de negócios, novos processos, novas tecnologias e outros decorrentes da criatividade, imaginação e inovações constantes.

Este é o caminho a ser trilhado tanto por países desenvolvidos, quanto por países em desenvolvimento. Este é o motivo pelo qual a aplicação desses conceitos – incluídos na definição da Economia Criativa – a empresas e aos negócios em geral, é um requisito fundamental para sair do lugar comum da competição predatória por participação de mercado em produtos e serviços existentes.
Ideias, Criatividade, Imaginação e Inovação compõem o universo da Economia Criativa, termo cunhado pelo empresário de mídia e consultor inglês John Howkins no livro “Economia Criativa, Como Ganhar Dinheiro a partir de Ideias”.

O conceito evoluiu e representa hoje o grande potencial de desenvolvimento no mundo. Alinham-se nessa definição produtos, serviços e tecnologia, além de ampla gama de processos, modelos de negócios, sistemas educacionais.

Considerando o fato de que cada organização ou país desenvolve diferentes amplitudes para o tema, nossa visão é de que “Economia Criativa” deve obrigatoriamente incluir todos os serviços relacionados ao conhecimento e à capacidade intelectual, não se limitando, apenas, às chamadas “Indústrias Criativas” ou “Indústrias Culturais”, portanto, não se restringindo a aos conceitos originais de Direitos Autorais, Patentes, Marcas Comerciais e Design.

Assim, o conceito ampliado de “Economia Criativa” abrange, além dos itens anteriormente citados, ou seja, por exemplo:
 Educação
 Atividades científicas
 Pesquisa e Desenvolvimento
 Entretenimento & Lazer
 Moda
 Turismo

A Economia Criativa trás consigo o estimulo para o desenvolvimento das Cidades Criativas, além de estar implícito também o conceito de Empresas Criativas, o que nos leva à busca do Profissional Criativo, e a partir desse ponto encontramos entraves nos modelos de gestão baseados em sua grande maioria nos conceitos e processos de uma Economia Industrial com modelos de gestão e liderança que desconhece, ou pelo menos não busca entender as diferenças e os modelos de gerações.

O resultado disso é que a grande maioria dos setores que fazem parte da Economia Criativa enfrentam altos índices de turn over e com isso aumentos no custeio de seus produtos e serviços.
A Neurociência e o avanço nos estudos da mente humana abrem novas dimensões para que possamos rever alguns paradigmas do mundo corporativo e dos processos de Gestão de Pessoas.
Ao entendermos melhor a mente humana, começando pela nossa mente, percebemos a importância dos treinamentos em Inteligências ( Múltiplas, Emocional e Espiritual) como solução para conscientizar cada profissional da importância de se ter o comando efetivo de sua mente, fortalecendo o autoconhecimento, autogerenciamento e automotivação ( Princípios da Inteligência Emocional).
Equipes criativas significam Equipes formadas por profissionais com o foco em criatividade e inovação e também pessoas com um alto grau de Q.F. ( Quociente de Felicidade), ou seja, com equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
Convido os leitores desse texto para uma reflexão sobre o tema e deixo uma pergunta: “ Você tem efetivamente o CONTROLE REMOTO da sua mente?
Bráulio Candian Jr.

Multi Comunicador: Consultor, Palestrante, Facilitador de Treinamento em Inteligência Criativa, Empresário, Presidente do GRUPO MCL, formado pelas empresas Macrolazer, Cruise Consulting e Luminis Mind.
Formação em Administração de Empresas, Educação Física e Marketing e especializado em Administração do Lazer nos EUA, além de formação complementar em Gestão de Mudanças – Change Management – Londres, Inglaterra, Coaching Executivo com certificação internacional e Practitioner em PNL .
Primeiro profissional no Brasil com a certificação internacional de ThinkBuzan Licensed Instructor e a formação iMindMap Advanced Instructor e pela empresa ThinkBuzan do Reino Unido, e responsável pela implantação no Brasil dos conceitos originais dos Mapas Mentais, segundo seu inventor, Tony Buzan.

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