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A Entrevista

Recentemente tivemos um “furor” por parte do lançamento do filme A entrevista, ao qual apresenta uma comédia um tanto quanto diferente, tendo como foco central a tal entrevista e posterior assassinato do ditador norte-coreano Kim Jong-Um.

Observando as premissas que envolvem a entrevista, pode-se imaginar algumas situações que envolvem o cotidiano da relação entrevistador e entrevistado, particularmente notado no setor de recrutamento e seleção.

Uma das situações apresentadas no decorrer do filme, são as diferenças entre o que o público vê e o que realmente as pessoas são. Apresentadas por exemplo no “gay” dito por Eminem, na falta de cabelo de Rob Luwe ou no “Jordan” de Kim Jong-Um.
Imaginemos o sujeito que vai para uma entrevista de emprego e junto ao entrevistador descreve-se como sendo uma pessoa comprometida com o trabalho, calma, que adora trabalhar em equipe e por ai vai. Porém, ao ser contratado, suas características pessoais são aquém do que realmente se percebeu durante a entrevista.

Desta maneira, o resultado de uma entrevista mal feita, ou na pior das hipóteses de um entrevistado com boa capacidade de articulação (cara de pau) pode gerar um custo oneroso para a empresa. Obvio que o sujeito que se “sujeita” a este tipo de situação expõe-se de uma maneira negativa, tendo como consequência sua demissão, ou perda de credibilidade junto ao mercado.

Portanto, ao ser entrevistado tenha em mente que somos frutos de nossas verdades, e se em determinado momento não formos contratados por elas, ao menos temos a certeza de estarmos fazendo a coisa certa, e com o passar do tempo o resultado virá. Agora se pensares diferente e resolver dar uma de Kim Jong-Um, corre-se o risco de ser assassinado e prejudicar toda a sua carreira.

Pense nisto e boa sorte!

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