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A importância do RH estratégico para as organizações

As constantes oscilações dos cenários econômicos dos últimos anos fez com que as empresas possuíssem estruturas organizacionais enxutas, processos otimizados e profissionais extremamente qualificados. As organizações buscam alavancar seus resultados no menor prazo possível e têm investido fortemente em inovação, pois carecem de mudanças rápidas.
Segundo Gramigna (2007, p.13) a integração das diversas funções de recursos humanos, apoiada por um processo de gestão efetivo, é o passo fundamental para a geração de resultados. Profissionais que militam em recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento, avaliação de desempenho, carreira e remuneração precisam reconhecer a necessidade de mudanças e buscar caminhos que ajudem a resgatar os espaços perdidos pela área de RH ao longo dos anos.
As organizações vem passando por constantes mudanças e as pessoas precisam sentir-se parte dessa mudança, por isso a importância do papel estratégico dos profissionais de RH. A área de Recursos Humanos necessita estar alinhada com a estratégia das empresas e não pode se ater somente ao atingimento das metas e resultados previstos no planejamento estratégico, o mundo dos negócios hoje, exige que o profissional de recursos humanos saiba projetar tendências, desenhar cenários e buscar constantemente por soluções inovadoras.
É nítido que o papel do profissional de RH deve estar atento às constantes mudanças do dinâmico mercado externo, mas tomando cuidado para não se descuidar da realidade das pessoas que compõem a organização onde atuam. Para Gramigna (2007, p. 7) a área de Recursos Humanos, antes centralizadora e responsável por todos os processos de pessoal, vem assumindo, finalmente, seu espaço estratégico, descentralizando-se, distribuindo as responsabilidades pelo desenvolvimento das pessoas aos gerentes diretos, instrumentalizando-se para uma nova ordem e partindo para uma gestão integrada e focada no negócio.
O profissional de recursos humanos da atualidade assume o papel de agente de mudanças, é necessário que esteja focado em resultados e seja dotado de uma visão estratégica voltada à inovação. É imprescindível que seja adotado por este profissional, um posicionamento sistêmico e coerente de modo a integrar as áreas e potencializar os resultados através das pessoas.

Referência Bibliográfica:
GRAMIGNA, Maria Rita. Modelo de Competências e Gestão dos Talentos. 2ª Edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

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Nova call to action

Por: Thais Fátima L. Oliveira

Administradora de Empresas, Especialista em Liderança Estratégica de Negócios e Pessoas. Experiência generalista na área de recursos humanos, em consultoria e coordenação de equipe, recrutamento e seleção, cargos e salários, gestão de carreiras, desenvolvimento, mapeamento de competências e gestão do clima organizacional. Experiência na área de processos organizacionais, em consultoria e coordenação de projetos, diagnóstico organizacional, mapeamento e redesenho de processos, definição de indicadores, estrutura organizacional, definição e implementação de políticas. Forte atuação com estratégia de recursos humanos e reestruturação organizacional e de processos. Elaboração e gestão de projetos, palestras e treinamentos na área de Gestão e RH. Publicação de conteúdos sobre Gestão Organizacional |RH | Gestão de Pessoas | Motivação | Qualidade de Vida| Mentoring para @aespecialistagrh, Administradores.com.br e RH Portal.

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Erick Viana
Erick Viana
2 anos atrás

Excelente artigo, apesar de ser de 2015, encontra-se atual, bem interessante perceber o que e como tem mudado a área de RH das empresas nesses últimos 04 anos.
O papel do RH é de muita importância numa organização, o foco em resultados ainda é uma meta a ser esperada, mas não só isso o cuidado com os colaboradores que podem vir por desenvolvimento de políticas institucionais.