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Em tempos de crises, a melhor alternativa é valorizar o colaborador

valorizar o colaborador

Vivemos numa situação delicada, estamos cada vez mais correndo contra o tempo, pois precisamos sempre ter inúmeras competências para conseguirmos ter um lugar privilegiado no mercado de trabalho. Tem momentos que corremos tanto que não paramos para analisar os motivos de tanto dedicação: será que é para competir cada vez mais para provarmos aos outros que somos a melhor opção ou para nos sentirmos mais realizados? Será que as empresas sabem valorizar o colaborador?

Para ingressar em uma organização somos selecionados pelo currículo. Exige-se do candidato uma infinidade de competências e habilidades que muitas vezes não são pré-requisitos para o cargo. Uma exigência muitas vezes para excluir incontáveis candidatos, que muitas vezes saem de uma seleção sentindo-se como verdadeiro fracassado ou como uma pessoa inútil.

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Será que é preciso tamanha exigência para assumir um cargo que muitas vezes não remunera bem e nem valoriza o futuro funcionário. Vale destacar que devemos humanizar os recrutadores, empresários e gerentes e valorizar os candidatos que estão sendo selecionados. Na prática, é exigida cada vez mais por parte das empresas que o candidato vista a camisa da instituição, só que muitas vezes o próprio funcionário não é valorizado por seu talento.

Vale lembrar que o funcionário é um bem da empresa, é o capital intelectual e, portanto, deve ser valorizado como um patrimônio da mesma. Um profissional quando é bem remunerado e valorizado por seu talento, sua personalidade e singularidades, ele produz mais e cada vez melhor, sendo assim uma pessoa mais feliz, sendo reconhecida por suas competências, habilidades e atitudes.

Atualmente, está cada vez mais difícil encontrar empresas que tenham um plano de carreira que valorize de forma digna o capital intelectual de seus funcionários. Como não há uma progressão de carreira, muitas vezes os mesmos ficam acomodados e sem esperança de melhores oportunidades para crescer na profissão ou então pedem demissão para encarar novos desafios, pois a empresa não soube valorizar suas habilidades.

Para resolver esse impasse é importante que cada empresário lute para conservar seus funcionários em suas respectivas funções, que invista em prêmios ou remuneração para cada meta alcançada, que valorize e trabalhe em equipe, pois o crescimento de sua empresa no mercado de trabalho depende da versatilidade, ousadia e da coragem de seus colaboradores em manter a empresa funcionando por muito tempo, sem a força de sua equipe é impossível existir.

Portanto, o segredo do sucesso de cada empresa está em saber valorizar o talento de seus funcionários, fornecer treinamentos de qualidade, trabalhar a motivação e o capital intelectual de seus colaboradores que estão lutando para que a empresa possa ser uma instituição renomada capaz de vencer todos os desafios do mercado de trabalho.

Lucília Santos – Formação Internacional em Professional e Self Coaching, Leader Coach, Analista Comportamental e Analista em 360º pelo IBC. Coautora do livro ” O sentido e a busca da felicidade” da Editora Conquista-RJ. Graduada em Pedagogia e em Psicopedagogia aplicada à Educação. Graduanda em Coaching e Mentoring e pós-graduanda em MBA em Liderança e Coaching. Especialista: Neuropsicologia, Psicopedagogia Clínica, Empresarial, Institucional e Hospitalar, MBA em Gestão de Recursos Humanos e em Neuropsicopedagogia Clínica.

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