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A opressão do assedio moral

A opressão do assedio moral

O assedio moral é forma diplomática na qual algumas pessoas usam para humilhar outras, o perverso é aquele que assedia moralmente alguém que está sobre suas ordens ou de alguma forma são sensíveis aos seus comandos.
Frequentemente alguns se queixam de colegas de trabalho, chefes, membros da família uma situação, na qual nem pode se defender, porque é uma forma tão mesquinha a que são submetidos, com palavras, expressões ou gestos, que na verdade, a pessoa sente todos os seus valores deturpados, usurpados, e ai, por não ter as armas iguais, do agressor, como o cinismo e arrogância entram em conflito.
Hoje, depois de estudos comprovarem a veracidade e da existência dessa pratica perversa, graças a Deus! É possível a denúncia, depois de um acompanhamento e investigação chegar até o opressor, apesar de que o perverso deixa uma margem de dúvida de quem seria o culpado, dificultando os processos, e a ação da justiça.
Quando chega a justiça um caso de agressão entre cônjuges e contra a criança, o assedio já vinha acontecendo bem antes, são agressões ao psicológico sobre o indefeso. O projeto de lei que proíbe a prática do castigo físico em crianças…, surgiu devido aos insensatos que usavam do poder para humilhar e maltratar seus próprios filhos em casa, ou local público, com a desculpa…” é pra seu bem ou pé de galinha não mata pinto”.
O sistema de ensino combateu também o assedio. Você não observou? A palmatória e os castigos acabaram, mas em alguns casos, os papeis se inverteram e hoje professores são alvos e com a total falta de controle sobre a natureza dos perversos, chamam de Bullying – o assedio moral entre colegas na escola.
Em empresa, alguns funcionários também têm que “engoli sapo” para garantir seu sustento, por não terem o poder de negociação, sem outra profissão ou falta de qualificação ficam reféns de seus “chefes” ou colegas de trabalho inseguros, ansiosos e neuróticos.
Esperamos que o assédio moral seja combatido e discutido na sociedade, nos lares, nas igrejas, nas empresas públicas e privadas, pois a conseqüência traz danos morais e sociais. As marcas das ofensivas sofridas chegam aos consultórios médicos e psiquiátricos e dificilmente à justiça.

Por Conceição Reale
Contato: (conceicaoreale@hotmail.com) / 75-9110-2285
Licenciada em Letras – Faculdade de Tecnologia e Ciências (Salvador )
Tec. Confecção do Vestuário – Faculdade Senai – Cetiqt (Rio de Janeiro)

Indicação: Livro – Assedio Moral – Marie-France Hirigoyen (A violência perversa no cotidiano)

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