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A relação entre tecnologia e empreendedorismo

O que é mais importante: a tecnologia ou como a usamos? Embora a resposta a esta pergunta não seja das mais fáceis, não há dúvidas de que aqueles que sabem respondê-la estão certamente um passo a frente de seus concorrentes no mercado de talentos. Isto porquê não existe empresa hoje que não faça uso da tecnologia em qualquer de suas formas, seja para comunicação ou mesmo produção de bens e de serviços, a tecnologia se tornou um dos motores de propulsão da sociedade contemporânea. Já não é possível imaginar o nosso mundo sem tecnologia.

A tecnologia é certamente uma palavra intrigante para os amantes da inovação e criatividade. Mas, enquanto o uso da tecnologia é tão antigo quanto o próprio homem, o entendimento do seu significado ainda é diverso. De um lado, muitos ligam a origem da palavra tecnologia à habilidade ou a ideia de se alterar a natureza, isto é, a capacidade humana de transformar o seu meio ambiente, o próprio espaço em que vive; Já de outro lado, alguns dicionários mais modernos definem a tecnologia como mesmo o conjunto de conhecimento ou de princípios aplicáveis em um determinado ramo da atividade humana.

Composta de aparelhos ou ideias a tecnologia se tornou indispensável. E, junto com o empreendedorismo, tem marcado a nossa era. Tecnologia e empreendedorismo são praticamente inseparáveis. E o poder desta relação é tamanho que quase não conseguimos pensar um sem o outro. A história da criação se mistura com a do criador, já não pensamos em Iphone sem Steve Jobs ou em Microsoft sem Bill Gates ou ainda no Facebook sem Mark Zunkeberg. No entanto, a forma como entendemos a tecnologia pode afetar e muito a maneira como fazemos uso dela e a nossa proximidade do sucesso ou fracasso.

Como a tecnologia pode acelerador o desenvolvimento de ideias e projetos

No decorrer da história, a tecnologia tem sido considerada como um meio e não fim. Só mais recentemente é que ela se tornou um produto final. Embora contraditória a primeira vista, esta afirmação é muito útil quando pensamos em empreendedores e consumidores. Pois seu uso é o que acaba determinado quem somos nesta relação. Se consumimos tecnologia como fim nela mesma, somos consumidores, mas se a utilizamos para satisfazer outras necessidades, tanto nossas quanto de terceiros, já passamos a vê-la como empreendedores.

Isto acontece porquê o empreendedor vê a tecnologia como um atalho, um acelerador ou mesmo um catalisador para algum processo ou trabalho. Por exemplo, usamos o computador para enviar mensagens mais rápido, nos comunicar mais rápido e até para ter acesso a entretenimento mais rápido. Mas mesmo esta função aceleradora da tecnologia tem seus lados negativos.

Já vimos que a tecnologia tem o poder de acelerar processos mas, neste sentido, precisamos lembrar que nisto ela não faz distinção do que é bom ou ruim, do que é proveitoso ou perigoso. Isto é, a tecnologia pode tanto acelerar o progresso quanto o fracasso, tanto o lucro quanto o prejuízo, e assim por diante. Quem não conhece alguém que usou o Facebook para fechar um grande negócio, ou que tenha usado o Facebook para fracassar em uma prova? Como a tecnologia, o Facebook acelera a comunicacão mas não garante resultados positivos, no final, é o nosso uso dele que determina que tipo de resultados terá.

Como conhecer bem uma tecnologia pode tornar um empreendedor um sucesso

Empreendedores de sucesso são antes de tudo pessoas que sabem o que querem alcançar. Assim sendo, não medem esforços para se cercarem da tecnologia certa na hora que precisam. Um destes esforços é aprender sobre a tecnologia que utilizam. É verdade que, como empreendedores não precisamos ser especialistas em cada pequena tecnologia que nos cerca, mas precisamos saber o suficiente para executarmos uma das tarefas mais importantes de qualquer empreendimento: a comunicação.

Falhas na comunicação podem ser mortais para negócios inteiros. E não importa qual seja sua área de atuação: artes, negócios, empreendimentos ou lazer, todos podem se beneficiar muito do aprendizado sobre tecnologias relacionadas à sua área de atuação. Para visualizarmos isto, imaginemos dois ilustradores habilidosos. O primeiro deles não sabe nada sobre publicação digital, já o segundo conhece alguns programas, princípios e características deste processo de impressões. Embora nenhum deles vá imprimir seus próprios trabalhos, não é difícil imaginar quem tem mais chances de se comunicar melhor com os profissionais que farão a diagramação e impressão do serviço.

by PAULO LIMA

Fonte:www.ideiademarketing.com.br

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