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Administração Caduca


Jack  Welch, o ex-comandante da General
Eletric, tido como o líder mais admirável deste início de era de
mega-transformações, exorcizou os autocratas, os modelos ultrapassados e
destacou o entusiasmo como o segredo do sucesso, entre outros.
 Sua ordem é facilitar as coisas. Incentivar a criatividade, energizar a
equipe, atacar e defender no campo de batalha…fugir da sala!
 A política adotada por ele ratificou que sozinho não se vai a lugar
algum. Pena que muitos ainda insistem em negar essa premissa, aliás, tentam
enganar para satisfazer seus caprichos. Mentem de trabalhar com equipe, porém não
conseguem passar credibilidade, não conseguem o rendimento que deveria gerar, a
equipe mal produz 50% de sua capacidade.
 Os velhos conceitos da administração caduca ainda estão permeados, a
obsessão por organizar, planejar e controlar resistem aos apelos da
criatividade que quer transbordar.
 A globalização detonou as linhas geográficas,  os inimigos
ganharam terreno. É impossível expulsá-los, o negócio é competir.
Precisamos de estratégias ultracompetitivas. Temos guerreiros fortes, seus músculos
estão palpitando, mas não sabem por onde começar. Necessitamos estimulá-los
com sabedoria, incentivá-los, capacitá-los como guerreiros valentes, todavia
também inteligentes. A tradição da velha guarda tem que ser substituída por
uma nova  cultura energética. Não há mais lugar para o jogo de nervos.
Raiou um novo relacionamento que está acima do poder do cargo. As energias
devem ser renovadas, os sonhos não têm limites. As metas devem ser claras,
jamais os caminhos… a criatividade haverá de tomar conta. Ir além, traçar
metas, superá-las sempre. Essa é a missão nossa de cada dia. Tentar,
conseguir e superar.

José Carlos Silva

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