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Até que ponto exigir experiência no Mercado de Trabalho?

Hoje em dia é bastante comum grandes organizações buscarem pessoas qualificadas para ocupar diversos tipos de vagas, certamente ter alguém capacitado faz toda a diferença dentro de um ambiente de trabalho.

Também é comum haver cargos gerenciais que precisam ter experiência e conhecimento mais profundos, por isso ao contratar alguém para aquela função além da formação exige-se uma experiência naquela área.

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Sendo assim, percebe-se que também haverá cargos que podem ser preenchidos por aprendizes ou estagiários, que ainda estão em formação e estarão construindo a partir dali suas primeiras experiências.

No entanto, é perceptível que está havendo uma certa “confusão” na divulgação de vagas, exigindo por exemplo experiências para cargo de aprendiz.

O problema é quando não fica claro qual cargo pode ser ocupado por um estagiário/aprendiz

E qual cargo realmente precisa ter uma experiência e formação mais abrangente, causando assim um problema na divulgação de vagas, por exemplo: Vagas de estágio solicitando formação e experiência na área. Onde o correto seria primeiramente identificar que tipo de perfil aquela vaga exige.

E depois analisar no candidato se ele tem a formação e experiência necessária analisando por meio de testes de recrutamento e seleção se ele seria capaz de desenvolver aquele trabalho de acordo com seus conhecimentos e habilidades.

No caso da contratação de estagiários e aprendizes, que fique claro para a organização a limitação de conhecimento/experiência de cada candidato, e que não vejam isso como um problema, mas como uma forma de moldar o seu novo colaborador que a partir dali dará início a sua vida profissional construindo dia a dia suas primeiras experiências.

O ideal seria que toda organização tivesse um plano de cargos, carreiras e salários elaborado.

Nesse momento, é preciso enfatizar a importância do PCCS (plano de cargos e salários) dentro de uma organização, pois ele é quem irá desenhar o cargo de acordo com a necessidade da organização, tornando assim mais fácil de identificar qual tipo de perfil profissional é mais adequando para cada cargo.

Sendo como uma base para que gestores e recrutadores, antes de divulgar uma possível vaga de “estágio” façam uma melhor analise de qual perfil de candidato realmente precisa-se naquele momento, diminuindo então essa “confusão” de divulgação de vagas errôneas que está sendo tão comum de se encontrar em diversos sites de empregos.

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