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Competências: Como são avaliadas no mercado de trabalho

por Simoni Aquino*

Na atual configuração do mercado de trabalho, muito ouvimos falar em competências. Mas afinal de contas, o que são competências? Leia no artigo Como está seu CHA?, onde este conceito foi abordado em conjunto com as habilidades e atitudes. Entretanto, vale relembrar:

Conhecimento é o saber: Envolve a educação formal, saber o que, saber o porquê, saber para que e a capacidade de aprender.

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Habilidade é o saber-fazer: São as experiências, o saber como, as técnicas, o conhecimento tácito e o modelo menta.

Atitude é o saber ser: Ou seja, ter determinação, responsabilidade, comprometimento, motivação e iniciativa.

E ser competente é não é apenas fazer bem feito sua função – e nem todos são competentes, pois competência é abranger tudo isso!

Isso quer dizer que as empresas valorizam o saber, o saber-fazer e o saber ser.

Não basta apenas um dos pilares!

AS COMPETÊNCIAS E OS PROCESSOS DE SELEÇÃO X DESCONTENTAMENTO

Atualmente grande parte dos processos de seleção tem como foco as competências comportamentais. As competências exigidas para cada processo de seleção são específicas e variam de empresa, cargo e nível hierárquico.

O grande descontentamento dos profissionais disponíveis se deve ao fato de considerem-se adequados para a vaga que irão concorrer sem saber se “possuem realmente” as competências que serão avaliadas. E grande parte das reprovações em processos de seleção se dão, justamente por que as empresas buscam profissionais com competências estabelecidas (são as competências essenciais) e se não as encontram minimamente em determinado candidato, nada mais natural que este candidato seja reprovado.

As competências são avaliadas no candidato da seguinte forma: domínio, aplicação e conhecimento.

Se uma vaga exige que o candidato domine determinada competência e ele apenas a conhece, óbvio e natural que ele seja reprovado! Ao passo que se ele a aplica, mas não a domina, dependendo de outras análises da seleção e mesmo não a dominando ele pode ser aprovado no processo, pois a empresa o desenvolverá para que ele passe a dominar a competência.

Isso explica em parte, por que não adianta fazer SPAM do currículo e nem enviar um currículo para determinada vaga mesmo sabendo que não preenche todos os requisitos da mesma. Por isso os profissionais devem sempre fazer uma autoavaliação para buscar autoconhecimento e se identificarem déficits em competências, deve buscar aprimorá-las para obter sucesso na recolocação.

Hoje você aprenderá algumas competências fundamentais para sua Empregabilidade, tanto para ingressar ou se recolocar quanto para permanecer no mercado de trabalho:

COMPETÊNCIAS INTELECTUAIS

São as competências necessárias para reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo de trabalho, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos. Além da disponibilidade para buscar autoconhecimento e assumir a responsabilidade pela sua qualificação, sem esperar que sua capacitação seja realizada pelas organizações.

APLICAR CONHECIMENTO: Saber aplicar seus conhecimentos técnicos para a resolução das situações expostas em seu contexto de atuação.

TRANSFERIR CONHECIMENTO: Saber multiplicar seus conhecimentos técnicos para seu superior, pares, subordinado, clientes, fornecedores, ensinando, instruindo e aperfeiçoando a resolução das situações expostas em seu contexto de atuação. Estar apto para adquirir novos conhecimentos.

GENERALIZAR CONHECIMENTO: Traduzir os conhecimentos do nível institucional à realidade da organização, transferindo ao próximo nível, o operacional, a responsabilidade direta pela implementação das ideias. De um lado, faz contato com situação de extrema instabilidade – quando interage com o nível institucional – e, de outro, com protocolos sobretudo rígidos e previsíveis – quando faz interface com o nível operacional.

RECONHECER E DEFINIR PROBLEMAS, PROPONDO SOLUÇÕES PARA RESOLVÊ-LAS: Visualizar, analisar e situar os negócios da empresa dentro do contexto nacional e mundial, de modo solidificar e perpetuar a imagem e atuação da empresa dentro desse cenário, independente do produto ou serviço prestado.

AUTODESENVOLVIMENTO E ATUALIZAÇÃO: É preocupado com seu desenvolvimento profissional. Mantém-se atualizado, buscando amplitude de conhecimento na sua área de atuação. Toma para si a responsabilidade de manter-se atualizado.

COMPETÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO

São as competências utilizadas na forma de expressão e comunicação com seu grupo, superiores hierárquicos ou subordinados, clientes internos e externos. Além de cooperação de trabalho em equipe, de diálogo, de exercício da negociação e de comunicação.

COMUNICAÇÃO: Comunicar-se com os acionistas, clientes, fornecedores, parceiros, superiores e subordinados de forma eficaz – Entender os tipos de feedback, como avaliar a adequabilidade e as condições do feedback. Feedback eficaz. Feedback individual versus feedback coletivo; prós e contras; como e quando pedir feedback; as diversas direções possíveis de se dar feedback. Facilidade de verbalização dos pensamentos e sentimentos; Sabe ouvir e responder adequadamente; Capacidade para perceber e interpretar comunicações não verbais e o clima do ambiente.

REDAÇÃO E GRAMÁTICA: Habilidade para planejar e fazer comunicações orais e escritas. Comunicar-se por escrito de maneira mais clara e mais eficaz. Inclui diretrizes específicas de como preparar memorandos, cartas, e-mails, propostas e outros tipos de comunicação. Escrever centrado no leitor e formatar suas comunicações de tal forma que sejam fáceis de ser lidas, que causem o impacto desejado e que o ajudem a alcançar seus objetivos.

NEGOCIAÇÃO: Capacidade de demonstrar atitudes flexíveis e de adaptá-las a terceiros e a situações diversas. Desenvolver habilidades de relacionamento, incluindo as capacidades de flexibilização e adaptação, com enfoque na postura pessoal.

PERSUASÃO: Poder de argumentação assertiva; Perspicácia de maneira a conseguir convencer o outro; Habilidade para convencer as pessoas em todos os aspectos; Capacidade para conseguir o apoio dos outros para ideias, propostas, projetos e soluções.

COMPETÊNCIAS SOCIAIS

São habilidades reguladoras do relacionamento e do comportamento das pessoas. São atitudes e comportamentos necessários para transferir os conhecimentos da vida cotidiana para o ambiente de trabalho e vice-versa, para se relacionar com o outro, para trabalhar em equipe, apresentar equilíbrio emocional, desenvolver maturidade profissional e companheirismo.

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: Facilidade para criar e estabelecer laços e vínculos sociais , tanto nas questões voltadas ao dia a dia de trabalho, através de orientações em relação aos trabalhos, quanto naquelas horas onde a emoção faz-se presente. É preciso que o líder esteja atento às atitudes de sua equipe, para melhor direcionar sua atuação frente aos acontecimentos.

TRABALHO EM EQUIPE, GERENCIANDO CONFLITOS E INTERESSES: Capacidade e discernimento para trabalhar com e por meio de pessoas, incluindo o conhecimento do processo da Motivação e a aplicação eficaz da liderança, com capacidade de influenciar o comportamento do grupo com empatia e equidade, visando os interesses interpessoais e institucionais.

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL: Dimensionar a importância do meio ambiente e o impacto de suas ações na preservação do mesmo.

SOCIABILIDADE: Busca sempre a interação social; Capacidade para promover a interação de grupos sociais; Age pela simpatia e capacidade natural de liderança.

EQUILÍBRIO E MATURIDADE: Não é impulsivo. Não foge dos problemas. Suporta ambiguidades, pressão e frustrações. Respeita os outros superiores e os subordinados. É discreto. Decide sem muito desgaste.

COMPANHEIRISMO: Capacidade natural de desenvolver empatia; Facilidade de relacionamento interpessoal; Relaciona-se com facilidade em todos os níveis sociais; Companheiro ideal fazendo aumentar o comprometimento das pessoas nas ações.

COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS

São as competências necessárias para demonstrar espírito empreendedor e capacidade para a inovação, iniciativa, criatividade, vontade de aprender, abertura às mudanças, consciência da qualidade e implicações éticas do seu trabalho.

INICIATIVA: Identificar e atuar de forma próativa sobre problemas e oportunidades. Oferecer-se para tarefas e identificar o que precisa ser feito e começa a agir. Começar a agir sem que lhe peçam ou exijam. Aproveitar oportunidades e começa a agir para tomar vantagem delas. Começar projetos individuais ou em grupo e assume responsabilidade total por seu sucesso. Identificar logo o que precisa ser feito frente a obstáculo e age até que sejam superados. Assumir responsabilidade de criar todos os passos de um projeto cujas circunstâncias e resultados não estejam bem definidos.

CRIATIVIDADE: Produzir mais e melhores ideias para o desenvolvimento de produtos e de novos processos de trabalho.

ADAPTABILIDADE: Adaptar-se às condições favoráveis e desfavoráveis sejam elas de qualquer ordem (ambientais, econômicas, tecnológicas).

QUALIDADE: Buscar pela excelência de produtos e serviços e uma preocupação maior com as crescentes exigências dos clientes internos e externos. Preocupa-se com o padrão de qualidade na execução das suas atividades, apresenta o trabalho de forma completa com exatidão e organização, cumprindo os prazos estabelecidos, mesmo diante de demandas excessivas.

ÉTICA: Sustentar-se em valores éticos e morais, gerando credibilidade e confiança na sua gestão por aqueles que fazem parte do seu convívio diário: Colaboradores, Clientes Internos e Externos, Parceiros e Fornecedores. Mantém coerência entre discurso e prática.

COERÊNCIA: O discurso não deve ser diferente da prática e isso é um ponto de relevância que deve ser sempre observado na gestão. É preciso que o líder seja coerente em suas atitudes, com sua Missão e com sua equipe, pois quando a equipe observa contradição, certamente se comportará da mesma maneira, o que caracteriza a cultura do não comprometimento, ameaçando os resultados produzidos.

AUTOCONTROLE: Capacidade de controlar suas emoções diante de hostilidades e provocações; Bom equilíbrio entre racionalidade e emotividade; Plenamente equilibrado nas situações de estresse; Reage ponderadamente frente a pressões e imposições.

DOMÍNIO: Capacidade para determinar atividades a serem realizadas; Habilidade para comandar equipes; Exerce poder e autoridade sobre os demais; Capacidade de liderança natural.

ENERGIA: Tem boa vitalidade para as ações; Apresenta postura pró-ativa e realizadora; Age com certa impulsividade, mesmo sob forte pressão; Facilidade em emitir seus pareceres e opiniões.

COMPETITIVIDADE: Disponibilidade para competir; Compara seus resultados com de outros; Seu objetivo é ser o melhor; Prefere atuar em ambientes regidos pela competição.

AMBIÇÃO: Evidencia esforços para alcançar os objetivos traçados; Busca bens materiais, status e reconhecimento social; Regido por forte obstinação; Visa alcançar altos ganhos, cargos e resultados.

Gosto pelo resultado e pelo empreendimento. Possui destreza e espírito de conquista de novas oportunidades e soluções. Tem iniciativa baseada em parâmetros estabelecidos.

PROATIVIDADE: Adapta seu comportamento e trabalho facilmente à evolução da empresa, dos mercados e das expectativas dos clientes, mostrando disposição e motivação para enfrentar novos desafios. Antecipa, capta e compreende as transformações do ambiente, absorvendo novas atitudes que possam contribuir para o seu crescimento e evolução da empresa.

OTIMISMO: Acredita sempre que seu esforço apresentará o melhor resultado; Mantém disposição positiva nas mais variadas situações; Sua expectativa é sempre a melhor possível; Procura animar os outros para ir adiante.

RACIOCÍNIO LÓGICO: Capacidade para abordar situações de forma lógica, sistemática e sequencial; Expressa ideias bem fundamentadas; Busca embasamento conceitual na solução de problemas; Avalia as situações através de modelos lógicos.

OBSERVAÇÃO: Está atento todo o tempo ao que se passa ao seu redor; Atenção difusa: presta atenção em várias coisas ao mesmo tempo; Capacidade de ouvir, atendo-se as minúcias do ambiente; Percepção das mudanças ambientais.

DETALHAMENTO: Está atento e é cuidadoso com detalhes, assegurando que não existam lacunas no processo sob sua coordenação; Observa os mínimos detalhes em qualquer situação; Procura executar tarefas com perfeição; Preocupação com a apresentação e forma das tarefas.

CONCENTRAÇÃO: Capacidade de manter-se atento em uma determinada tarefa; Mantém-se alheio as interferências do meio até a finalização; Capacidade de terminar uma tarefa antes de iniciar outra; Habilidade para focar um objeto isoladamente para análise.

CONSERVADORISMO: Fortes princípios estabelecidos; Resistente à mudanças; Estável e plenamente previsível; Cumpre à risca os modelos existentes.

DISCIPLINA: Ter autodisciplina no cumprimento de suas tarefas; Cumpre prazos, sabendo administrar tempo e recursos; É disciplinado no trabalho e cumpre as determinações; Mantém a ordem no ambiente de trabalho.

ROTINA: Facilidade de adaptação às tarefas previsíveis; Atua com disposição nas tarefas repetitivas; Cumpre tarefas rotineiras sem questionamento; Prima pelos padrões tradicionais.

ORGANIZAÇÃO: Atua através de métodos e sistemas preestabelecidos; Visa sempre a maior praticidade das coisas; Tem sempre em mente o começo, meio e fim das ações; Executa as atividades exatamente como foram planejadas.

PERSISTÊNCIA: Não desiste frente à obstáculos; Está sempre disposto para tentar novamente; Procura sempre uma nova solução; Motivado para buscar soluções.

CRIATIVIDADE: Capacidade de pensar fora dos padrões estabelecidos; Consegue sair do fluxo comum do pensamento em busca de inovação; Busca sempre alternativas criativas para solucionar problemas.

INDEPENDÊNCIA: Age por impulso e sem restrições; Tem fé nas suas próprias ideias; Sente-se livre para pensar e agir. Não tem receio de ser cerceado; Identifica, antes dos outros, o que precisa ser feito; Toma a ação livremente diante de decisões difíceis.

COMPROMETIMENTO: Está comprometido com planejamento estratégico da empresa. Compartilha e transmite o projeto estratégico aos seus colaboradores. Apoia e difunde os objetivos e valores da empresa.

FLEXIBILIDADE: Aceita mudanças e se adapta. Cumpre normas e regras. Possui flexibilidade para ouvir, receber críticas e entender pontos de vista contrários aos seus. Não é impulsivo e não foge dos problemas. Reage bem a pressões, ambiguidades e frustrações.

PRUDÊNCIA: Cautela com as atitudes precipitadas, ou seja, pensar duas vezes, avaliar uma proposta e ouvir a opinião do colega de trabalho não é sinal de fraqueza, mas sim de responsabilidade.

ASSERTIVIDADE: Um indivíduo assertivo é hábil para expressar posicionamentos, ideias e até mesmo emoções. Ao ser assertivo, o indivíduo defende seus direitos e respeita os dos colegas. Aprende a dizer não, com argumentos que revelam profissionalismo. Através da assertividade é possível evitar conflitos desnecessários que geralmente afetam negativamente a rotina corporativa.

COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS

São as competências necessárias para compreensão do negócio, dos objetivos de sua função e da organização, tratativa nas relações com o mercado e co os concorrentes, compreensão da importância da análise do ambiente sócio-político (conhecimento em negócio, planejamento, orientação para o cliente). Além de outras como habilidade para gerenciamento do tempo, visão holística e intuição.

GERENCIAR TEMPO: Estabelecer metas, priorizar tarefas, lidar com os desperdiçadores de tempo, fazer análise do tempo e criar e maximizar sua programação de uso do tempo.

GERENCIAR RECURSOS: Zelar pelo controle da previsão orçamentária do departamento ou Unidade de Negócio e como analisar e justificar um investimento. Equacionar a mão de obra disponível com os recursos técnicos disponíveis.

COMPROMISSO COM RESULTADOS: Liderar/atuar com foco em objetivos quantitativos e qualitativos. Quando observado e praticado pelo líder, trará credibilidade por parte de seus liderados. Uma vez que o líder influencia diretamente o comportamento de seus liderados, quando de sua aceitação, a prática de tal competência servirá como modelo a ser seguido e poderá gerar estímulos positivos na equipe, tornando-a cada vez mais compromissada com as metas a serem atingidas.

PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO: Coordenar suas tarefas e/ou da equipe, incluindo o planejamento (plano de ação/cronograma), a organização (distribuição de trabalhos), e as tarefas sequenciais (ações), bem como a seleção e a alocação de recursos necessários.

LIDERANÇA: Administrar equipes com eficácia: delegar eficazmente, ampliar oportunidades e demonstrar justiça ante seus feitos. Criar um clima propício ao desenvolvimento: ampliar os desafios e as oportunidades para criar um clima que favoreça o desenvolvimento de sua equipe. Saber lidar com colaboradores quando apresentam problemas: agir com decisão e equidade quando tratar colaboradores com problemas. Formar uma equipe de talentos: investir no desenvolvimento do potencial de seus colaboradores, identificando e oferecendo novos desafios e responsabilidade compartilhada.

ATUAÇÃO ESTRATÉGICA: Estabelecer conexão com dois tipos de ambientes que influenciam diretamente nos resultados da equipe: os internos e os externos. Atuar de forma a antever oportunidades e ameaças, tendências e inovações possibilitando o agir, ou seja, empreender esforços para a excelência na performance de sua equipe.

AUTONOMIA: autonomia para a tomada de decisões, visto que estarão se deparando continuamente com situações não planejadas ou que fogem à rotina do trabalho

RESOLUÇÃO DE CONFLITOS: O profissional que não consegue mobilizar seus conhecimentos, seus saberes e suas habilidades para a resolução de uma situação de conflito, que carece de imediata solução, torna-se improdutivo para o alcance dos objetivos organizacionais.

TOMADA DE DECISÕES: O funcionário deve assumir responsabilidade pelo seu trabalho. Há pequenas decisões que, por mais que o gerente planeje, devem ser tomadas pelos profissionais. Destemido, toma a ação sem hesitação; Assume riscos; Toma decisões com rapidez; Não perde as oportunidades.

VISÃO ESTRATÉGICA: Analisa situações, considerando-as as como campos de batalha; Capacidade de lidar com múltiplas variáveis; Visão sistêmica de processos e resultados; Desenvolve estratégias sempre em sintonia com os interesses da empresa e mercado.

ANÁLISE CRÍTICA: É lógico e detalhista na análise criteriosa de todos os elementos que compõem uma situação; Chega a uma conclusão clara sobre o problema analisado; Habilidade em apresentar análise dos fatores, avaliando prós e contras das situações.

CONFIDENCIALIDADE: Mantém sigilo referentes às informações e dados organizacionais.

CAPACIDADE DE DELEGAR: Capacidade de dar ordens com segurança e informar aos subordinados os resultados esperados, cobrar e controlar o que foi delegado e de autorizar iniciativas e os uso de recursos.

ENGAJAMENTO INSTITUCIONAL: Compreende e aceita os valores básicos, objetivos e políticos da organização e os defende diante de terceiros. Decide e age considerando os interesses da organização.

INTUIÇÃO: Em determinadas situações, é necessária a utilização da intuição para resolver problemas, conflitos e desenvolver novas propostas que agreguem valor ao negócio da organização. Ou seja, é a percepção que o indivíduo tem frente a uma determinada situação, sem a utilização do raciocínio lógico, colocando em prática conhecimentos e informações já obtidas anteriormente.

VISÃO HOLÍSTICA: Apresentar uma “imagem única” de um todo, que normalmente podem ser relacionados a visões parciais abrangendo suas estratégias, atividades, informações, recursos e organização (estrutura da empresa, cultura organizacional, qualificação do pessoal, assim como suas interrelações). Com uma visão holística é mais seguro tomar decisões relativas a uma das visões específicas, pois a influência desta decisão sobre as outras visões da empresa é observada à priori. Se esta visão holística for então formalizada, pode-se discutir problemas específicos sem se perder a abrangência, nivelando-se o conhecimento entre os participantes da discussão.

VALORIZAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA: Trabalhar, trabalhar, trabalhar e se tornar um workaholic (viciado no trabalho) é um indicador preocupante para as empresas. O profissional deve ter consciência de que a melhoria da qualidade de vida deve estar presente dentro e fora da organização.

* Simoni Aquino, Consultora em Gestão Estratégica de Pessoas, palestrante, facilitadora de grupos e blogueira do Blog Além do RH onde escrevo sobre mercado de trabalho, recrutamento e seleção, recolocação profissional e RH.
www.simoniaquino.com.br
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contato@simoniaquino.com.br

gestão de equipes

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Elizandro G. Roos
Elizandro G. Roos
4 anos atrás

Em um candidatura me perguntaram coisas que me deixaram confuso:

Descreva suas competência(s) comportamental(is):

– Orientação para excelência :

– Orientação para o cliente :

– Tomada de decisão :

– Trabalho em grupo e cooperação: