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Comunicação não-violenta aumenta a produtividade em meio à pandemia do novo coronavírus

Nas atividades presenciais ou a distância, deve se traçar uma forma especial de comunicação para cada profissional

Em meio à pandemia do novo coronavírus, colaboradores e gestores têm um desafio que vai muito além dos cuidados de higiene pessoal e da quarentena domiciliar, que é a necessidade de ter uma comunicação assertiva entre ambas as partes para que isso não se torne mais um agravante em meio à crise em que o país e o mundo se deparam. Para o especialista em comunicação e liderança e CEO da Passadori Comunicação, Liderança e Negociação, Reinaldo Passadori, os trabalhadores precisam de engajamento e, devido à falta de aproximação, a melhor maneira de aumentar e manter a produtividade é por meio de uma comunicação mais amigável e de resultados, seja a distância ou presencialmente.

De acordo com o especialista, exercer a comunicação de maneira saudável entre líderes e colaboradores é um dos pontos principais para gerar engajamento e uma boa relação corporativa. “Quando o gestor entende como é falar da maneira errada e de forma agressiva, ele passa a se atentar e compreende o impacto no emocional dos colaboradores. Isso se intensifica muito neste período de isolamento social e é indispensável estar atento para não agravar os problemas. Caso seja necessário, o gestor deve traçar uma maneira única de comunicação para cada profissional, levando em consideração que cada um possui uma forma de reagir e isso deve ser respeitado”, avisa.

Nova call to action

Segundo pesquisa da consultoria Betania Tanure Associados (BTA), realizada com 359 companhias e divulgada no dia 20 de março, quase metade das empresas ouvidas na ocasião tinham adotado a prática do home office por conta do Covid-19. No estudo, mais de 70% dos entrevistados consideram o nível de estresse alto ou muito alto nesse momento no país, ressaltando ainda mais a comunicação não-violenta para a gestão da equipe.

O especialista alerta que tanto no home office como também nos trabalhos que são indispensáveis a presença física, é necessário saber falar para engajar. “Para isso, deve-se ter empatia na comunicação, já que não pode cumprimentar, por exemplo, é possível emitir solidariedade por meio de palavras e comportamentos muito mais compreensivos, expressivos e acolhedores. Parece pouco, mas isso é um engajamento sim. Além disso, o líder precisa deixar claro que a expectativa precisa vir da entrega de resultados. Aos profissionais que atuam a distância, fazer chamadas de vídeo, utilizar recursos tecnológicos, entre outros, pode ser uma boa estratégia para mostrar proximidade e amenizar possíveis ruídos”, diz.

Sobre a Passadori Comunicação, Liderança e Negociação

Há 35 anos, a Passadori Educação, Liderança e Negociação prepara profissionais para se destacarem no mercado de trabalho por meio de treinamentos de alta performance, ministrados nas áreas da comunicação, liderança, desenvolvimento organizacional e relacionamento com o cliente. Unindo tradição e inovação, em sua trajetória, já capacitou mais de 110 mil profissionais e desenvolveu mais de 500 projetos para as maiores empresas do Brasil. Além dos treinamentos, a Passadori oferece orientação profissional por meio de sessões de coaching e realização de palestras com Reinaldo Passadori, um dos maiores especialistas do Brasil nesse segmento.

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