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Em Time Que Está Ganhando Também Se Mexe!


O
Terceiro Setor no Brasil tem ganhado força
e novos talentos a cada dia e, em poucos
anos, passou a ter relevante conotação nos
meios político, comunitário, empresarial,
educacional e da própria mídia. Basta
notar que o número de eventos voltados
exclusivamente ao setor social deu um pulo
de mais de 500% nos últimos cinco anos.
Profissionais liberais se especializaram
para atender àqueles que se dedicam à prática
do bem e empresas de consultoria e
assessoria foram montadas. Tudo isso é um
reflexo do processo de profissionalização
pelo qual a filantropia vem passando.

Para
suprir a deficiência e a escassez de
informação sobre gestão de entidades, lançamos
em junho de 2002 a Revista Filantropia
– único veículo dedicado à administração
e controle de instituições sem fins
lucrativos, abordando temas como legislação,
contabilidade, auditoria e captação de
recursos entre outros assuntos direcionados
à prática social.

A
bola estava rolando bem, torcida e placar a
nosso favor, mas achávamos que ainda
faltava uma peça fundamental que pudesse
fazer parte do corpo editorial da Revista
– um profissional da área contábil.

Foi
então que, para o fortalecimento do
Terceiro Setor no país, Marcelo e Ricardo
Monello aceitaram o convite para vestir a
camisa da equipe e integrar o conselho
editorial da Revista Filantropia. Por
certo, o sobrenome Monello evidencia
fundamental peso em nosso expediente e faz
com que a Revista ganhe ainda mais
credibilidade, conteúdo e qualidade de
informação, especialmente no campo da
contabilidade, plenamente dominado pelos
novos “jogadores”.

Com
esse incremento, reiteramos nosso objetivo
de ajudar a quem ajuda, trazendo novas e
importantes matérias a fim de
profissionalizar o Terceiro Setor e
fortificar este que, sem sombra de dúvida,
é a porta de entrada ao crescimento e maior
agente da paridade social do Brasil.

E
é fato que, apesar de estarmos diante do
primeiro governo de esquerda de nossa história,
pouco tem sido feito pelo social no âmbito
governamental e esse pouco ainda é moroso,
burocrático e com nítido intuito político.
O Primeiro Setor está comprovando (o que já
tínhamos certeza em outros governos), no
Governo Lula, que não tem força suficiente
para mudar o país – e não é por falta
de competência ou de vontade. É devido ao
tamanho do problema.

Em
outra esfera, nós, da equipe de produção
da Revista Filantropia, observamos
diariamente dezenas de projetos bem
sucedidos e que vêm exibindo resultados
positivos que fazem diferenças reais nos números
sociais do Brasil.

São
esses projetos que fazem o nosso país
diferente e que certamente farão um país
melhor de se viver. São esses programas que
auxiliam comunidades inteiras e proporcionam
melhor qualidade de vida à população. E
é por esses projetos que nossa equipe se
fortalece e trabalha: para que eles jamais
se enfraqueçam.

Com
nosso Terceiro Setor forte, teremos um país
forte. Um país mais humano, justo e
satisfeito.

Marcio Zeppelini

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