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Estilos de liderança: quais são os tipos que existem

Entenda aqui quais são os estilos de lideranças que existem e como esses estilos podem impactar no resultado do negócio.

Se você já atuou em mais de uma organização, deve ter notado que é comum ver líderes agindo de formas diferentes, a depender do lugar. Enquanto um busca estar no controle e ir em busca de resultados, outro foca na liberdade da equipe. Mas, por que isso acontece? Porque existem estilos de liderança que podem ser implantados.

Os estilos de liderança são formas que a empresa ou o próprio líder pode optar por utilizar ao lidar com determinada situação na organização. Cada estilo tem características específicas que podem gerar mais ou menos resultados na empresa.

Porém, além dos estilos de liderança, é preciso levar em consideração o perfil do líder, para que estejam alinhados e assim, consiga oferecer as melhores ações para os colaboradores.

Pensando nisso, neste post vamos abordar tudo o que precisa saber sobre o assunto, desde os estilos até a escolha de um líder alinhado com a organização. Vamos lá?

Quais são os 6 estilos de liderança?

Os profissionais que exercem cargos dentro da hierarquia organizacional o fazem por terem recebido uma delegação de poder. Eles passam a representar os interesses da organização e para tal, fazem a gestão dos recursos que lhe estão disponíveis.

É consenso que o recurso mais valioso é o recurso humano e podemos observar que diferentes gestores exercem diferentes estilos no momento de liderar.

Liderar é ser capaz de influenciar pessoas a fazerem de boa vontade o que tem que ser feito em favor do coletivo. Significa incentivar os membros de um grupo para agirem em torno de um objetivo comum e que todos possam crescer como resultado dos esforços de seus membros.

Dos estudos sobre a teoria dos estilos de liderança desde o início do século 20, destacam-se três. São eles:

  • Liderança autocrática;
  • Democrática;
  • Liberal.

Também sabemos que não existe um estilo correto, os três estão certos, porém, o grande desafio do líder é saber quando aplicar cada estilo.

Além destes três estilos, mais recentemente reconhecemos os estilos de:

  • Liderança situacional;
  • Liderança coaching.

Ambos têm grande poder para influenciar as equipes ao melhor desempenho.

1 – Estilo de Liderança autocrática (ênfase no líder):

Liderança autocrática é aquela em que o “chefe” é o centro de decisões e é bastante centralizador. O subordinado deve se contentar com ordens, com pouco espaço para questionamento ou sugestões. É um estilo que costuma causar insatisfação entre os colaboradores, desmotivando-os e deixando o ambiente mais sensível a conflitos.

Subordinados sujeitos à liderança autocrática, tendem a desenvolver entre si, forte tensão, frustração e agressividade. Além disso, em geral, manifestam comportamentos de autoproteção.

Na execução das tarefas, não demonstram satisfação e só trabalham mais intensamente na presença do “chefe”. Na ausência do mesmo, as pessoas tendem a extravasar sentimentos e frustrações. Pesquisas de clima fatalmente captam esses sentimentos.

2 – Estilo de Liderança liberal (ênfase no liderado):

Diante de uma liderança liberal, as pessoas tendem a atividades mais intensas no início dos trabalhos pela liberdade observada

Diante de uma liderança liberal, as pessoas tendem a atividades mais intensas no início dos trabalhos pela liberdade observada, porém, com o passar do tempo, sem a necessidade de prestar contas, o grupo tende a oferecer baixa produtividade.

Embora os subordinados possam estar bem-intencionados, a falta do líder tende a gerar muitas discussões pela ausência de direção.

A liderança liberal segue o pressuposto de que os colaboradores já são maduros o suficiente e não necessitam de um acompanhamento constante. Nesse estilo, o gestor se ausenta com frequência, não fornecendo tantas orientações nem feedbacks ao grupo.

Ou seja, ele acredita que deixar o grupo à vontade para a condução das tarefas, estimula a autonomia de seus membros. No entanto, a ausência do líder faz com que o grupo fique com poucas referências da qualidade do trabalho realizado, o que prejudica o desempenho geral.

Com o passar do tempo, as tarefas se desenvolvem ao acaso, com muitas oscilações, perdendo-se muito tempo com discussões mais voltadas para motivos pessoais do que relacionadas com o trabalho em si. Esse estilo tende a desenvolver um certo individualismo entre os membros e pouco respeito pelo líder.

3 – Estilo de Liderança democrática (ênfase no líder e liderado):

A liderança democrática encoraja os colaboradores a participarem, incentiva-os a darem sugestões e opiniões. Além disso, o líder democrático busca ser um facilitador dos processos, ajudando a equipe a desenvolver soluções. Ele se preocupa com a execução do trabalho, mas também com a qualidade de vida e satisfação do time.

Neste estilo, o líder se mostra bastante participativo, ouvindo, oferecendo dicas e ideias quando necessário, esclarecendo dúvidas, dando feedbacks e auxiliando os membros do grupo a se desenvolverem e melhorarem no desempenho das tarefas.

Esse estilo favorece um melhor relacionamento entre todos, uma vez que a comunicação flui com liberdade e as pessoas são incentivadas a se exporem sem críticas ou censura, o que leva os membros a serem mais responsáveis uns pelos outros. Esse ambiente favorece a maior produtividade com qualidade nas tarefas executadas.

4 – Estilo de Liderança coaching (ênfase na performance):

Na liderança coaching, o líder trabalha para identificar as habilidades e age de forma a ajudar seus subordinados a liberarem seu potencial de desenvolvimento.

Na liderança coaching, o líder trabalha para identificar as habilidades e age de forma a ajudar seus subordinados a liberarem seu potencial de desenvolvimento. O líder busca motivar os profissionais, criando um clima de cooperação, confiança e crescimento.

O líder estimula a visão positiva de futuro no grupo e trabalha para que cada liderado reconheça suas expectativas, se auto avaliem em relação ao desempenho atual e busquem capitalizar os pontos fortes e estimulá-los para que trabalhem seus pontos a desenvolver.

Neste processo, o líder exibe um interesse verdadeiro pelo aumento de performance de seus subordinados, incentivando a cada membro no estabelecimento de planos de ação para assegurar a melhoria no desempenho. O líder acompanha a evolução individual e dá feedback para manter o liderado alinhado em relação aos resultados projetados.

5 – Estilo de Liderança situacional (ênfase na maturidade e situação):

Na liderança situacional, segundo estudos desenvolvidos por Hersey & Blanchard, há quatro níveis (D) de desenvolvimento do liderado (que expressam competência x empenho) e isso exige diferentes estilos pelo líder (E) em função da maturidade demonstrada pelo liderado.

Os líderes bem-sucedidos são aqueles que conseguem adaptar seu comportamento para atender às necessidades de seus liderados. Neste caso, reconhecer a maturidade do liderado em relação à situação, é fundamental.

A maturidade aqui é expressa pela capacidade de execução do trabalho versus a motivação do subordinado em relação à situação/ tarefa a executar. No dia a dia, o líder tende a enfrentar situações em que há variação tanto na capacidade quanto no empenho pelos liderados para realizar as tarefas.

A variação na capacidade ou na motivação do liderado em realizar, vai exigir diferentes estilos pelo líder. Cabe a ele, portanto, identificar, em razão do nível de maturidade do liderado, se deve dar ênfase na direção (orientação ao subordinado) ou ênfase no apoio (incentivo ao subordinado) na execução da tarefa. Assim para subordinados com:

  1. Baixa competência e alto empenho, o líder deve fornecer direção para desenvolver suas habilidades;
  2. Alguma competência, mas baixo empenho, o líder deve fornecer direção e estímulo para continuar a desenvolver as habilidades e restabelecer o empenho;
  3. Média a alta competência e empenho variável, o líder deve fornecer apoio para estimular a motivação e a autoconfiança;
  4. Alta competência e alto empenho, o líder deve delegar responsabilidades.

6 – Estilo de liderança pelo exemplo:

Assumir uma posição de líder é algo de grande responsabilidade

Assumir uma posição de líder é algo de grande responsabilidade. Além dos resultados que, certamente, terá de alcançar e, em muitos casos, provar e comprovar, um líder precisa gostar e saber, antes de tudo, relacionar-se com pessoas.

Por trás de toda e qualquer empresa, há profissionais que precisam ser capacitados, orientados e motivados pelos seus líderes. São estes profissionais, responsáveis por inúmeras atividades, que precisam colocar em prática todos os valores desejados e necessários para atingir a “missão e visão”, definidas pela companhia.

E qual é a melhor forma de liderar? Como conseguir o comprometimento dos colaboradores, seja em uma pequena empresa ou em uma grande companhia, tenha ela 5.000 ou 10.000 funcionários?

Assim como o filho imita o pai, o funcionário também tende a seguir os passos de seus líderes, proporcionalmente ao quanto os admiram.

Uma liderança fria, autoritária e distante resultará, muito provavelmente, em equipes de atendimento, produção e operação frias, individualistas e descomprometidas umas com as outras, bem como com os resultados da organização.

Em função disso, muitas organizações têm pontuado a “liderança pelo exemplo” como um forte elemento cultural, compondo um dos valores ou competências centrais da organização, estimuladas e cobradas constantemente dos gestores.

Os programas de desenvolvimento, bem como campanhas internas, dos mais variados tipos, são aliados importantes para despertar maior proximidade e admiração dos colaboradores por seus líderes.

A troca de funções, ou seja, sair da gestão estratégica/tática para a prática, com foco em viver as operações de base ou mesmo outros processos de apoio que impactam na gestão da companhia, é uma delas.

Ao ver seu líder à frente de um processo operacional, por exemplo, o profissional percebe e reconhece a importância atribuída à equipe, ao entendimento de sua posição, de seus dilemas e desafios.

Quais os estilos de líderes que existem atualmente?

Um bom líder deve ter entusiasmo, ser motivado e participativo, ter espírito de equipe, saber delegar tarefas e cobrar resultados. SantAnna tipifica 6 diferentes tipos de líderes:

Um bom líder deve ter entusiasmo, ser motivado e participativo, ter espírito de equipe, saber delegar tarefas e cobrar resultados. SantAnna tipifica 6 diferentes tipos de líderes:

Autoritário: o líder autoritário é dominador e determina o que será executado pelo grupo, o que implica na obediência pelos demais. Assim, ele se assemelha ao antigo “chefe”. É pessoal nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada um.

  • Consequência: o grupo, de modo geral, reage de forma hostil e agressiva, se distanciando por medo.

Indeciso: não direciona o grupo e não assume responsabilidades.

  • Consequência: a equipe se sente desorganizada, gerando insegurança e até atritos entre os membros.

Democrático: este líder se preocupa com a participação do grupo, estimulando e orientando. Ouve as opiniões da equipe e determina junto com ela os objetivos desejados e as tarefas a serem realizadas. É impessoal e objetivo em suas críticas e elogios.

  • Consequência: o grupo é interativo, participativo e entusiasmado.

Liberal: o liberal participa minimamente do processo. A equipe possui total liberdade para definir diretrizes e objetivos.

  • Consequência: em geral, o grupo fica perdido.

Situacional: o líder situacional assume seu estilo de liderar mais de acordo com a situação do que com a personalidade. A postura deste líder varia conforme as diferentes situações do dia-a-dia. Ele se adéqua a cada situação.

  • Consequência: o grupo se sente motivado e seguro.

Emergente: é o líder que surge e assume a direção por reunir mais habilidades para conduzir a equipe aos objetivos diretamente relacionados a uma situação específica, onde determinadas ações devem ser traçadas de imediato.

  • Consequência: a equipe participa, colabora e se sente segura, sabendo que se houver emergência, o líder saberá o que fazer.

Quais as 5 características de um bom líder?

Os líderes possuem algumas características mais acentuadas, que reafirmam o perfil de liderança desejável de liderança e que poderão, entre outras compor o conteúdo a ser apresentado no programa.

Os líderes possuem algumas características mais acentuadas, que reafirmam o perfil de liderança desejável de liderança e que poderão, entre outras, compor o conteúdo a ser apresentado no programa. Entre as principais, estão:

Administram conflitos: a habilidade para mediar e administrar conflitos faz parte do perfil de liderança. Assim, os líderes costumam agir com imparcialidade e empatia e, desse modo, se transformam em conciliadores. A persuasão, a tranquilidade e a negociação são essenciais para se chegar a consensos e acordos.

Solucionam problemas: os líderes solucionam problemas e encontram novas oportunidades para o negócio. Para tanto, revelam capacidade analítica, proatividade, criatividade e coragem para propor inovações.

Possuem visão sistêmica: o líder é um curioso e, por isso, desenvolve uma visão sistêmica – analisando os processos, o mercado, os concorrentes e os impactos de variáveis externas. Dessa forma, conseguem enxergar a longo prazo, o que garante um entendimento maior sobre as necessidades e objetivos da empresa.

Sabem ouvir: saber ouvir é uma habilidade importante, porém, cada vez mais rara na atual sociedade. O líder deve ouvir com atenção, coletar opiniões, absorver conhecimentos e incorporar feedbacks.

Demonstram flexibilidade: a flexibilidade é outra característica dos líderes, que evitam posturas negativas ou restritivas. Assim, são capazes de se adaptar às novas condições, sem perder rendimento.

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O que é necessário para formar líderes?

O RH enfrenta diversos desafios para preparar novos líderes, que vão desde a seleção dos candidatos, à contratação de um parceiro para a condução dos módulos.

Com um programa consistente e alinhado à realidade da empresa, é possível conquistar excelentes resultados. E, para ser realmente efetivo, esse programa deve contemplar conteúdos específicos, mas também precisa criar situações que propiciem o amadurecimento pessoal e profissional dos participantes.

Confira agora como superar alguns desses desafios:

1 – Utilize ferramentas de análise de perfil de liderança:

Os softwares de análise de perfil de liderança podem ser grandes aliados do RH na fase de identificação de potenciais

Os softwares de análise de perfil de liderança podem ser grandes aliados do RH na fase de identificação de potenciais. Essas ferramentas trazem informações úteis, como:

  • Modelo mental;
  • Níveis de energia interna;
  • Preferências;
  • Vocações.

Assim, fica mais fácil fazer um diagnóstico completo.

2 – Considere a personalidade dos candidatos:

Para formar novos líderes, é preciso aprimorar competências comportamentais e interpessoais. Porém, o comportamento humano está atrelado a traços de personalidade. Portanto, esse é um processo demorado, que requer tempo e investimento não apenas por parte da empresa, mas também do próprio profissional.

Considerando essas particularidades, é possível evitar promoções equivocadas – que normalmente provocam uma série de prejuízos à equipe.

3 – Ofereça novas experiências e oportunidades de decisão:

A delegação é uma prática de gestão de pessoas indispensável para a formação de líderes. Ao assumir outras responsabilidades e ganhar autonomia, o profissional tem acesso a conhecimentos adicionais e também expande seu networking.

Adicionalmente, experiências distintas devem ser propostas, como a criação de grupos multifuncionais para coordenação de determinados projetos, é uma alternativa bastante válida. O mesmo vale para a condução de apresentações, reuniões e palestras. Essa exposição contribui para o fortalecimento da autoconfiança.

4 – Incentive o aprendizado:

Um programa eficiente deve considerar diversas possibilidades, como os treinamentos internos, além dos realizados por consultorias especializadas e mesmo com sessões de coaching.

O participante deve demonstrar interesse em trabalhar seu autoconhecimento, para, então, expandir e aprimorar as habilidades mais exigidas no dia-a-dia junto às equipes de trabalho.

Paralelamente, a empresa também pode oferecer bolsas de estudos, para cursos de graduação, pós-graduação, MBAs ou idiomas. O RH e os gestores devem fazer parte desse processo de aperfeiçoamento, sugerindo livros, vídeos e artigos relacionados à liderança, ao negócio ou ao mercado.

A participação em eventos, feiras e congressos também é aconselhável. Esses ambientes contribuem para a atualização do profissional, para a ampliação da rede de contatos e ainda incentivam o pensamento criativo.

Leia também:

5 – Forneça feedback:

O feedback também deve compor o programa de treinamento. Com conversas estruturadas e francas, é possível favorecer o desenvolvimento de líderes.

O feedback também deve compor o programa de treinamento. Com conversas estruturadas e francas, é possível favorecer o desenvolvimento de líderes. Na verdade, esse momento deve ser usado para elogiar, apoiar, orientar, corrigir desvios e, claro, alavancar a performance.

É imprescindível que o feedback seja consistente, baseado em fatos e acontecimentos.

Um programa que reúna todas essas análises e práticas têm maior chance de desenvolver uma formação mais adequada aos participantes. Com isso, as empresas conseguem desenvolver líderes mais competentes para o futuro.

Como encontrar um líder para a sua empresa?

1 – Entenda quais são os perfis comportamentais e qual procura:

Antes de mais nada, precisamos entender o que é um perfil comportamental, afinal, para entender e encontrar um líder, precisamos saber como as pessoas se comportam.

São diversos os perfis comportamentais, no entanto, alguns se destacam mais do que outros. E, aqui, vamos apresentar alguns dos principais, para lá na frente entendermos algumas das características dos líderes.

Perfil comunicador:

As pessoas inseridas no perfil comunicador são aquelas que têm facilidade na conversa com qualquer pessoa. São mais extrovertidos e ativos.

Ainda assim, são pessoas que não gostam de uma rotina monótona, ou seja, preferem o agito, e já se encaixam muito bem em um perfil de liderança. Além do mais, possuem uma boa capacidade de adaptação a novas funções e atuações.

Também gostam muito de ambientes harmoniosos. No entanto, são pessoas que gostam de serem destacadas, não ficam muito satisfeitas se o trabalho não é lembrado pelos outros.

Perfil Executor:

O executor tem a liderança quase que atrelada ao seu DNA. São pessoas que não tem medo das responsabilidades e tampouco dos riscos de suas funções.

Todavia, as principais qualidades de um executor estão relacionadas ao dinamismo e também por serem otimistas. Dificilmente você verá uma pessoa com esse perfil comportamental desanimada ou receosa com algum trabalho.

Além do mais, são trabalhadoras, e possuem uma grande disposição física. Sendo assim, são pessoas que trabalham direto e gostam de apresentar resultados.

Perfil Planejador:

Se, quando destacamos o perfil comunicador falamos que eles não gostam de rotinas, os planejadores são o contrário, eles gostam de seguir regras e normas predispostas.

No entanto, gostam de trabalhar diretamente com pessoas mais ativas e dinâmicas. Esse gosto por ter pessoas com perfis diferentes do seu lhe torna mais flexível na tomada de decisões.

Em tempo, são pessoas muito observadoras, até por isso, gostam de planejar todas as suas ações antes da tomada de decisão. É um bom perfil de liderança por saberem lidar com os imprevistos de uma forma tranquila, mesmo que não tenha uma resposta na hora.

2 – Avalie a Inteligência Emocional:

A Inteligência Emocional é um termo muito utilizado na Psicologia, ele é capaz de identificar os sentimentos de uma pessoa de uma forma mais clara e concisa.

A Inteligência Emocional é um termo muito utilizado na Psicologia, ele é capaz de identificar os sentimentos de uma pessoa de uma forma mais clara e concisa.

Sendo assim, é algo completamente dos testes de Quociente de Inteligência (QI), afinal, ele busca avaliar os sentimentos e não os conhecimentos de uma pessoa.

Com ele, é possível saber como o candidato a um perfil de liderança lida com diversas situações. Como ele reconhece seus sentimentos e emoções. É uma habilidade essencial para o convívio com outras pessoas, é muito importante para um coordenador de setor ou projetos.

Os profissionais que conseguem lidar bem com seus sentimentos e emoções, muito provavelmente saberão contornar problemas quando estiverem gerindo outros trabalhadores.

3 – Busque saber como ela repassa informações:

A comunicação interpessoal é muito importante dentro de uma empresa. Isso porque, quando se tem mais do que um funcionário, saber repassar as atividades e demandas é o que faz o dia a dia.

E esse “tipo” de comunicação não se reflete somente ao dito verbal, mas, também, aos gestos, fisionomias e trejeitos.

Um bom líder é aquele que, mesmo sem trocar uma palavra com o funcionário, sabe identificar se ele está insatisfeito ou com algum problema particular e profissional.

Na hora de contratar o gestor, é essencial que o profissional de recursos humanos busque saber se o candidato tenha essas aptidões, pois elas serão muito cobradas durante a execução de qualquer atividade dentro de empresa.

4 – Reação a problemas e mudanças:

Saber receber um feedback negativo de um cliente, analisar números ruins e contornar problemas, mesmo que a solução seja mudar algo que já é padrão, é muito importante em um cargo de liderança.

O gerenciamento de crises é algo muito debatido nos últimos anos. O profissional que melhor souber lidar com esses imprevistos, certamente estará apto a ser um coordenador.

Já no quesito das mudanças, não ter medo de inovar é muito importante. Afinal, quando se está em uma empresa, as transformações são inevitáveis, sejam de setores, funcionário, ou até mesmo de rumos.

Conclusão

A liderança é uma questão de redução de incerteza e insegurança de um grupo. É um processo contínuo de decisões, acertos e erros que permite à empresa buscar seus objetivos.

A partir dos anos 90 as relações humanas passaram a ter muito mais espaço e importância em relação ao início do século passado e isto afeta diretamente a gestão dos negócios.

O poder é o exercício da liderança, mas não há uma forma certa ou incorreta. Há a forma adequada. Diante disso, o líder ideal é aquele que se ajusta a sua realidade. Um bom líder consegue se moldar a cada situação, momento, ou grupo de trabalho.

Uma boa liderança é sempre notada pelos seguidores – se estes estão motivados e alcançam os objetivos pretendidos, é sinal que há um bom líder orientando o grupo. O líder poderá utilizar todos os estilos de liderança, de acordo com a necessidade, a tarefa e as pessoas. Cabe a cada bom líder saber equilibrar estas práticas e quando aplicá-las.

CHRO Responsável pelos times de People, Analytics Performance, Facilities, Culture; Talent Acquisition; Compensation; Employer Branding, L&D e Engagement Mestre em Administração com ênfase em Marketing, Professora Universitária Pós-graduada em Gestão de Pessoas e Pós-graduada em Orientação de Carreiras Coach e Mentoring
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