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Eu Estou Criativo?





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“Tudo
mudou, exceto nosso modo de pensar”

Albert
Einstein

“Será
que é tarde demais para mudar o nosso modo de pensar ?”

Edward
de Bono

“Eu sou criativo ?”

“Se sou e não estou, como
descobrir a minha própria criatividade ?

“No trabalho, como
desenvolver a criatividade de meus colaboradores?”.

“Qual é o método ou fórmula
ou sistema ou exercício ou vivência que pode me apresentar resultados
efetivos, concretos e mensuráveis?”

Estas são, quase sempre as
perguntas formuladas quando se quer algo na linha da CRIATIVIDADE e da
INOVAÇÃO
.

Buscando respondê-las:

  1. Todo
    ser humano nasce criativo. Aprendemos padrões (milhares deles) para nos
    adaptarmos ao mundo que nos cerca. Padrões sociais, familiares, de raciocínio,
    de comportamento, etc…Estes padrões são uma defesa importante para
    nossa sobrevivência. Sem padrões (paradigmas), não teríamos como viver
    em sociedade. Mas, por outro lado, estes padrões, rigidamente obedecidos,
    muitas vezes se tornam uma armadilha que vai envolvendo e aprisionando
    nossa criatividade inata. Então, é preciso separar e manter os padrões
    que nos são úteis e questionar os padrões velhos que se tornaram
    obsoletos (são muitos) e que travam novas aberturas de pensamento.

  2. Ninguém
    ensina CRIATIVIDADE para ninguém. Descobrir a criatividade tem o sentido
    literal do verbo DES-COBRIR. Temos uma criatividade potencial que
    está COBERTA (escondida / reprimida) e que pode ser resgatada.
    Para isso, é necessário alavancar mecanismos originais que possam abrir
    para novos caminhos, novas atitudes e novas maneiras de pensar.

  3. Juntando
    os itens 1 e 2, é preciso DES – ENVOLVER A CRIATIVIDADE.

    Então,
    o que a envolve ? São alguns dos famosos paradigmas que precisam

    ser
    questionados ? São muitos, com muitos nomes. Mas o principal deles é

    aquele
    que determina o nosso modo de pensar e de agir. Se este paradigma

    não
    for modificado em nossa mente, não resolve aprender novas técnicas,

    métodos
    ou processos. Ele é um vírus instalado há muito tempo no
    “hardware”

    do
    nosso “computador mental”. Este “vírus” tem a
    finalidade específica de impedir

    que
    programas de inovação e de criatividade se instalem em nossa mente.
    Seria

    como
    colocar um software de última geração em um computador 386.

O
PROGRAMA INADEQUADO

E. de Bono aponta para esse
“inimigo” quando diz que “novos softwares são lançados
todos os dias no mercado. Entretanto utilizamos, para a nossa mente, o mesmo
de 2400 anos atrás”
. Ele está se referindo especificamente ao
modo de raciocínio que herdamos dos gregos (Aristóteles, Sócrates, Platão).

É o raciocínio lógico linear
e binário. Aprendemos, através dele, que existe UMA (única) lógica, que as
coisas têm começo, meio e fim, linearmente determinados (origem e conseqüência)
e que se seguirmos os padrões que sempre deram certo chegaremos
previsivelmente ao resultado certo. Este “programa” foi extremamente
útil e funcionou durante séculos. Hoje, ele ainda funciona para muitas
coisas.

O problema é que ele está
ficando rapidamente inadequado, em face de novas exigências de um mundo instável,
imprevisível e em permanente mudança.

MUDAR O PROGRAMA

  1. À
    esta maneira de raciocinar binária, linear e excludente, propomos
    contrapor

    uma
    mudança de “programa”. É um processo que denominamos NET-THINK
    ©, raciocínio criativo em rede.
    Sua utilização possibilita incluir
    alternativas

    originais
    e não lineares para se chegar aos resultados desejados e que podem

    ser
    melhores. Possibilita também gerar resultados novos quando os usuais se

    tornam
    obsoletos ou insuficientes.

    Este
    é o método que utilizamos em nossos workshops e seminários. Ele não é

    nem
    pretende ser A solução única, mas acreditamos que ele possa ser
    hoje,

    uma
    alternativa inovadora bastante eficiente.

NET-THINK ©

O
conceito de NET-THINK © Raciocínio em Rede, é novo e
original.Por estar

estruturado
como um “raciocínio em rede”, ele se conecta, na nossa rede neural,

com
outros processos existentes. Ele associa, incorpora e adequa muitos dos

princípios
do Raciocínio Divergente, de Osborne e Parnes, do
Pensamento

Lateral,
que é utilizado por de Bono, das Múltiplas Inteligências de H.
Gardner

e
seus seguidores, dos procedimentos educacionais da Andragogia e da

Facilitação,
desenvolvidas pela Faculdade de Educação da Universidade de

Toronto
e também do Método Stanislawsky, para atores. Tal repertório é

selecionado
e acessado em rede diante de cada desafio, podendo gerar soluções

originais
e inovadoras.

Se
vivemos hoje um mundo conectado em rede, múltiplo e difuso, deve ser a “lógica
da rede”
que deve prevalecer, para otimizar nossas performances e os
resultados almejados.

Como
diz Clemente Nóbrega, no seu livro “Em busca da Empresa Quântica”,
é a rede que implementa a lógica anti chaminé” (a lógica
do séc. XX).

 

E
é bom lembrar que já estamos no séc. XXI.

 
ROSSEAU
LEÃO CASTELLO FILHO

DIRETOR DE QUALIDADE DO
INSTITUTO MVC

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