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Sumário

Geração Z: o que é, características e mercado de trabalho

Neste artigo você vai se aprofundar na geração Z, entendendo quem são e como recebê-los no mercado de trabalho.

A Geração Z, composta por indivíduos nascidos entre meados da década de 1990 e o início dos anos 2000, representa uma parcela significativa da população atual e está gradativamente se tornando uma força dominante no mercado de trabalho. 

Diferenciando-se de gerações anteriores, os membros da Geração Z são os verdadeiros nativos digitais, crescendo em um mundo onde a tecnologia, a internet e as redes sociais são ubíquas e fundamentais em suas vidas diárias. 

Esta exposição constante ao ambiente digital moldou suas perspectivas, habilidades e comportamentos de maneiras distintas, influenciando suas expectativas e abordagens em relação ao trabalho e à carreira.

Compreender a Geração Z é, portanto, essencial para as empresas que buscam atrair, engajar e reter jovens talentos, adaptando-se às novas tendências e expectativas que moldam o futuro do trabalho.

Como se define a geração Z?

A Geração Z, também conhecida como Gen Z, é definida como o grupo demográfico nascido aproximadamente entre meados dos anos 1990 e início dos anos 2010. 

Essa geração sucede a Geração Y, ou Millennials, e se caracteriza por ser a primeira a crescer completamente imersa em um mundo digital e conectado.

Membros da Geração Z são nativos digitais, tendo vivenciado desde cedo a revolução da internet, redes sociais, smartphones e outras tecnologias avançadas. 

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Este contexto tecnológico influencia profundamente suas interações, comportamentos, expectativas e maneiras de ver o mundo.

Social e culturalmente, a Geração Z é conhecida por seus valores progressistas, sua consciência social e ambiental, e sua busca por diversidade e inclusão.

Eles tendem a ser mais conscientes sobre questões como mudanças climáticas, direitos humanos e igualdade. 

No ambiente de trabalho, valorizam a flexibilidade, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e buscam oportunidades de crescimento e aprendizado contínuos.

Além disso, essa geração é vista como mais autônoma, empreendedora e adaptável a mudanças, reflexo de um mundo em constante evolução no qual cresceram.

Como gerenciar profissionais da geração Z

Jovens da Geração Z engajados usando um tablet juntos, refletindo a conectividade e o comportamento colaborativo.

Os profissionais com cerca de 20 anos, da geração Z, que começam a entrar no mercado de trabalho, encontram um ambiente de recursos limitados, maiores exigências e menos recompensas, saturado de pessoas que precisarão trabalhar por muito tempo.

Eles foram criados em uma era de mudanças profundas e ansiedade perpétua.

Essa nova leva de trabalhadores pensa, aprende e se comunica em um ambiente definido pela onipresença da internet sem fio, a integração tecnológica em atacado, o conteúdo infinito e o imediatismo. 

“Como resultado, eles cresceram muito rápido e é por isso que são, realmente, mais precoces”.

Bruce Tulgan, autor do livro O que todo jovem talento precisa aprender (Sextante, 228 páginas, 38,90 reais).

Ele falou mais sobre a geração Z e os novos conflitos no mercado de trabalho na entrevista a seguir.

Se os profissionais da geração Z são mais precoces, por que são também considerados imaturos? 

Porque eles são isolados e apoiados em um nível que nenhuma criança foi antes deles. A geração nascida na década de 70, foi criada por pais trabalhadores, com pouca atenção e cuidado direto.

A geração seguinte, que cresceu na década de 80, recebeu segurança e autoestima.

Os pais de agora são “pais de helicóptero”, porque estão prontos para resgatar o filho caso vejam o mínimo sinal de problema. Os jovens foram tratados como clientes pelas autoridades e instituições, inclusive a escola. 

Por isso pais, professores, conselheiros e médicos são mobilizados para supervisionar e apoiar cada movimento da criança, validando suas diferenças, medicando ou desculpado suas fraquezas e dando a eles qualquer vantagem material possível. 

Na China, onde há tantos filhos únicos, o fenômeno é ainda pior e é chamado de Síndrome do Pequeno Imperador.

Quais são as maiores queixas dos chefes sobre os funcionários da geração Z?

As principais queixas de líderes e gerentes são que eles chegam com expectativas muito altas, só querem as melhores tarefas, fazem o trabalho da maneira que quiserem e não recebem bem feedbacks negativos.

Eles não respeitam a figura de autoridade porque foram tratados como iguais pelos pais.

No entanto, faltam autoconsciência, habilidades de se comunicar e resolver problemas, além de profissionalismo, pensamento crítico e obediência. Os novos talentos não são apresentados a esses termos na escola nem em casa.

Quando chegam ao mercado de trabalho, muitos gestores acreditam que não é sua função ou que não têm os recursos ou conhecimento para lidar com essa falha na formação dos jovens empregados, e essa falta de habilidade continua crescendo.

Jovens da geração Z usando tablet juntos, representando a conectividade e diversidade da era digital.

Qual é o papel dos líderes para corrigir essas falhas?

Os jovens não ligam para figuras autoritárias ao mesmo tempo em que precisam desesperadamente deles, para nortear suas ações. 

A maioria dos gestores lida com a falha de comportamento quando elas aparecem: quando o funcionário chega atrasado, comete um erro de julgamento, ou quando há conflitos no time. Isso é lidar com o resultado, não com a causa.

Não existe resposta fácil, mas soluções parciais e complicadas.

Os líderes precisam reconhecer o poder das habilidades comportamentais neles, nos outros e nos times e o potencial desse desenvolvimento e lidar com a desconfiança desse jovem que acredita que o sistema ou a empresa não vai cuidar deles. 

Portanto, estão menos propensos a fazer sacrifícios em torno de promessas de recompensas a longo prazo.

Onde os gestores estão errando na gestão dos jovens?

No exagero, parabenizando quando eles simplesmente chegam na hora certa, por exemplo.

Especialistas falam para os gestores tirarem o pé do acelerador na autoridade, criar programas de elogios e transformar o ambiente de trabalho em um playground porque é isso que os jovens querem. 

Mas o que eles querem não é o que precisam e, por isso, dar a eles o que precisam com sucesso é muito mais difícil.

Essa geração necessita de líderes fortes.

Os gestores não devem minar sua autoridade, fingir que o trabalho é divertido, deixar o problema para trás e nunca deveriam oferecer elogios por fazer o mínimo.

Em vez disso, precisam dar as regras claras: se você quer A, tem que fazer B.

Quais estratégias podem ajudar nessa gestão?

Tenho nove estratégias para gerenciar jovens:

  1. Passe a mensagem verdadeira;
  2. Acelere o trabalho;
  3. Seja firme;
  4. Dê a eles o contexto e os ajude a entender seu papel na companhia e como eles se encaixam lá;
  5. Faça com que eles se preocupem com o cliente;
  6. Ensine como eles podem se autogerenciar;
  7. Ensine como eles serão gerenciados por você;
  8. Retenha o melhor jovem a cada dia; e
  9. Crie uma nova geração de líderes.

Eles precisam que o chefe os guie, direcione e apoie ao longo do caminho.

O que os jovens da geração Y e Z mais valorizam no mercado de trabalho?

Geração Z em uma sessão de brainstorming em um ambiente de trabalho contemporâneo, ilustrando sua preferência por espaços de trabalho inovadores.

Eles querem saber das possibilidades de longo prazo, mas também das oportunidades e recompensas a curto prazo. 

O chefe precisa falar sobre o que tem a oferecer hoje, amanhã, semana que vem, no final do mês, do semestre e do ano.

Em alguns momentos, eles querem apenas o salário, encontrar o próximo desafio, socializar ou ter o sentido de pertencimento.

O melhor caso é quando os jovens veem no trabalho a chance de produzir um impacto enquanto ganham mais recursos.

Eles podem ser mais difíceis para liderar, mas essa também será a força de trabalho com mais alta performance na história para quem souber gerenciá-los.

Os profissionais com cerca de 20 anos, da geração Z, que começam a entrar no mercado de trabalho, encontram um ambiente de recursos limitados, maiores exigências e menos recompensas, saturado de pessoas que precisarão trabalhar por muito tempo.

Eles foram criados em uma era de mudanças profundas e ansiedade perpétua.

Essa nova leva de trabalhadores pensa, aprende e se comunica em um ambiente definido pela onipresença da internet sem fio, a integração tecnológica em atacado, o conteúdo infinito e o imediatismo.

Veja também:

Conflito de gerações no trabalho

O  mercado de trabalho vive algo inédito, temos várias gerações dividindo o mesmo espaço, tarefas e responsabilidades nos escritórios. 

Há empresas, por exemplo, que contam com profissionais de 4 gerações diferentes e diante disso, saber lidar com a situação e entender como e porque ocorre o chamado “conflito de gerações” é uma das tarefas do RH e dos demais líderes.

Fatores sociais, econômicos e culturais estabeleceram a criação e a divisão da sociedade em gerações, que lidam de formas diferentes com a tecnologia, informação, comportamento, comunicação, trabalho, etc.

Quais são as 5 gerações? As gerações no mercado de trabalho

Grupo de jovens da geração Z tirando um selfie, simbolizando sua afinidade com a tecnologia e cultura atual.

Baby Boomers

Após a segunda guerra mundial houve uma grande explosão demográfica, por isso o nome dessa geração, nascida entre 1945 e 1960. 

Essas pessoas passaram por uma transformação cultural muito grande:

Os ideais de liberdade, o feminismo, os movimentos a favor dos homossexuais e os atos de resistência à censura militar foram fatos que marcaram essa geração.

No mercado de trabalho, essa geração é representada por profissionais que apreciam a estabilidade e passam anos na mesma empresa e no mesmo cargo.

Para eles o trabalho é uma forma de prover o sustento, não tiveram muita liberdade de escolha na carreira e muitos não tiveram oportunidade de fazer um curso superior antes de ingressar no mercado de trabalho.

Geração X

Os nascidos entre 1961 e 1980 representam a geração X, que foram os primeiros a pensar que empresa não é tudo e que hierarquia precisa ser respeitada, mas pode ser menos rígida

Apreciam a estabilidade e são profissionais comprometidos e consistentes em suas ações. No mercado de trabalho estão no auge da sua carreira e esperam reconhecimento profissional.

O maior desafio para esses profissionais é lidar com a tecnologia e acompanhar os processos de mudança, que para eles ainda é bem desafiador.

Geração Y

Os também chamados de Millennials, são pessoas nascidas entre 1981 e 2000 e marcadas pela revolução tecnológica.

Eles não precisam ser treinados para lidar com tecnologia, eles já entram no mercado de trabalho com essa habilidade.

São mais informais e por isso eles não apreciam a hierarquia rígida. Sua mentalidade é de que a empresa precisa se adaptar a eles e não o contrário.

Essa é a geração que desafia a maioria dos gestores, pois tiveram mais preparo para ingressar no mercado de trabalho, querem trabalhar por paixão e por propósito.

Não estão preocupados com estabilidade, nem com status social, sua maior preocupação é ser feliz fazendo o que gosta.

Geração Z

A geração mais jovem no mercado de trabalho nasceu a partir de 2001, tem conectividade espontânea com o mundo virtual, não conhecem o mundo sem ela.

A tecnologia para eles não é apenas um meio de comunicação ou de trabalho, ela é vital e fundamental para a sobrevivência.

Muitos desses jovens estão iniciando no mercado de trabalho, com 19, 20 anos.

Ele são extremamente autênticos, defendem causas com afinco, tem opinião própria, se posicionam e buscam a verdade acima de tudo.

Como lidar com os conflitos de geração no trabalho?

Cada geração tem maneiras diferentes de lidar com as situações cotidianas e a relação de trabalho.

Segundo uma pesquisa feita pela Amcham Brasil, atualmente, 75% das empresas enfrentam problemas relativos ao conflito de gerações no trabalho

Mas, prevenir esses conflitos só seria possível se as empresas optassem por contratar profissionais de apenas uma geração, o que seria prejudicial para os negócios, uma vez que todas as gerações tem suas qualidades e importância para os processos de forma geral.

Profissional da Geração Z colaborando com colegas em um escritório moderno, destacando a interatividade e diversidade no local de trabalho.

1- Retirando os rótulos

Entender as características das gerações é uma coisa, rotular as pessoas é outra completamente diferente, e o que acontece na maioria das vezes é que são criados esteriótipos, o que não é saudável para qualquer relação.

A dificuldade natural em lidar com tecnologia dos Baby Boomers não deve ser entendida como incapacidade, nem a informalidade dos Y pode ser confundida com irresponsabilidade ou falta de compromisso com o trabalho.

Nenhum conflito pode ser gerenciado se não nos livrarmos dos esteriótipos e esse é o primeiro ponto principal ser trabalhado por RH’s e lideranças nas empresas.

2-Atualização

Todos os colaboradores podem se atualizar e as lideranças devem incentivar as mudanças e o aprendizado e desenvolvimento contínuo de todos os colaboradores, independente da geração da qual faze parte.

3-Política de Benefícios Flexível

Uma forma de trabalhar a retenção de profissionais de todas as gerações e atender às suas necessidades ao mesmo tempo, é fornecer pacote de benefícios flexíveis.

Como a geração Y valoriza a qualidade de vida, propósito e prazer, um curso de inglês, plano de carreira ou horários flexíveis podem ser muito atrativos do que plano de saúde e vale alimentação, por exemplo, uma vez que salário e ascensão alta na carreira são muito mais valorizados do que benefícios do pacote padrão.

Já para a geração X, um plano de saúde extensivo á família, e benefícios que ajudam a equilibrar vida pessoal e profissional como apoio para a gestão das finanças pessoais e previdência privada podem ser ótimas escolhas.

O mais importante, é que para evitar os esteriótipos, os benefícios sejam oferecidos de acordo com o interesse do colaborador e não apenas com relação á sua idade ou geração a qual faz parte.

4-Diálogo e preparo

Novas gerações continuarão a entrar no mercado de trabalho, por isso, é preciso entender e se antecipar às necessidades dos novos profissionais, mantendo um canal aberto de diálogo com todos da equipe.

Para continuar tendo um papel de destaque e garantir a plenitude de qualquer negócio é importante estar antenado nas mudanças relacionadas á tecnologia, diversidade, fatores sociais e econômicos que podem influenciar nas relações e sempre deixando todas as informações de forma clara a todos os envolvidos.

Saiba mais: Aproveite e confira nosso curso sobre Diferenças Geracionais e aprenda como cada geração se comporta e pensa, tanto sobre seus hábitos de consumo, quanto de trabalho. Descubra o que as gerações veteranos, baby boomers, X, Y e Z pensam e como agem. 

Por que a Geração Z não fica na minha empresa?

Jovens da geração Z desfrutando de uma refeição juntos, destacando sua socialização e o compartilhamento de experiências.

Muito se tem falado sobre o porquê a Geração Z não fica em uma empresa, ou seja, quais os motivos que levam essas pessoas a não alavancarem uma carreira de sucesso em uma campanha.

Além disso, essa geração é considerada um diferencial para as diversas empresas, por isso, é importante entender as principais razões que levam ao encerramento de contrato no seu negócio para evitar até mesmo o turnover e outros impactos.

Equilíbrio entre vida profissional e pessoal

Nós avisamos que a Geração Z pensa diferente! Benefícios como folga remunerada, dias livres ou atividades diferenciadas e que criam um senso de comunidade são essenciais para eles. 

Ou seja, ao atrair e reter talentos, as organizações devem considerar tudo que podem oferecer e que incentive um estilo de vida saudável e maior bem-estar.

No primeiro dia de trabalho, por exemplo, durante o processo de onboarding, é ideal entender o que buscam num trabalho e quais são seus valores. 

Sua empresa está pensando além dos benefícios tradicionais dos funcionários? Você está promovendo uma cultura que considera a pessoa como um todo e não apenas o que alguém pode realizar em oito horas?

Portanto, a primeira lição a ser passada é a seguinte: construa um senso de comunidade, pois isso é mais importante do que nunca.

Dar aos colaboradores a capacidade de interagir uns com os outros em uma plataforma digital pode ser um componente interessante para ajudar a promover tudo isso. 

Quando a Geração Z acredita que está cercada por pessoas que pensam da mesma forma, o trabalho é menos parecido com um emprego. 

Buscam inovações 

A geração Z é ultra conectada, e por ser criativa e ágil, é a geração ideal para o seu negócio oferecer desafios e inovar, tendo em vista que esses jovens podem realizar atividades que exigem velocidade e criação. 

Uma vez que ofereça desafios e inovações, irá motivar a geração Z a continuar por mais tempo na sua empresa.

A Geração Z é mais cética

Há um certo cinismo na geração Z, que deriva de crescer em uma época de desinformação desenfreada, seja ela da mídia tradicional ou das redes sociais. Portanto, faz sentido que menos da metade dos profissionais se descreva como muito confiante. 

Esse ceticismo explica a cautela em torno de colegas de trabalho e empregadores. Eles ficam muito atentos para não deixarem que as emoções interfiram em seu trabalho. 

A autenticidade é importante para a Geração Z, e eles esperam vê-la na maneira como seu gestor se comunica com eles.

A maior parte quer saber o que está acontecendo e esperam comunicação transparente e de cima para baixo, de líderes que falem com eles como indivíduos. 

Todos estes estão acostumados a obter informações por meio de vídeos – e não se importe se parecer um pouco amador e sem valores de produção sofisticados. A Geração Z aprecia a comunicação que parece real. 

Tendo isso em vista e entendendo estes pormenores, você, como gestor, terá um grande trunfo nas mãos.

Sendo assim, é importante que os gestores reconheçam o poder da geração Z no mercado de trabalho e busquem lidar com os desafios de mantê-los em sua empresa.

Conclusão

A interação entre o mercado de trabalho e a Geração Z é um aspecto dinâmico e evolutivo do cenário profissional contemporâneo. 

À medida que esta geração, conhecida por sua afinidade com a tecnologia, valores progressistas e busca por propósito, vai se integrando ao mercado de trabalho, as organizações enfrentam o desafio de adaptar-se às suas expectativas únicas. 

Isso implica não apenas em revisitar estratégias de recrutamento e políticas de trabalho, mas também em fomentar um ambiente que valorize a diversidade, a flexibilidade e a inovação.

A habilidade das empresas em atender às necessidades e aspirações da Geração Z será crucial não apenas para atrair e reter jovens talentos, mas também para se manter relevante e competitiva em um mundo em constante mudança.

desenvolvimento e treinamento de pessoas
Camila Rocha, é uma profissional experiente em publicidade. Com formação pela Fumec, ela coordena atualmente a BU de Educação na Sólides Tecnologia, onde trabalha há 6 anos. Sua expertise em liderança e estratégias de educação corporativa tem sido fundamental para impulsionar o crescimento e o desenvolvimento dos colaboradores.
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