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Sumário

Gestão Interina e Missão

O gestor interino é um prestador de serviço experiente, qualificado e que atua como pessoa jurídica sem vínculo empregatício. Descubra como impulsionar sua emprea.

A gestão interina é diferente de outros métodos de gestão. Entender seu funcionamento, quem ocupa o papel e a importância dele para o cotidiano da empresa é fundamental.

De modo que, se possa fazer uma boa contratação, aproveitando tudo que um gestor interino tem para agregar no cotidiano da empresa.

Afinal, não são todos os negócios que se beneficiam de escolher uma gestão interina ao invés de uma consultoria. Entendendo as diferentes dinâmicas e possibilidades, é viável ser mais assertivo em sua decisão.

O que é um gestor interino?

O gestor interino é um prestador de serviço experiente, qualificado e que atua como pessoa jurídica sem vínculo empregatício.

O profissional é contratado de acordo com as necessidades da empresa que o seleciona, com o intuito de atuar temporariamente para a empresa contratante.

Sem vínculo empregatício, a relação é interessante para o contratado que irá contribuir com sua expertise e ser bem remunerado. Assim como, é útil para o contratante que tem sua demanda temporariamente atendida pelo gestor.

No entanto, a contratação interina requer alguns cuidados. Como é o caso da seleção de um profissional efetivamente experiente e que possa contribuir para a demanda que o negócio está apresentando em específico.

Um gestor interino pode ser contratado para dar continuidade ao trabalho de uma gestora que tenha tirado licença maternidade, por exemplo.

Dessa forma, a empresa continuará tendo uma boa performance enquanto a mulher está afastada. E quando ela retornar ao seu cargo, encontrará tudo em andamento conforme era esperado.

Assim como, a contratação pode ser feita para cobrir uma vaga que ficou em aberto, quando um gestor se desliga da empresa sem cumprir aviso prévio, por exemplo.

O que é gestão interina?

Interino difere de temporário. Embora o dicionário define ambos como pessoa, ato, evento ou algo transitório e não definitivo, no campo empresarial e de governança privada e pública os termos possuem distinções basilares.

A gestão interina é uma intervenção realizada nas organizações de forma provisória.

Temporária é aquela função ou cargo ocupado para cumprir uma tarefa, em substituição a alguém que está impedido por um tempo, ou para auxiliar, pontualmente, como reforço laboral.

Exemplos são as funções para cobrir licenças maternidade, os reforços de vendedores no varejo na época natalina, a contratação de auxiliar de enfermagem para cuidados pós-operatórios, etc.

Poderá até ser o suporte por um executivo no lapso entre a saída de um diretor e a contratação de seu substituto oficial.

O que caracteriza todos os casos de temporalidade é que ao seu ocupante cabe apenas executar tarefas dentro das regras vigentes e do nível de responsabilidade da natureza do cargo.

Não se esperam ações estratégicas, de inovação, melhorias, produtividade. É jogo apenas para cumprir tabela, com campeonato já ganhou. Portanto, não se pode esperar do gestor interino uma profunda mudança na organização.

O gestor interino apenas assume um jogo já em andamento e continua guiando o time. O que não significa que ele poderá transformar a partida sozinho.

Qual o papel da gestão interina?

Gestão interina sendo assumida por homem no meio da equipe que precisará liderar.

O papel do interino, ao contrário, é o cumprimento de uma missão, com objetivos e timing definidos, cujo atingimento extinguirá a função.

É muito mais do que executar… é fazer acontecer, em nome e por mandato do contratante.

A origem da gestão interina está nos bancos alemães que, diante de inadimplência de credores corporativos e valendo-se de dispositivos legais lá vigentes, passaram a assumir a gestão dessas empresas pela imposição de um gestor / equipe externa.

A equipe sempre era qualificada, experiente e de sua confiança, com a missão de reverter e recuperar a empresa em questão.

De forma mais básica, a técnica se espalhou pelo mundo e é praticada pioneiramente no Brasil há quase 30 anos.

Desde então aplicada em dezenas de situações de recuperação empresarial, processos de sucessão e profissionalização, incorporação de empresas adquiridas, equacionamento de conflitos societários e sucessórios, determinações arbitrárias, etc.

Relação entre gestão interina e missão

Na missão se aplicam conceitos de alinhamento militar: cabe ter um objetivo definido, a partir do qual se estabelece a estratégia, dando origem ao plano tático.

Uma vez que precisará ser executado sob competente liderança, por pessoas qualificadas e motivadas, tudo sem nunca perder de vista o objetivo macro e a integração das ações.

A gestão interina deve ser casamento feliz, mas com data de divórcio marcada e com separação total de bens, razão pela qual exige do ocupante.

Além de absoluta senioridade e profissionalismo, total abstração de considerações de carreira executiva; isenção, pragmatismo e exclusivo foco no futuro em lugar de política, bom relacionamento, comportamento focal, objetivo, disciplina, legalidade e educação ao invés de simpatia; liderança, em lugar de carisma.

Por isso tudo, sob a ótica de perfil, um clássico executivo de carreira não conseguirá ser um executivo interino, e vice-versa.

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Recuperação judicial e a gestão interina

No âmbito das recuperações judiciais, recomendado seria que todas elas fossem lideradas por executivos interinos, porque:

1) assim se tiram do comando gerencial os responsáveis pelos procedimentos que levaram aos atuais problemas;

2) isto permite colocar as empresas sob comando de gestores com perfil de crise;

3) estes gestores, pelo seu profissionalismo, experiência e isenção tem mais condições de agir no interesse de todos os “stakeholders”, inclusive os acionistas, mas não apenas deles.

Surpreende-me sempre a pouca atenção dada a essa alternativa pelos credores brasileiros em assembleia.

Embora esteja em suas mãos o poder legal de alterar a gestão e até o controle acionário como condição de aprovação do plano de recuperação.

Dentro dessa ótica, na recuperação judicial do Brasil, será imprescindível que Temer se posicione e aja como um “turnarounder” – corajoso, inovador e transformador – e não como candidato no próximo pleito.

Só assim poderá ter sucesso e entrará para a história por ter deflagrado inexoravelmente o movimento de inflexão do subdesenvolvimento político e ideológico deste país. Terá pensado na sua missão e não na sua carreira eleitoral.

Quais os benefícios da gestão interina?

Contratar uma gestão interina é repleto de benefícios para a empresa contratante. Nós trouxemos alguns dos benefícios da gestão interina, confira a seguir quais são:

1.     Rápida disponibilidade

O gestor interino tem rápida disponibilidade para assumir o cargo na empresa. Aspecto que faz com que seja possível evitar que a empresa fique sem nenhum profissional lidando com as questões que exigem um bom gestor.

Muitas vezes, a celebração de contrato é extremamente rápida, o que faz com que seja possível alcançar significativos benefícios.

2.     Objetividade e imparcialidade

Um profissional que é contratado como gestor interino terá uma missão a cumprir dentro da empresa durante a vigência de seu contrato.

Aspecto que faz com que seja possível usufruir de objetividade e imparcialidade. Portanto, é excelente para que o cargo seja ocupado por alguém que irá guiar a equipe temporariamente, sem disputa interna de poder.

Ter um profissional imparcial faz toda a diferença para que se alcance os resultados esperados para aquele período em específico na empresa.

3.     Experiência especializada

Um gestor interino profissional é uma pessoa altamente especializada na área em que atua. O que contribui significativamente para que esse profissional tenha real capacidade de agregar ao time.

Quando a equipe é gerenciada por um profissional qualificado, é natural que os resultados conquistados sejam os melhores possíveis.

4.     Transferência de conhecimento

Enquanto ocupa o cargo como gestor interino, o profissional transmite seus conhecimentos aos colegas próximos.

E isso obviamente impacta de forma direta nos resultados que se pode alcançar. Uma vez que, mesmo após a saída do colaborador, aqueles que trabalharam com o gestor interino acumularam mais conhecimento, possibilitando maior eficiência em seus cargos.

Todo o aprendizado que foi vivenciado no convívio com o gestor pode continuar a ser aproveitado. A equipe continuará perpetuando o que absorveu durante o convívio.

Gestão interina ou consultoria: quando contratar cada uma?

Não é raro que donos de negócios lidem com a dificuldade de escolher entre um gestor interino ou uma consultoria, visando trazer resultados para seus negócios.

Por isso, é fundamental ter clareza sobre qual é a demanda em questão que precisa ser resolvida por quem for contratado para ocupar o cargo.

Quando se busca uma transformação na empresa, com o intuito de alcançar maior assertividade, eficiência e o desejo de que se tenha um olhar crítico, capaz de mudar o jogo, é preciso investir na contratação de consultoria.

Tendo em vista que, o papel do consultor é justamente agregar ao time, enxergando os pontos fracos que precisam ser corrigidos para que as metas sejam alcançadas.

Papel que é totalmente diferente do trabalho de um gestor interino. Afinal, o gestor entrará apenas para cumprir aquilo que já está em andamento, garantindo que o cronograma da empresa seja seguido.

Portanto, é de suma importância contratar a mão de obra que seja compatível com a expectativa da empresa.

Justamente para que se possa ter a mão de obra adequada, desempenhando o papel que será vital para a empresa. Uma vez que, é preciso destravar projetos e ser eficiente em relação ao que se espera como performance do novo contratado.

Formado em Estatística pela Universidade Federal de Minas Gerais e com Especialização em Design Thinking pela University of California e formação em Inovação, também com formação em Empreendedorismo pela Stanford University. Conta com visão estratégica e experiência profissional em tecnologia e gestão de produtos. É o único brasileiro a figurar na ‘Top 50 CEOS de SaaS 2022’. Organizada pela Software Report, a lista reconhece os líderes de empresas mais transformadoras e impactantes do setor.
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