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Jogos de Negócios – A tecnologia e a prática como diferenciais no treinamento de recursos humanos

Versáteis, os Jogos de Negócios ganham a preferência das empresas principalmente por serem desenvolvidos de acordo com as necessidades de cada instituição.

O processo de globalização para o mercado empresarial é implacável, e um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas é conquistar resultados rápidos, lucrativos, mas acima de tudo duradouros. Para isso, profissionais qualificados e motivados são as ferramentas primordiais para alcançar o sucesso. Tendo ciência desta necessidade, as corporações cada vez mais têm investido em treinamentos de recursos humanos como forma de maximizar o retorno de seus colaboradores.

Entretanto, a maior dificuldade dos empresários está em encontrar uma ferramenta que contemple efetivamente a área de atuação de seus empregados e de sua empresa, fuja do convencional e traga os retornos desejados. Uma das técnicas que tem ganhado força no mercado são os Jogos de Negócios. O principal diferencial entre o treinamento convencional e os jogos é que ao testar uma teoria na prática, o aluno verifica na hora o resultado, conhecendo e assimilando melhor o processo. Sem contar os custos para a empresa, cerca de 40% mais em conta.

Além disso, os Jogos de Negócios se trata de uma ferramenta versátil, ou seja, podem ser criados de acordo com as necessidades de cada empresa. “As ações permitem a precisão em gerar rotinas de um ambiente competitivo, testar cenários, processos, decisões de marketing, análises econômicas, gestão de logística e possíveis modelos operacionais para minimizar custos, elencar possíveis riscos e testar decisões antes de efetivá-las”, afirma Fernando Arbache, presidente da Arbache Consultoria, que na próxima semana estará na Toyota nos Estados Unidos para acompanhar a realização de um jogo e, posteriormente, irá desenvolver uma ferramenta que atenda as necessidades da filial brasileira da empresa automobilística.

Para as empresas o retorno dos Jogos de Negócios é fantástico, afinal, graças à tecnologia aplicada por meio de um simulador em computador, é possível analisar a performance dos participantes (em grupo e individualmente) em várias vertentes como foco nos resultados, capacidade de liderança, comprometimento, entre outros que possibilitam a adequação dos colaboradores em cargos e áreas em que mais se destacam como profissionais, ou seja, é muito mais do que um treinamento, é uma análise de recursos humanos.

Sobre Fernando Arbache
Doutor em Sistemas de Informação (COPPE/UFRJ) e Inteligência de Mercado (ITA), atualmente é docente das cadeiras de Logística e Administração de Projetos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Professor do Alto Comando da Marinha de Guerra Brasileira, nas cadeiras de Logística e Sistemas de Informação. Pesquisador do ITA, em Inteligência de Mercado e Simulação, e do CNPq. Também é desenvolvedor de sistemas de novas tecnologias em CRM, ERP e Business Intelligence. Além disso, é autor do livro Logística empresarial, da editora Petrobras, e Gestão de Logística, Distribuição e Trade Marketing, da Editora FGV.

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