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Lucro: Primeira E Maior Contribuição Social Das Empresa – O Que O Rh Tem Haver Com Isso?





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Isso
mesmo, sem
rodeios, sem
falso
moralismo e
sem
preconceitos
ideológicos.
O lucro é
sim, a
primeira e
maior obrigação
social de
qualquer
organização
produtiva,
incluindo-se
as
cooperativas
e os
governos,
que chamam a
diferença
entre
receita e
despesas de
superávit.
Cooperativa
e governos
também
quebram,
quando não
geram superávit.
Sem lucro, não
há empresa,
nem
empregos,
nem produção
de bens ou
serviços,
nem
pagamento a
fornecedores
e de
impostos que
contribuem
para que os
governos
cumpram suas
obrigações
de estado:
saúde,
educação,
justiça,
segurança e
transporte.
Por incrível
que possa
parecer, há
empresários
e executivos
que têm
vergonha de
ter lucro e
outros que
preferem
desfrutarem
da sensação
do
auto-engano
de que a
empresa é
deles, e,
que esta
lhes
confere,
poder
onipotente e
onisciente.
Preferem o
exercício
de seus
caprichos,
ostentação
e vaidades
ao lucro.
Isso se
aplica também
a alguns
executivos
ditos
profissionais.
Este
auto-engano
os leva a não
considerarem
a importância
das suas
equipes na
construção
do lucro.
Construção
mesmo,
porque o
lucro é o
resultado da
combinação
complexa do
capital
investido,
da
capacidade
gerencial
dos
dirigentes,
da equipe
treinada,
motivada e
comprometida
com os
objetivos da
empresa e
dos
clientes, da
interação
com:
fornecedores,
comunidade e
financiadores.
A comunidade
cada vez
mais
interfere na
atividade e
nos
resultados,
através da
exigência
de respeito
ao meio
ambiente.
Eventualmente,
o que poderá
ser ruim, é
o uso que o
empresário
possa fazer
do lucro. Se
o consumir
em ostentação
e levar a
empresa à
falência ao
invés de
reaplicar
parte
substancial
do lucro,
para que a
empresa se
desenvolva
com segurança
e amplie os
empregos e
todos os
benefícios
daí
decorrentes,
se tornará
um irresponsável
socioeconômico.
Isso pode
ocorrer com
qualquer um
que gaste
mais do que
recebe.
Não
obstante, o
lucro ser a
medida de
sucesso
universal
das empresas
e ter enorme
relevância
para a vida
das
empresas, de
per si, não
é bastante
e suficiente
para
garantir a
sobrevivência
das organizações
produtivas.
É necessário
que empresários
e executivos
tenham
competência
para
combinar de
forma harmônica
e
situacional
as variáveis
essenciais
da gestão
polifocal:
lucro,
segurança,
desenvolvimento
– da
equipe e da
empresa –
qualidade de
vida – de líderes
e liderados
– e respeito
ao meio
ambiente.

Os
executivos e
profissionais
da área de
RH, têm
boas
oportunidades
de se
constituírem
na origem do
processo de
construção
do lucro. É
da
responsabilidade
profissional
do RH, entre
outras, o
recrutamento,
a seleção,
o
treinamento,
a
responsabilidade
por
facilitar a
qualidade de
vida no
trabalho e
promover o
incentivo ao
respeito ao
meio
ambiente.
Cada uma
destas funções
permite
enormes
oportunidades
de gerar
condições
necessárias
para a
construção
do lucro.
A contração
de recursos
humanos é a
mais difícil,
complexa e,
não
obstante, os
cuidados técnicos,
não se
eliminam por
completo o
risco e a
incerteza do
sucesso. É
a contratação
de recurso
mais
importante
entre todas
outras
aquisições.
Talvez, a
mais difícil
decisão
empresarial.
Imagine as
conseqüências
de se
comprar um
avião de última
geração
tecnológica
e não se
ter piloto
treinado,
motivado e
comprometido
com as metas
da
companhia.
Uma
estrondosa
perda de
recursos.
Caso se
tende
levantar a
aeronave
nessas
circunstâncias,
assume-se
elevadíssimo
risco
financeiro e
humano.
O executivo
e o
profissional
de RH não
podem ficar
prisioneiros
da armadilha
ideológica
colocada
pelo
marxismo,
que o
conflito
antagônico
entre o
capital e o
trabalho é
insolúvel.
A abordagem
marxicista
da relação
capital x
trabalho é
equivocada.
Capital e
trabalho não
são antagônicos,
são
complementares.
Só há
empregos em
expansão e
sindicatos
fortes se
existirem
empresas
fortes e em
crescimento.
Só existirão
empresas
fortes e em
crescimento
se houver a
disponibilidade
de recursos
humanos 
qualificados.
O conflito
entre o
homem e a
organização,
está no
fato do
homem ser
eminentemente
emocional e
a organização,
criação do
homem, ser
eminentemente
racional,
como
percebido
inteligentemente
por Chris
Argyris, no
livro
Personalidade
e Organização.
O executivo
e o
profissional
de RH
precisam
romper o
paradigma da
competição
para que
melhore o
relacionamento
interpessoal,
a gestão do
tempo e a
qualidade de
vida e,
conseqüentemente,
se reduza o
desperdício
e o desgaste
emocional,
que freqüentemente
induz o
surgimento
de várias
doenças do
“trabalho”.
A competição
é causa da
maioria dos
conflitos
interpessoais
e da ausência
de uma relação
de confiança
entre os
colegas e
pares. No nível
interno, a
competição
precisa ser
substituída
pela cooperação.
A crença
questionável
de que a
competição
é inerente
ao ser
humano, pode
e deve ser
canalizada
para a
competição
entre
empresas
concorrentes
de sorte a
permitir que
o clima
organizacional
seja mais um
fator agradável
para o
individuo
ser
produtivo
com
qualidade de
vida,
contribuindo
para a
construção
do lucro,
para a
segurança
do seu
emprego e
para o
desenvolvimento
das pessoas
e da
organização.
Continue à
vontade para
me
questionar
ou
encaminhar-me
seu
entendimento
sobre: por
que é
auto-engano
o fato de
pensar que a
empresa é
minha? Por
que o lucro
não é
bastante e
suficiente
para a
sobrevivência
da empresa?
Por que a
maioria dos
RH se
preocupa
mais com a
administração
dos fluxos
burocráticos?
Por que me
alinho com
Chris
Argyris
sobre a
natureza do
conflito
homem x
organização?

Publicada por: Jansen de
Queiroz Ferreira

Por:

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