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Menos Tempo, Mais Intuição!





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No
século XVI, a quantidade gerada de informação no mundo caberia em 200 livros. 
Hoje, a quantidade total cabe em 16 bilhões de livros.  Em 1985, 12 dias
era o tempo que levava uma carta para sair do Brasil e chegar nos Estados
Unidos.  Hoje, esta carta virou e-mail, e chega em até 12 segundos!

 

Resumindo. 
No passado, tínhamos excesso de tempo, mas faltava informação.  Hoje a
situação se inverteu.  Se por um lado temos excesso de informação, por
outro lado, experimentamos a escassez de tempo. 

 

Os
executivos estão diante de um dilema.  Ou tomam decisões rápidas, ou
tomam decisões apressadas.  Qual a diferença entre as duas?  Decisões
rápidas são aquelas decisões que tomamos baseadas em informações
consistentes, pertinentes e atualizadas.  Considero as decisões apressadas
aquelas que tomamos com base no achismo, ou seja, sem base dos fatos e dados.

 

A
saída então seria coletar dados, processar e analisar estes dados, gerando
informação e aí sim, tomar as decisões.  Quando tiver todas as informações,
então poderei tomar uma decisão rápida.  Que mundo perfeito!

 

Não
se esqueçam que temos 16 bilhões de livros em informação disponível. 
O processo então, levará muito tempo, e como sabemos, falta tempo disponível
para faze-lo 100% na íntegra.

 

Eis
aí o dilema real dos executivos!  Como ter as informações pertinentes,
no mais curto espaço de tempo?  Você pode optar por um software de CRM,
você pode optar por um ERP, você pode buscar estas informações com um
software de Data Mining, enfim, existem alternativas que podem ajuda-lo. 

 

ACHISMO
VS. INTUIÇÃO

 

Porem,
existe uma ferramenta,  dentro de você, que pode estar sendo pouco
utilizada, ou mesmo ignorada.  A INTUIÇÃO!  Se existisse uma frase
que define melhor a intuição, esta seria: ‘Sei o que fazer, mas não sei o
por quê’.

 

A
intuição simplesmente sabe, instantaneamente o que fazer. Enquanto a razão
trabalha, a intuição procede em raios.  O megainvestidor americano George
Soros sempre sabe o que fazer para se dar bem no mercado financeiro. Quando
sente dor nas costas, tem o pressentimento de que sua decisão não é a mais
acertada.

 

Os
instintos são baseados na experiência.  Um executivo que se baseia em
preconceitos e aparências pode intuir mal.  Se ele sabe ouvir a voz
interior, aquela construída em cima da experiência, reconhece instantaneamente
os bons pressentimentos. Estar atento aos pequenos detalhes faz toda a diferença.

 

Precisamos
separar o que é achismo de intuição.  As pesquisas podem dizer muita
coisa, mas não comunicam tudo.  As mulheres nunca disseram que gostam de
carros altos porque lhes dão uma sensação de poder. 

 

Na
encruzilhada de uma decisão, 99% é informação, 1% é intuição.  Mas
veja bem, você até pode errar dentro dos 99% da informação e seguir em
frente.  Mas errando na intuição, não há segunda chance.

 

 

ALEXANDRE
FREIRE

Consultor
Sênior do Instituto MVC

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