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Mitos e Verdades sobre os metaversos

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Os metaversos têm começado a ganhar espaço dentro da vida corporativa, mas será que ele funciona só para isso? O fundador e CCO do Grupo Epic, Luiz Guilherme, explica mais detalhes

São Paulo, junho de 2022 – Desde que Mark Zuckerberg mudou o nome de sua holding de Facebook para “META”, não se fala outra coisa senão em metaversos. Para isso, precisamos lembrar o momento que o Facebook passava: era o principal assunto da mídia, com inúmeros questionamentos sobre invasão de privacidade e forma de trabalho.

Nova call to action

Além disso, em 2014, o Facebook comprou a Oculus VR – a empresa que fabrica óculos virtuais por US$2 bilhões de dólares.

Mudar a empresa pra META e dizer que estaria criando um metaverso 3D com óculos resolveria com uma só tacada dois problemas do Mark: tirar seu nome do lado negro da mídia e ainda vender óculos.

Assim sendo, já desmistificamos que o “Metaverso” não foi criado pelo Mark. É um termo usado em um livro de 1992 chamado “Snowcrash”, que falava de um ambiente virtual no futuro onde as pessoas conviveriam. O conceito também foi abordado no livro “Jogador número 1”, além de filmes e séries como Tron, Star Trek e Matrix.

“A apresentação de um mundo digital em que as pessoas podem interagir, jogar, conversar, participar de eventos e trabalhar em um ambiente 3D com óculos de realidade virtual, passou a ser a grande curiosidade do mundo. Mas é importante também entendermos o que é verdade e o que é apenas mito”, explica Luiz Guilherme, Founder e CCO do Grupo EPIC.

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Metaversos: mitos e verdades

Mas então, efetivamente o que é esse metaverso? De forma simples, é a evolução da experiência da internet em uma plataforma mais imersiva e gamificada.

Diferente de uma experiência não-tão-interativa, como sites e redes sociais, a forma “metaverso” baseia-se na criação de “avatares”. 

VERDADE. “Contra partes virtuais de nós mesmos neste mundo em que andamos e interagimos com outras pessoas, em ambientes 2D e 3D, com óculos ou não. O que vale é a experiência de nos projetarmos a algum lugar ‘além do universo’, ou seja, um metaverso”, diz Luiz.

O metaverso foi criado apenas para ser aplicado no mundo corporativo²

MITO. “Muitas pessoas acreditam nisso, mas é um super mito. Se você quer jogar, tem metaverso de jogo. Se quer socializar com outras pessoas, tem metaverso de passeio. Quer especular compra de ativos digitais? Tem metaverso de exposição e trade. Se quiser participar de eventos, também tem metaverso para isso. Se quer trabalhar, crie o escritório ‘metavérsico’, e junte as equipes e clientes – esse é o justamente o conceito da nossa empresa”, complementa o sócio-fundador da EPIC.

O metaverso, por mais que ainda seja um conceito vago e novo no mercado, pode ser uma possibilidade de ferramenta de estudo em instituições?

VERDADE. “A principal verdade é que o conceito de ‘metaverso’ ainda está sendo criado. Não existem definições finais do que isso se tornará, senão uma nova forma de socializarmos virtualmente. Mas é fato que ele pode ser utilizado de diversas formas e para inúmeros objetivos diferentes”, acredita.

É preciso usar óculos de realidade virtual para todos os tipos de metaversos?

MITO.  “Muitas pessoas ligam o uso do metaverso com óculos de realidade virtual, mas isso nem sempre é realidade. Para ser sincero, cerca de menos de 2% das pessoas que acessam metaversos usam óculos. O uso deles é muito mais uma opção da META (antigo Facebook), justamente por terem comprado uma empresa de óculos VR e precisarem agregar esse produto na solução deles”, conclui Luiz Guilherme.

Sobre a Epic Metaversos

No mercado desde agosto de 2021, a Epic Metaversos é parceira da GATHER TOWN, a “engine” de metaversos que usam para criar os próprios metaversos.

Com isso, conseguem acesso não somente a uma série de benefícios diferenciais da plataforma, quanto a custos de hospedagem de metaversos muito mais atraentes do que diretamente com o fornecedor da engine (que não cria metaversos).

Atualmente, já criaram 130 metaversos, mais de 30 eventos, várias palestras, e projetos e eventos para marcas como WARNER, SAP, GLOBO, TIM e COIN MARKET CAP – uma das maiores plataformas de comparação de criptomoedas do mundo.

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