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Sumário

Entenda as principais diferenças entre funcionário, colaborador e associado

Descubra sobre cada uma das funções e veja a aplicação nas empresas!

Certamente, você pode ter alguma dúvida sobre o que difere funcionário colaborador e associado.

Desse modo, hoje falaremos sobre o assunto ao longo texto. Além disso, mostramos uma reflexão baseada em fatos que mostram detalhes sobre cada função.

Então, continue a leitura e confira!

Quais as diferenças entre funcionário, colaborador e associado?

De fato, as palavras funcionário colaborador e associado tem uso frequente para se referir a pessoas que trabalham em uma organização.

Mas, podem ter nuances e conotações ligeiramente diferentes dependendo do contexto.

Vamos as diferenças entre os termos a seguir:

Funcionário

Um funcionário é uma pessoa contratada por uma organização para realizar um trabalho em troca de salário ou remuneração.

O termo “funcionário” muitas vezes implica uma relação de emprego tradicional, na qual a pessoa está vinculada ao empregador por um contrato de trabalho.

Os funcionários geralmente têm responsabilidades específicas e horários de trabalho definidos.

Colaborador

O termo “colaborador” destaca a ideia de colaboração e trabalho em equipe.

Tem a possibilidade de uso de forma mais ampla do que “funcionário” e incluir freelancers, contratados temporários e outros tipos de trabalhadores que contribuem para os objetivos da organização.

“Colaborador” muitas vezes enfatiza a participação ativa e engajamento na missão da empresa.

Associado

O termo “associado” tem uso frequente em ambientes mais informais ou em organizações que querem enfatizar uma cultura mais colaborativa.

Pode sugerir uma relação mais igualitária e menos hierárquica entre os membros da equipe.

funcionário colaborador e associado

Algumas empresas usam “associado” como um termo mais amigável para se referir aos seus funcionários, enquanto outras o usam para descrever membros de organizações sem fins lucrativos ou membros de cooperativas.

Nota-se que, em muitos casos, esses termos tem uso de forma intercambiável e a distinção pode variar dependendo da cultura organizacional e das práticas de linguagem adotadas por uma empresa específica.

O que seria um cargo de associado?

Um cargo de associado pode ter diferentes significados, dependendo do contexto em que é utilizado. De modo geral, um associado é um membro de uma organização, como uma empresa, um clube ou uma associação profissional.

Em empresas:

  • Cargo de nível júnior: Em algumas empresas, o cargo de associado pode ser um cargo de nível júnior, geralmente para recém-formados ou profissionais com pouca experiência. Nesse caso, o associado pode ter responsabilidades básicas e supervisionadas, com foco no aprendizado e desenvolvimento profissional.
  • Cargo de nível sênior: Em outras empresas, o cargo de associado pode ser um cargo de nível sênior, geralmente para profissionais com experiência e expertise em sua área de atuação. Nesse caso, o associado pode ter responsabilidades mais complexas e autonomia para tomar decisões, além de poder liderar equipes e projetos.

Outras áreas:

  • Profissões jurídicas: Na área jurídica, o cargo de associado é comum em escritórios de advocacia. Nesse caso, o associado pode ser um advogado com experiência, mas que ainda não é sócio do escritório.
  • Pesquisa e academia: Na área de pesquisa e academia, o cargo de associado pode ser utilizado para designar um pesquisador que colabora em um projeto, mas que não é o líder principal.

Características comuns:

  • Compromisso com a organização: Independentemente do nível de senioridade, um associado geralmente é um profissional que se compromete com os objetivos da organização e se dedica a contribuir para o seu sucesso.
  • Autonomia e responsabilidades: Associados geralmente têm um certo grau de autonomia para realizar suas tarefas e responsabilidades, mas também podem receber orientação e supervisão de profissionais mais experientes.
  • Desenvolvimento profissional: O cargo de associado pode ser uma ótima oportunidade para os profissionais desenvolverem suas habilidades e conhecimentos, além de ampliar sua rede de contatos e adquirir experiência em diferentes áreas.

Análise de caso

Já faz um tempo que recebi um e-mail – daqueles que circulam pela net – encaminhado por um amigo.

O texto narrava um fato ocorrido em uma fábrica de creme dental e era mais ou menos assim: um dos diretores da empresa recebeu uma reclamação que estava sendo embaladas caixas de creme dental vazias para os clientes que, com toda razão, não estavam nada satisfeitos.

Para resolver o problema o executivo encomendou um estudo que apontasse uma saída para o problema, o mais rápido possível.

O responsável pelo setor sugeriu então a compra de uma máquina que identificasse as caixas vazias e as retirasse da linha de produção, o que ocorreu.

Importaram uma máquina com sensores moderníssimos que identificava as caixas vazias e as retirava, imediatamente, da esteira.

As vendas começaram a aumentar e para dar conta da demanda era preciso outra máquina nos mesmos moldes, mas, como o valor era muito alto e a empresa, apesar do aumento nas vendas, não poderia dispor de mais aquele investimento.

Ficaram então discutindo, no chão de fábrica mesmo, bem junto à linha de produção, o executivo e o chefe daquele setor sobre o assunto. Foi quando um dos funcionários da produção, observando a situação, aproximou-se e pediu para dar uma sugestão.

O operário disse então: não precisa comprar máquina nenhuma não é só colocar um ventilador bem próximo à esteira que a força do vento vai retirar as caixas vazias para fora e elas não serão embaladas. A ideia foi acatada imediatamente e a empresa economizou uma quantia bastante significativa.

O que isso nos leva a pensar?

funcionários, colaboradores e associados da empresa

Convenhamos, trata-se de uma sugestão, até certo ponto, simplória. Mas, que funcionou muito bem. O que está pequena, porém, verdadeira história nos faz pensar? Muito simples: as empresas ainda estão muito desatentas para identificar o conhecimento que possuem nos seus próprios quadros.

Como aquela grande empresa, muitas outras, independente do seu porte ou atividade, desprezam o que é denominado Inteligência Organizacional, que podemos definir aqui como os saberes que a própria organização possui através dos seus colaboradores.

Estímulo e reconhecimento

O que é engraçado é que, em algumas ocasiões, se paga caro para um consultor sugerir que se faça que muitos já sabiam que deveria ser feito.

Bem, aqui cabe uma pergunta: se sabem o que deve ser feito, por que não fazem?

A resposta é tão simples quanto a pergunta: as pessoas precisam de estímulo, e mais que isto, de reconhecimento: o que adianta fazer algo importante para a empresa, sem que se seja reconhecido pelo que se fez?

É possível que isto possa acontecer uma, duas vezes, talvez três, mas sempre?! As pessoas cansam de fazer as coisas sem ser valorizadas por isto. E, a valorização que me refiro, na maioria das vezes, passa longe do bolso do patrão.  O que para muitos gestores já seria um grande alívio.

Um elogio numa reunião, uma carta de agradecimento, um dia de folga e muitas outras possibilidades de se demonstrar que a empresa é grata a aquele colaborador, que fez além do que deveria.

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Realização em momentos críticos

De fato, o que percebemos é que algumas empresas só realizam reuniões quando alguma coisa está errada. As chamadas reuniões para resolução de problemas.

Nestes encontros invariavelmente o clima é tenso, cheio de especulações e dúvidas e, o que mais o colaborador que, é não ter o nome citado pelos gestores.

Não é difícil compreender o porquê de estes momentos serem profundamente indesejáveis.

O que corresponde ao contrário de uma reunião que tenha como objetivo o reconhecimento do mérito de um colaborador.

Pois neste caso a descontração marca o clima, a alegria está presente no rosto das pessoas e o que o colaborador mais deseja é ouvir o seu nome pronunciado pela chefia.

São momentos, às vezes, memoráveis para o colaborador.

Mas, infelizmente, muitas organizações ainda têm como lema aquele velho ditado: “Se fez, não fez mais que obrigação”. “Você é pago e muito bem pago para fazer isto mesmo”.

Claro que ninguém contrataria um colaborador para que ele cometesse erros e colecionasse prejuízos para a empresa, o objetivo dele é realmente dar lucro para a organização.

Mas, o reconhecimento da chefia, da diretoria poderia potencializar, em muito, a capacidade produtiva deste trabalhador.

De funcionário à colaborador

Quando uma pessoa é contratada ela normalmente é um FUNCIONÁRIO. Ela funciona. Tem uma função e desempenha ela e pronto.

Como exemplo poderíamos citar o vendedor que vê uma vassoura caída no chão da loja e não a pega, pois esta não é a sua função, mas sim vender.

À medida que ele se identifica com os objetivos da organização e se engaja neles, se torna um COLABORADOR, neste estágio ele não se restringe apenas ao que se espera dele, mas, envereda-se por outros caminhos que não o da mesmice.

Ele sai um pouco da multidão e começa a contribuir, a colaborar para o crescimento da organização. Como exemplo: o mesmo vendedor que ao ver a vassoura caída no chão se abaixa e a levanta.

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Colaborador ou sócio da empresa?

funcionário colaborador e associado da empresa

Mas, algo realmente extraordinário acontece quando ele definitivamente se torna parte da empresa e começa a viver como se esta pertencesse a ele mesmo.

Neste ponto já não se deve mais chamá-lo de funcionário, ou colaborador, mas de ASSOCIADO, pois ele tornou-se sócio da empresa.

Não de direito, pois jamais perceberá os lucros oriundos desta sociedade, mas, de fato. Como exemplo: o mesmo vendedor que ao ver a vassoura caída no chão a pega e a leva para o seu lugar.

Notamos que esta pessoa conhece a empresa, sabe onde a vassoura deve ficar e, principalmente, tem perfeita noção de que o lugar dele não pode ser no salão da loja, junto às mercadorias.

Podemos fazer outra pergunta aqui: se ele não perceberá retorno financeiro porque fazer isto?

A resposta é tão óbvia quanto à pergunta: o mercado está ávido por profissionais que tenham este perfil. Para ele não faltará emprego e certamente o seu vencimento não será o mesmo que um simples funcionário.

Fica fácil perceber que um associado é bem melhor que um colaborador, e, muito melhor que um funcionário, mas não podemos nos enganar: um associado é uma fabricação da própria organização, não se importa ou contrata.

Uma pessoa que se identifique com os ideais da organização só pode ser produzida por ela mesma e convenhamos, não é nada fácil.

Poderíamos citar inúmeros motivos, que justificassem esta dificuldade, mas prefiro deixar um argumento que estimule justamente o contrário:

Conclusão sobre funcionário colaborador e associado

Por fim, podemos concluir que as palavras funcionário colaborador e associado tem uso frequente para descrever pessoas que trabalham em uma organização, mas cada termo carrega nuances específicas.

“Funcionário” é mais tradicional, implicando uma relação de emprego formal. “Colaborador” destaca a colaboração e pode incluir uma gama mais ampla de contribuintes para a organização. “Associado” tem uso muitas vezes para enfatizar uma cultura mais igualitária e amigável.

No entanto, o uso exato desses termos pode variar de acordo com a cultura organizacional e as práticas específicas de uma empresa. Em última análise, a escolha entre esses termos reflete a abordagem e os valores da organização em relação aos seus membros de equipe.

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CEO e Co-Founder da Sólides, empresa de tecnologia para gestão de pessoas, que integra o ranking das 100 startups mais promissoras do país em 2021 e tem um ecossistema completo de RH, com o intuito de ajudar as PMEs a automatizar processos e criar dados e inteligência para melhor gestão e tomada de decisão sobre pessoas.
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