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O Tamanho Das Exigencias

O TAMANHO DAS EXIGÊNCIAS

É fato absolutamente inegável que as oportunidades de emprego e trabalho se espalham pelos quatro cantos do Brasil. Entretanto, além dos inexpressivos CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS por quem precisa, uma vez agregados aos fatores COMPORTAMENTAIS EXIGIDOS, lamentavelmente, toda esta “bagagem”, não tem permitido muita gente viajar em busca das ofertas de vagas do Oiapoque ao Chui. É ou não é verdade?

Quando nos declinamos no termo EMPREGABILIDADE, o que defendemos aqui nesta coluna significa dizer que VOCE CIDADÃO OU CIDADÃ possui qualidades para ser EMPREGÁVEL. Vamos explicar isso melhor! Empregabilidade é a capacidade que a pessoa deve possuir para arranjar empregos ou se adequar profissionalmente quando arranjá-los. Ou ainda, no sentido mais comum da palavra, a Empregabilidade, tem sido compreendida como a capacidade de alguém manter-se ou reinserir-se no mercado de trabalho.

Para ilustrar mais ainda, o conceito de Empregabilidade surgiu como instrumento de relativização da crise do emprego, face à incapacidade do setor produtivo de incorporar ou manter, no seu interior, o mesmo número de trabalhadores.

De fato, as tendências que o mercado de trabalho está assumindo, vem tirando o sono de muitos Pais de Família. Obviamente que por conta da inexistência de um “linguajar” que permita entendimento entre quem demanda por uma vaga e quem as ofertam, ou seja, os Patrões e futuros empregos. Alguma dúvida quanto a isto professores?

É lógico que, de uma parte, com a chegada da tecnologia, que nos pegou de calças curtas, recurso altamente poupador de mão-de-obra, seja nas relações, seja na jornada de trabalho, junto com a inexistência das políticas de emprego, embora prometidas, tudo isto e muito mais tem de sobremodo provocado sensíveis elevações das taxas de desemprego nas pequenas Comunidades, onde o social é caracterizado pela via da transferência de renda, ou seja, das “bolsas”. Um atalho para se contrapor ao caos, sem dúvidas!

Alguns estudos relativos ao mercado de trabalho dão conta de uma situação quase calamitosa, para muitos em praticamente todos os países. Aqui prá nós, eu sempre achei contraditório á questão de que o desemprego é um fenômeno mundial. Podemos até admitir, porém, considerando que as razões ou fatores que dão origens ao desemprego nos outros países em nada se assemelha ao quadro no Brasil. O desemprego do outro lado do Atlântico, por exemplo, não é responsabilidade puramente da educação, enquanto por aqui este é o principal ingrediente no tempero do desemprego da juventude!

Que verdades sejam ditas, precisamos parar para entender que o Varejo Comercial, pelo qual este colunista tem verdadeira paixão, até porque sou autor do Projeto Meu Primeiro Emprego no Comércio Varejista, PEC-VAREJO, talvez uma única versão no Brasil idealizada por um Consultor independente, é uma enorme “tábua de salvação” que poderá ser utilizado pela juventude nas pequenas Comunidades tomemos por exemplo. Quando isto acontecer SOCIALMENTE, REPITO, SOCIALMENTE, muitas famílias terão dias melhores pela frente, e, agradecerão sem dúvidas.

Permita-nos meus caros, mas, do jeito que os jovens estão assistidos por aqui, ninguém duvidará que amanhã ou depois, nossos futuros Legisladores, Magistrados ou Governantes, não serão pessoas que já sentiram o verdadeiro sabor de um cigarro de maconha ou de uma pedra de crack. Só a LUZ DIVINA impedirá que isto aconteça. Como o dia de amanhã pertence ao Grande Arquiteto do Universo, e, como nem tudo está perdido, tudo poderá ser revertido. Agora, que o tamanho das exigências do mercado de trabalho vem provocando certos cenários, ninguém duvide mesmo!

Em nossa coluna anterior tratamos sobre, COMO DEVEMOS NOS VESTIR PARA TRABALHAR. Não Leu? Leia, ainda há tempo! Nela apresentamos uma das maiores exigências. Prestem atenção, ao tamanho das exigências! Hoje, fatores como altura, cor, idade, corpo, tamanho da barriga, sexo, roupa, traje, penteado, maquiagem, fala, timbre de voz, são alguns dos ingredientes observados quando o tema chama-se “abrir uma porta para empregar”. Como perguntar não ofende ninguém, por favor: “QUANDO A GENTE SE FORMA, SE TRANSFORMA OU DEVERÍAMOS?

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