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Sumário

Pilares da inovação: o que preciso saber para começar a inovar

Este artigo explora os fundamentos essenciais para qualquer pessoa ou organização que deseja embarcar na jornada da inovação.

Conhecer os pilares da inovação é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Mas como dar os primeiros passos?

Em primeiro lugar, é preciso estar preparado para lidar com a incerteza e o risco, ao mesmo tempo, em que mantém a eficiência e a eficácia nas operações diárias.

Esse equilíbrio é conhecido como ambidestria, e é um dos pilares da inovação

Além disso, é preciso ter uma equipe multidisciplinar, processos de gestão de projetos eficientes e uma cultura de aprendizado contínuo.

Neste texto, vamos explicar quais são os principais elementos da inovação e como você pode colocá-la em prática no seu negócio. Confira!

Quais são os principais pilares da inovação?

Hoje, muitas empresas se veem pressionadas a desenvolver novos projetos e serviços para se destacar da concorrência. Porém, essa virada pode causar um desequilíbrio em todo o negócio caso não seja feita de forma estratégica. 

Assim, para começar a transformar sua organização, você precisa entender primeiro quais são os pilares da inovação

Alinhamento estratégico

O primeiro pilar da inovação é o alinhamento estratégico. As empresas precisam ter clareza sobre onde querem chegar e definir metas claras e objetivas para alcançar seus objetivos. 

Para isso, é preciso definir uma estratégia clara e coerente com a visão e a missão da empresa.

Além disso, é fundamental que haja uma comunicação clara e constante dos objetivos, para que todos os colaboradores estejam alinhados e engajados com a estratégia.

Cultura de experimentação

Uma cultura que estimule a criatividade e a experimentação é essencial para a inovação. A cultura deve ser baseada na confiança, no diálogo aberto e no aprendizado contínuo. 

É importante que os colaboradores sintam que podem compartilhar suas ideias e que sejam incentivados a experimentar e aprender com os erros.

A cultura da inovação deve ser disseminada por toda a empresa, e deve ser liderada pelo exemplo, com a participação ativa dos líderes da organização.

Capacidade de execução

Por mais brilhante que seja a ideia, ela não se tornará realidade se não houver uma execução eficaz.

Para isso, é preciso ter uma equipe multidisciplinar, que trabalhe de forma colaborativa e integrada, com habilidades complementares. 

É necessário também ter um processo de gestão de projetos ágil e eficiente, que permita a adaptação rápida a mudanças e imprevistos.

Adaptabilidade 

Outro elemento importante para a inovação é a capacidade de aprendizado e adaptação. A inovação envolve experimentação e aprendizado com os erros. 

É preciso estar aberto a mudanças e a feedbacks, e ter uma cultura de aprendizado contínuo. A avaliação constante dos resultados é fundamental para a identificação de oportunidades de melhoria e ajustes de rota.

Assim, uma cultura que valoriza a experimentação e a aprendizagem contínua incentiva a busca por novas soluções e ideias. 

A ambidestria organizacional, ou seja, a capacidade de equilibrar a exploração de novas ideias com a exploração das atividades existentes, é um aspecto importante da cultura organizacional que permite que as empresas inovem de forma consistente.

A tolerância ao erro é fundamental, pois permite que as equipes experimentem sem medo de fracassar.

Colaboração

Outro aspecto importante é a colaboração. A inovação muitas vezes exige a cooperação de diferentes áreas e habilidades.

Portanto, é essencial criar um ambiente colaborativo para que as ideias fluam livremente e sejam aprimoradas por várias pessoas.

A colaboração também envolve ouvir as necessidades dos clientes e incorporar suas sugestões ao desenvolvimento do produto ou serviço.

Dessa forma, a colaboração pode ajudar a garantir que a inovação esteja alinhada com as demandas do mercado.

Concluindo, a inovação é um elemento crucial para o sucesso de uma empresa. Para começar a inovar, é importante entender os pilares da inovação, incluindo a criatividade, a colaboração e a cultura organizacional. 

Além disso, é importante estar disposto a experimentar e tolerar o erro, pois o processo de inovação envolve muita tentativa e erro.

Com esses elementos em mente, as empresas podem começar a construir uma cultura de inovação e aproveitar os benefícios que ela pode trazer para o negócio.

Veja também:

Quais são os 5 tipos de inovação?

Lâmpada acesa destacando-se na escuridão, simbolizando a iluminação como pilar da inovação.

Os cinco tipos de inovação são um framework proposto por Doblin, uma empresa de consultoria de design e inovação, que ajuda a entender e categorizar diferentes formas de inovação.

Aqui estão os cinco tipos de inovação:

  1. Inovação de Modelo de Negócios: Este tipo de inovação se concentra na reconfiguração ou reinvenção da forma como uma empresa cria, entrega e captura valor. Envolve a identificação de novas fontes de receita, parcerias estratégicas, alterações na cadeia de suprimentos e adaptações na estrutura organizacional para se adaptar às mudanças no mercado.
  2. Inovação de Produto: Esse é o tipo de inovação mais comumente associado ao desenvolvimento de novos produtos ou melhorias nos produtos existentes. Envolve a criação de novas funcionalidades, design aprimorado, desempenho superior ou novas tecnologias para atender às necessidades dos clientes de forma mais eficaz.
  3. Inovação de Processo: A inovação de processo se concentra na melhoria da eficiência e da qualidade dos processos de produção, entrega ou operacionais de uma organização. Isso pode incluir a automação de tarefas, otimização da cadeia de suprimentos, redução de resíduos e melhoria da logística para aumentar a produtividade e reduzir os custos.
  4. Inovação de Experiência do Cliente: Este tipo de inovação se concentra na criação de experiências excepcionais para os clientes. Envolve o aprimoramento de todos os pontos de contato entre a empresa e seus clientes, desde a interface do usuário de um aplicativo até o atendimento ao cliente e a personalização dos produtos ou serviços.
  5. Inovação de Marketing: A inovação de marketing se refere a estratégias inovadoras para atrair, envolver e reter clientes. Isso pode incluir novos canais de marketing, estratégias de branding, abordagens de publicidade não convencionais e o uso de dados e análises para compreender melhor o público-alvo.

10 Mitos sobre Inovação

Confira a seguir 10 mitos sobre inovação que devemos ter cuidado:

Equipe trabalhando juntas encaixando engrenagens de madeira, uma metáfora para os pilares da inovação colaborativa.

O livro, realizado em parceria com Chris Trimble, argumenta que a maioria das pessoas acha que inovação é totalmente relacionado a geração de idéias, quando na verdade é mais sobre entrega, pessoas e processos

Diante da pouca existência de pesquisa no campo de execução da inovação, os autores apresentaram uma investigação real sobre esse assunto ao longo dos últimos dez anos.

Para os autores, a geração de idéias está na extremidade direita do processo de inovação, trata-se da parte glamourosa e energizante.

Já a execução aparece nos bastidores, trata-se do “trabalho sujo”, mas que sem um processo de execução, grandes idéias irão a lugar nenhum, mesmo em empresas start-ups.

Abaixo os 10 mitos mais comuns sobre inovação apresentados pelos autores:

Inovação é totalmente relacionado a Idéias

Esse mito é bastante conhecido e se alguém ainda pensa assim, precisa rever urgentemente seus conceitos.

Geração de idéias é apenas o início do processo. Trata-se apenas da ponta do iceberg. É claro que sem idéias, não é possível inovar, mas isso não é o bastante. 

É preciso atenção, disciplina e os recursos para que as idéias transformem-se em inovações.

Eu diria que é preciso muita constância de propósitos, pois inovar é um processo de risco que sempre enfrenta adversidades e que podem levar a desistência da idéia inicial.

Como diz o consultor Stephen Kanitz, não basta ter iniciativa (idéia), tem que ter acabativa (inovação).

Um grande líder nunca falhará ao inovar

Quando a idéia, que possibilitará a inovação, surge, é preciso entender que o processo de execução não é nada simples. Haverá conflitos por compartilhamento de recursos com as operações em andamento.

É o chamado “Dilema da Inovação”.

Um líder, por mais empreendedor que ele seja, necessitará de apoio organizacional para enfrentar conflitos como esse;

Líderes inovadores efetivos são subversivos lutando contra o sistema

Líderes inovadores efetivos não são necessariamente aqueles que mais assumem riscos ou rebeldes. A virtude principal de um líder inovador eficaz é a humildade.

O que você quer é a integração com as operações do mundo real, não uma bagunça indisciplinada e caótica. 

Entendo que você deve procurar ter uma equipe equilibrada, desde que esse não seja um equilíbrio estável, mas sim dinâmico.

Afinal de contas, o equilíbrio extremo também é prejudicial e inovar também significa ter os pés no chão.

Pilares da inovação: Qualquer um poder ser um inovador 

Aviões de papel em formação com um se destacando e voando mais alto em um fundo azul, representando os pilares da inovação e a liderança.

Esse mito é bastante conhecido. Nem todo mundo está disposto a correr riscos. Muitos simplesmente não tem o menor interesse em inovar.

Preferem ficar em suas zonas de conforto a ter que aumentar sua zona de esforço em busca de grandes inovações e realizações.

A inovação real acontece de baixo para cima

Qualquer iniciativa de inovação, independentemente do nível organizacional de onde ela tenha surgido, exige um compromisso formal de toda a cadeia administrativa. 

Além de exigir a atenção e os recursos patrocinados pelos executivos da alta administração, é preciso ter uma infra-estrutura organizacional que favoreça a experimentação e o aprendizado com o processo de inovação.

Não basta o apoio unicamente do tipo chuveiro (Top-down) ou do tipo bidê (bottom-up), é preciso apoio do tipo hidromassagem, vindo de todos os lados;

Incorporar a inovação dentro de uma organização já estabelecida 

Está claro aqui o pensamento do consultor Vijay Govindarajan.

Quem já assistiu alguma palestra dele, sabe que ele defende que é impossível gerar inovação descontínua competindo pelos mesmos recursos com operações contínuas que estão em andamento na organização. 

Segundo Vijay, a inovação descontínua é simplesmente incompatível com operações em curso.

Ele defende que equipes sejam apartadas de forma a dedicar-se totalmente a esse processo (assunto do próximo mito);

Implantar inovação requer uma mudança organizacional completa 

O que se espera é que a inovação seja um alvo.

Para isso é preciso respeitar as operações existentes. Uma abordagem que o consultor Vijay Govindarajan defende é que sejam utilizadas equipes dedicadas a estruturar esforços inovadores.

Inovação somente ocorre em esforços isolados 

A inovação não deve ser isolada das operações em curso.

Deve haver uma conexão entre os dois. Quase toda a iniciativa de inovação de valor precisa alavancar recursos e capacidades existentes;

A inovação é um caos incontrolável 

Mais uma vez é importante analisarmos de forma separada o processo de geração de idéias e o processo de execução da inovação.

A geração de idéias tem maior facilidade de surgirem em ambientes caóticos e que favoreçam o surgimento da criatividade

O mesmo não pode ser aplicado ao processo de execução da inovação, pois é um processo que deve ser acompanhado de perto e cuidadosamente gerido;

Somente empresas start-ups podem inovar 

Aqui vem uma boa notícia para empresas mais antigas e que atualmente tem dificuldades para inovar devido a velhos vícios. 

Apesar de alguns empresários estarem convencidos de que só é possível inovar através de aquisição empresas start-ups, a pesquisa sugere que muitos dos maiores problemas que o mundo enfrenta só poderão ser resolvidos por grandes empresas estabelecidas.

Como podemos constatar através dos mitos acima apresentados, não existem respostas absolutas e definitivas no mundo empresarial e da gestão. 

O processo de inovação requer constância de propósitos e estrutura organizacional que permita o surgimento e a execução da inovação, principalmente no que diz respeito a experimentação e o processo de aprendizado, pois, como já escrevi em post anterior, é preciso tentar e, se errar, aprender e refletir.

5 dicas para criar um ambiente que cultive os pilares da inovação

Apresentação de estratégias de negócios, ressaltando a comunicação eficaz como pilar da inovação.

Muitas empresas, grandes e pequenas, caminham para e extinção. Algumas se dão conta e outras não.

O que há em comum entre elas? A velocidade da obsolescência: que é enorme!

Desenvolver um produto e/ou serviço bem sucedido e parar por aí não é uma atitude aceitável para as empresas que desejam sobreviver, e até se destacar, no mercado pelos próximos anos.

O que é novidade hoje torna-se ultrapassado em pouquíssimo tempo. O fato do tema “inovação” ocupar tanto espaço em textos, manchetes e das prioridades das empresas e seus CEOs, não é casual ou modismo.

A inovação é imprescindível para as companhias de todos os tamanhos, desenvolvida como cultura e com processos dedicados.

E engana-se quem acredita que apenas grandes organizações, que possuem recursos para investir, podem ser inovadoras.

Ter a mente aberta para o novo e para o diverso (até divergente!) é o principal ingrediente para se reinventar e realizar projetos arrojados – que nem sempre estão baseados em tecnologias totalmente inéditas pois em muitos casos, aprimorar algo que já existe ou recombinar elementos já conhecidos pode ser a grande sacada.

Por isso, compartilho dicas que são fundamentais para os que desejam cultivar a inovação nos negócios – independente do porte ou área de atuação – ou até mesmo ousar na carreira:

Mude a perspectiva: veja o mundo por outros ângulos

Pode parecer óbvio, mas é o principal erro cometido.

Fala-se muito e pratica-se pouco. Isso acontece porque acreditamos que inovação requer dinheiro e grandes laboratórios de pesquisa.

Isto pode ser necessário, mas será excessivamente dispendioso se não criarmos um ambiente disruptivo por algo simples: evitar a convergência fácil de ideias e cultivar o “pensamento divergente”.

Precisamos olhar as mesmas coisas de outra forma: comece vendo sua empresa pelos olhos dos clientes. Saia da defensiva e do lugar comum.

Equipe diversificada trabalhando juntos em um projeto, refletindo a colaboração.

Tempo dedicado: nada muda sem esforço focado

Comece utilizando os recursos disponíveis e sob sua gestão: o seu tempo e do seu “capital humano” – sua equipe. Ofereça tempo e espaço para que as pessoas debatam, divirjam, tragam novas ideias. 

Reserve horários e salas para brainstorms e reuniões nas quais o propósito seja a troca de conhecimentos e a busca de soluções para problemas conhecidos e perenes.

Instrua e peça a “divergência construtiva” : ela testa a consistência do que fazemos e permite novos ângulos. Abra espaço para o novo.

Processos: inovação requer novas competências que são locomotivas novas em trilhos antigos – processos não revistos

Você está olhando por outras perspectivas, cultivando o pensamento divergente e agora precisa mudar o “dia-a-dia”.

De outro modo, a novas e possíveis boas ideias morrerão nas salas de brainstorming. Só será possível partir para a implementação, se você revisar e ajustar seus processos, senão, o novo será “reconformado” pelo velho e, adivinhe? Nada mudará! É preciso mudar o jeito e o “como” as coisas são feitas.

Sem mudança de cultura e de processos a inovação sera menos que uma onda passageira. Abra novos trilhos e caminhos.

Ouça e Compartilhe: a solidão pode ser uma armadilha

Você está implementando soluções novas, mas na verdade, apenas debateu o desenho e o protótipo com você mesmo.

O receio de perder uma boa ideia ou tê-la copiada, cria muitas vezes, um excessivo isolamento para seu protagonista ou para o líder de uma organização.

Escolha pessoas em em quem confia e dê um jeito de testar o conceito com seus clientes: você testará a solidez e a viabilidade antes de lançar algo que parecia ótimo, e poderá representar um fracasso.

Olhar por outros ângulos, significar também, com outros olhos.

Erre: não só é humano como é uma forma de chegar mais rápido ao sucesso

Não tenha medo das falhas, sempre que foram produzidas com esforço focado – busca de uma nova solução ou produto.

Produzir algo novo é em geral fruto de uma séria de boas ideias que fracassaram e deram espaço para ideias ainda melhores.

Por isto, quando o erro ou fracasso ocorre, será essencial aprender com rapidez e mudar a rota, somando a experiência.

Daí a importância de compartilhar e estar aberto para ouvir: são aceleradores do aperfeiçoamento que levará a inovação.

Se perguntarmos para diferentes empreendedores inovadores como eles alcançaram o sucesso, certamente as trajetórias serão diferentes, mas muitos trilharam grande parte destes caminhos – mesmo que inconscientemente.

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Como fazer os pilares d inovação uma meta no seu dia a dia?

Quando você ouve a palavra inovação, qual é a primeira coisa que vem a sua cabeça? A princípio todos nós tendemos a imaginar produtos e coisas futuristas, não é?

Naves espaciais, carros voadores e robôs falantes fazem parte do imaginário coletivo do que é inovar. Já no dicionário, inovação significa “introduzir novidades em; renovar; inventar”. 

A  inovação começa primeiro pela mudança de mindset.

É preciso estar preparados para usá-la ao nosso favor em vários cenários: seja para nos prepararmos melhor – por meio do fomento dos questionamentos mais atuais e as respostas mais assertivas -, para sermos mais empoderados, e, principalmente, para fazer com que nosso trabalho seja um viabilizador de nossos sonhos.

Estamos vivendo um tempo incrível no que diz respeito à inovação. Convivemos diariamente com recursos e tecnologias que até 50 anos constituíam obras de ficção científica. 

O Brasil, por exemplo, é um país que transforma oportunidades em negócios. Um levantamento feito pela Americas Market Intelligence divulgado em 2019 mostra que o Brasil é o mercado que lidera a inovação na América Latina. Oito das 20 principais empresas identificadas como inovadoras estão aqui. 

Quanto menos complacente formos conosco, com nossa organização e com a sociedade, mais inovadores seremos.

Também precisamos ter a humildade e a coragem de nos reinventarmos constantemente, pois desta maneira aceleraremos a inovação e, consequentemente, nossa evolução.

Um líder que maximiza as oportunidades, valoriza a sua equipe, trabalha com seus pontos fortes e segue em prol de um propósito conduz seu time a buscar sempre o melhor e sair a frente do mercado. 

Como inovar com pequenas ações?

Uma lâmpada azul entre amarelas sobre fundo amarelo, representando a distinção na inovação.

É das pequenas ações do cotidiano que um negócio consegue de fato inovar. É da valorização de uma ideia, da busca pela excelência, do diálogo sincero com um time. Da crença em uma causa genuína – esta, inclusive, deve transcender os números do negócio.

São desses detalhes que saem produtos e serviços que movimentam não só uma empresa, mas todo um mercado.

Durante uma conversa com o Pedro Englert, CEO da StartSe, ele mencionou que “para inovar é preciso a combinação de três elementos: conhecimento, rebeldia e capital”. 

A pergunta já não deve ser sobre o quanto investimos em conhecimento, capital humano, tecnológico e financeiro, mas também deve permear o quanto estamos sendo rebeldes com o processo, produtos e conosco mesmo.

Também devemos avaliar a frequência com que estamos falando o famoso “por que não” ao invés do “por que”?

No setor de saúde animal, por exemplo, temos observado o fenômeno da individualização dos animais de produção e da humanização em pets.

No primeiro, temos o avanço expressivo do uso da tecnologia de precisão, que reúne dados do animal individualmente e usa os mesmos para gerar informações e conhecimento para melhorar a produtividade e maximizar o bem-estar dos animais. 

E quem imaginaria que hoje o cão e o gato integrariam a nossa família? Quem pensou lá atrás em investir em recursos que nos aproximassem dos nossos pets com certeza está à frente no mercado.

Por isso que eu digo que a observação, a troca de ideias e a humildade para compreender realidades diferentes das nossas são a base para a identificação de oportunidades.

É isso que impulsiona o desenvolvimento de qualquer negócio. Precisamos pensar o presente de forma integrada, e refletir sobre o impacto das nossas ações no futuro.

Por onde começar a aplicar os pilares da inovação?

Quando você pensar em implementar uma inovação na sua empresa, sempre virá à sua cabeça a pergunta “por onde devo começar”? Pelo que for tecnicamente e financeiramente possível ou pelo desejável?

Acredito que focar em começar pelo desejável vai lhe ajudar a encontrar o melhor equilíbrio entre ser executável com o melhor ROI. 

Comece com um convite à inovação aos representantes de todas as áreas da empresa e tenha a certeza que processos inovadores estejam inseridos na sua cultura organizacional.

A inovação é uma porta para o futuro mas que exige uma constante caminhada no presente. Seja autêntico, curioso, rebelde, conquiste a confiança da sua equipe por meio da atitude e reforce cotidianamente sua causa e pilares culturais. 

Aprecie novas ideias e faça do seu dia a dia uma ponte para chegar a resultados inovadores. Nada cai do céu, e por isso é preciso acreditar naquilo que se faz. Dessa forma você com certeza verá a inovação se fazer presente no seu negócio.

Conclusão: dominando os pilares da inovação

Na busca incessante por um mundo mais dinâmico e progressista, os pilares da inovação emergem como alicerces essenciais para o sucesso e a relevância em qualquer setor ou indústria. 

Em última análise, a inovação não é apenas uma opção, mas sim a chave para a sobrevivência e a prosperidade em um mundo que está sempre evoluindo.

Portanto, incentivamos a adoção desses pilares como guias para um futuro repleto de descobertas, progresso e impacto positivo.

Formado em Estatística pela Universidade Federal de Minas Gerais e com Especialização em Design Thinking pela University of California e formação em Inovação, também com formação em Empreendedorismo pela Stanford University. Conta com visão estratégica e experiência profissional em tecnologia e gestão de produtos. É o único brasileiro a figurar na ‘Top 50 CEOS de SaaS 2022’. Organizada pela Software Report, a lista reconhece os líderes de empresas mais transformadoras e impactantes do setor.
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