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Plano De Carreira: Você Tem Um?





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É
cada vez mais
raro pensar em
fazer carreira
nas empresas.
Mas para
aqueles que
ainda
planejam,
segue uma
reflexão.
 

Sobre
o tema
indicado tenho
uma visão
pessoal que,
talvez, destoe
das abordagens
técnicas clássicas.
Entendendo que
num mundo que
apresenta nítida
tendência
para a redução
da relação
de emprego e 
prioriza a
relação de
trabalho sem vínculo
empregatício,
num contexto
globazilizado,
no qual se
constata
vertiginosa 
aceleração
do ritmo das
mudanças
socioeconômicas,
fica complexo
o planejamento
de carreira,
que, cada vez
mais  se
aproxima 
do
planejamento
de vida, que
nos revela a
cada esquina
do tempo,
surpresas,
revelações,
términos e
recomeços.

Partindo
do contexto
descrito
acima, o
planejamento
de carreira
deve está
correlacionado
com os
objetivos
pessoais,
familiares,
sociais e
profissionais.
O profissional
que fizer
planejamento
de carreira
deve ter
sabedoria para
distinguir
persistência
de teimosia e
ter presente
que o único
evento
permanente na
vida é a
mudança. Por
isso deve
ficar sempre
atento às
mudanças que
afetem seus
objetivos ou
até mesmo os
tornem
obsoletos. A
vida só nos
oferece duas
alternativas:
mudar para
vencer ou
mudar para
perder. Pensar
que se vive
sem mudar é
auto-engano. Nós
não somos nós
estamos em
contínuo
processo de
mudança. A
escolha fica a
critério do
livre arbítrio.
Aqui não
estou fazendo
apologia da
filosofia da
musica do Zeca
Pagodinho:
deixa a vida
me levar, vida
leva eu, mas,
apenas,
contextualizando
o planejamento
de carreira e
introduzindo a
necessidade do
desenvolvimento
da inteligência
emocional que
entre outros
requisitos
requer
flexibilidade
e a tolerância
às frustrações.

Pessoalmente, 
não acredito
em regras.
Valorizo
conceitos,
trabalho
produtivo –
aquele que está
alinhado com
os objetivos
do indivíduo
-, amor, – está
passando da
hora de
incluir o Amor
como característica
necessária ao
desenvolvimento
profissional 
-, medo – por
que contribui
para a
sobrevivência
do indivíduo
e do
profissional
– ira, sim
ira, é uma
das emoções
básicas do
ser humano e
necessária
para que
manifeste 
desconforto
emocional e
mantenha a
capacidade de
se indignar
com a incompetência,
a
desonestidade,
a corrupção,
a arrogância
e a prepotência,
para que possa
construir 
relação
interpessoal 
respeitosa.
Como isso, não
estou fazendo
apologia do
conflito sem
causa e sem o
objetivo de
que as partes
em conflitos
consigam, com
o
enfrentamento 
do conflito,
crescer
mutuamente.
Como diz o Dr
Paulo Gaudêncio:
“ violência
é ausência
de
agressividade”,
hoje falada
assertividade.
Isso é, se
varrer seus
desconfortos
emocionais
para debaixo
do tapete, 
um belo dia,
por um cisco,
por uma
besteira

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