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Habilidade para aprender: chave para o sucesso no ambiente de trabalho 

Este artigo irá explorar a importância da habilidade para aprender e como ela pode ser desenvolvida e aprimorada ao longo da carreira.

Habilidade para aprender surge como uma competência essencial no dinâmico mundo profissional de hoje. 

Em uma era marcada por rápidas mudanças tecnológicas e constantes evoluções no mercado de trabalho, a capacidade de aprender e se adaptar rapidamente tornou-se mais valiosa do que nunca. 

Este artigo irá explorar a importância da habilidade de aprendizado contínuo e como ela pode ser desenvolvida e aprimorada ao longo da carreira. Confira!

Habilidades para aprender valem mais do que diplomas

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Uma empresa só consegue ser bem-sucedida com uma boa equipe. O perfil de profissionais muda bastante conforme a área de atuação do negócio e seus objetivos para o futuro.

Mas o que exatamente os CEOs e líderes de companhias procuram na hora de contratar talentos?

Em um painel durante a conferência de tecnologia, o CEO do LinkedIn, Jeff Weiner, resumiu o que ele pensa sobre o assunto em três palavras: “Skills, not degrees.” Em português: “Habilidades, não diplomas.”

Weiner afirmou que o LinkedIn contrata profissionais que sentem paixão pelo que fazem, são pessoas éticas no trabalho, perseverantes, leais e com mentalidade focada para crescimento.

“Essas são características que você não ganha necessariamente com um diploma. Há qualidades que passam despercebidas quando se olha currículos ou mesmo perfis no LinkedIn. Cada vez mais, nós acreditamos que pessoas assim fazem a maior diferença na nossa organização”, disse.

Weiner, segundo o site da revista Entrepreneur.

Há qualidades que passam despercebidas quando se olha currículos ou mesmo perfis no LinkedIn.

A ideia aqui não é simplesmente ignorar a formação acadêmica de candidatos ou assumir que habilidades só existem sem um diploma.

Na verdade, trata-se de mudar a perspectiva com a qual empresas enxergam potenciais contratações para ir além do que está escrito no currículo.

O CEO do LinkedIn falou ainda como essa mudança de mentalidade se deu na companhia.

“Nós costumávamos nos orgulhar de recrutar [profissionais] que vinham apenas de uma lista limitada de universidades e muitas companhias no Vale [do Silício] faziam o mesmo.”

Trata-se de um movimento de mudança de perspectiva e tentar ver além do que está escrito no currículo.

Levou certo tempo, mas um bom número de grandes companhias percebeu que pessoas inteligentes e apaixonadas pelo que fazem estavam pulando a educação tradicional. 

Nova mentalidade

Com essa nova mentalidade, o LinkedIn criou um programa de estágio chamado REACH, que deve pavimentar o caminho para um novo tipo de recrutamento.

“Isso é para fugir da ideia de que todos que contratamos para o time de engenheiros devem vir de uma faculdade específica ou ter um tipo de diploma específico”, afirmou Weiner durante a conferência. 

“É claro que diplomas de [ciências da computação] de escolas específicas nos ajudam a encontrar talentos incríveis. Mas não é a única maneira de encontrar talentos incríveis.”

Com o programa, a companhia vem descobrindo pessoas com os mais diferentes backgrounds:

programadores que não se formaram em uma instituição de educação tradicional, mas encontraram o conhecimento que precisavam em boot camps de programação, por exemplo:

“Nós procuramos pessoas dedicadas, com ética no trabalho. Nós queremos dar a eles uma chance. E o que estamos descobrindo é que essas pessoas são incrivelmente talentosas e que elas precisam de uma chance.”

Uma das mais recentes contratações do LinkedIn é um aprendiz que vivia em um abrigo para moradores de rua há apenas seis meses.

Foi por ter vivido essa realidade que ele criou um aplicativo que ajuda pessoas sem casa a encontrar abrigos e acabou chamando a atenção de uma das maiores companhias de tecnologia do mundo.

6 sites para aprender e desenvolver novas habilidades

Escada de habilidades construída com blocos de madeira, com figuras ascendendo, enfatizando a progressão no aprendizado de novas habilidades.

A Internet oferece muitas oportunidades de estudo. Constitui um ótimo meio para aprender, desenvolver novas habilidades e estimular a criatividade.

Há sites gratuitos e sites pagos, mas mesmos estes costumam ser mais econômicos do que cursos presenciais. 

Além disso, estudar pela Internet, apesar de exigir disciplina, costuma ser mais conveniente, pois permite que se estude em casa ou em praticamente qualquer lugar em que haja acesso à web.

Assim, tanto estudantes como profissionais podem estudar nos dias e horários que lhes forem mais adequados.

Neste artigo, recomendamos seis sites de estudo de alta qualidade.

1. Escola de pessoas

A Escola de Pessoas é uma plataforma inovadora dedicada ao desenvolvimento profissional no campo de Recursos Humanos e gestão de talentos. 

Com um foco na educação continuada e na aplicação prática de conhecimentos, a Escola de Pessoas oferece uma gama diversificada de cursos, workshops e recursos de aprendizado que são essenciais para os profissionais que desejam se manter atualizados com as últimas tendências e melhores práticas do setor. 

Se você está buscando aprimorar suas habilidades, expandir seu conhecimento em RH ou simplesmente quer estar à frente no mercado competitivo de hoje.

Convidamos você a explorar os cursos disponíveis na Escola de Pessoas e dê o próximo passo em sua carreira, capacitando-se para enfrentar os desafios do mundo empresarial moderno com confiança e competência.

2. Duolingo

O Duolingo é um site que permite que se aprenda, gratuitamente, inglês, espanhol, francês ou alemão. Visa a ensinar línguas de forma divertida e eficaz.

Todas as lições incluem questões de conversação, compreensão e tradução. A correção é feita instantaneamente.

Dominar o inglês ou o espanhol é algo de grande valor para o currículo de todos os profissionais. O Duolingo constitui, portanto, uma oportunidade valiosa, principalmente para quem não tem o tempo disponível nem os recursos financeiros para fazer um curso presencial de línguas estrangeiras.

O Duolingo permite que se estude em qualquer lugar e a qualquer hora, pois oferece aplicativos tanto para o iPhone como para o Android.

3. Educabras

O Educabras é um site pago, voltado para alunos e professores. Ajuda o aluno a se preparar para o Vestibular e o Enem de forma eficaz e econômica. O Educabras disponibiliza milhares de aulas, dezenas de milhares de questões, simulados ilimitados que são corrigidos automaticamente e vários outros recursos. 

Por meio de uma ferramenta on-line, o gerador de provas, o professor consegue elaborar provas em questão de minutos.

Um dos recursos mais interessantes e inovadores do Educabras é o Programa de Estudo Personalizado, que prepara o aluno para o Enem e para os exames vestibulares que pretende prestar. Trata-se de uma solução inovadora para o aluno melhorar significativamente seu desempenho nessas provas. 

O Educabras desenvolveu, por meio de pesquisa e recursos tecnológicos, programas personalizados de estudo que indicam para o aluno — dependendo de que provas de vestibular tenciona fazer —os assuntos mais importantes a que deve se dedicar. 

Assim, ele tem condições de estudar de forma inteligente: pode reservar a maioria de seu tempo de estudo aos temas que são mais frequentemente testados pelos vestibulares que tem em vista.

4. Senai de São Paulo

O Senai de São Paulo oferece vários cursos à distância, tanto pagos como gratuitos, sobre diversos assuntos: finanças pessoais, legislação trabalhista, programação, etc. Um dos aspectos mais atrativos do estudo por esse site encontra-se na obtenção de um certificado de equivalência após a conclusão de um curso.

Os cursos oferecidos visam a desenvolver as competências do estudante, a fim de prepará-lo para situações do cotidiano que provavelmente encontrará no mercado de trabalho. 

O site oferece diversos recursos didáticos e mídias: animações, games, simuladores, kits de aprendizagem, material impresso, etc. O aluno estuda individualmente ou em grupo e conta com o apoio de tutores e monitores.

O Senai de São Paulo também oferece soluções educacionais para empresas. O planejamento do curso é feito conforme as necessidades de cada cliente.

5. Code.org

O lema do site Code.org — iniciativa de educação financiada pela Microsoft, Facebook e Amazon, entre outras empresas — é que todos os alunos, em todas as escolas, devem ter a oportunidade de aprender ciência da computação.

O Code.org fornece material para jovens programadores, inclusive para crianças. É uma oportunidade de aprendizado mesmo para quem não entende nada sobre ciência da computação. Professores dessa área de conhecimento podem se cadastrar para utilizar em sala de aula o material disponibilizado pelo site.

O Code.org informa que milhões de pessoas ao redor do mundo já se inscreveram no site para aprender ciência da computação. O site cita o CEO da Microsoft: “A ciência da computação leva às melhores oportunidades no mundo”. 

O Code.org é certamente uma grande oportunidade para todas as pessoas interessadas em adentrar essa área profissional.

6. Drawspace

O site Drawspace informa que suas aulas são utilizadas por milhões de pessoas em todo o mundo, tanto em escolas como em faculdades. Trata-se de um site que oferece aulas de desenho. 

É importante ressaltar que as aulas são todas em inglês e que há cursos pagos. Constitui uma ótima oportunidade de estudo para quem deseja aprender desenho ou se tornar um especialista nele. O lema do site é: “Now everyone can draw”, ou seja, “Agora todos podem aprender a desenhar”.

Saiba mais: Aproveite e acesse nosso curso 100% gratuito sobre Human Skills: as habilidades do profissional do futuro e aprenda com Rafael Baroli, especialista em desenvolvimento humano, a impulsionar as principais habilidades comportamentais exigidas pelo mercado de trabalho atual!

Quais habilidades posso aprender?

Você pode desenvolver uma ampla gama de habilidades cruciais para o sucesso no campo de Recursos Humanos e gestão de talentos.

Os cursos são projetados para ensinar desde técnicas avançadas de recrutamento e seleção até estratégias eficazes de desenvolvimento e retenção de talentos. 

Homem tocando ícones de habilidades digitais, destacando o aprendizado interativo e as habilidades para aprender no futuro digital.

Você também pode aprender sobre gestão de desempenho, diversidade e inclusão no local de trabalho, legislação trabalhista atualizada, e técnicas de comunicação e liderança.

Além disso, há uma ênfase especial na aplicação de tecnologia e análise de dados para melhorar as práticas de RH. 

Essas habilidades são fundamentais para navegar nas complexidades do ambiente de trabalho moderno e para posicionar-se como um profissional de RH altamente competente e inovador.

7 habilidades que não serão automatizadas

Os jovens profissionais de hoje cresceram numa era de mudanças tecnológicas espantosas, vendo o crescimento da internet, a invenção do smartphone e o desenvolvimento de sistemas de aprendizado de máquina. 

Todos esses avanços apontam para a automação total de nossas vidas, incluindo a forma como trabalhamos e fazemos negócios.

Não é de admirar, portanto, que os jovens estejam preocupados com sua capacidade de competir no mercado de trabalho. 

Como executivos que passaram a vida avaliando e implementando a tecnologia digital em todo tipo de organização, muitas vezes somos questionados por eles:

“O que devo aprender hoje para que tenha um emprego no futuro?”.

Confira as sete habilidades que podem não apenas torná-lo incapaz de ser automatizado, mas o tornarão empregável, não importando o que o futuro nos reserva. 

1- Comunicação

Em um mundo onde o uso total de mídia por adultos dos EUA é de quase 12 horas um dia, em média, as habilidades de comunicação são essenciais para atrair a atenção das pessoas e movê-las para a ação.

A forma mais básica de comunicação é construir uma história convincente. 

A boa notícia, de um ponto de vista competitivo, é que a maioria das pessoas virou o cérebro para softwares ruins, resultando na “morte por PowerPoint” familiar.

Em vez de listar apenas fatos, contadores de histórias atraentes usam tanto dados suaves quanto dados duros. Isto é verdade quer o palestrante esteja Albert Einstein imaginando-se num trem que se aproxima da velocidade da luz para explicar a relatividade ou John F. 

Kennedy citando John Winthrop dizendo:

“Devemos sempre considerar que seremos uma cidade sobre uma colina – os olhos de todas as pessoas estão sobre nós. ”Na comunicação eficaz, história e fato, a retórica e a ciência se entrelaçam para mobilizar as emoções dos outros para agir sobre um tópico ou uma iniciativa. 

E embora foram lançados esforços para criar autores de robôs, e o impacto dos robôs em notícias falsas e câmaras de eco é inegavelmente significativo, a capacidade de se comunicar convincentemente sempre estará em alta demanda e difícil de automatizar.

2- Conteúdo

Claro, a comunicação deve ser sobre um determinado tópico. E se você sabe muito sobre um determinado domínio, você tem uma base rica para desenhar.

Além disso, se você aprecia a dinâmica desse domínio, você tem algo que apenas o Google pode reproduzir. 

Ainda mais profundamente, se você tiver uma reputação de excelência em um domínio, ele se alimentará de si mesmo e lhe dará acesso preferencial a novos conhecimentos e informações devido ao seu status de insider.

Nos serviços profissionais, os especialistas podem escrever seu próprio ingresso. Tome Rohit Kumar, o diretor e líder dos Serviços Nacionais de Política Tributária da PWC, onde Adam trabalha. 

Kumar é bem conhecido no Capitólio e entre especialistas em tributação global por seu profundo e amplo conhecimento do assunto e por entender a dinâmica de como a política será moldada agora e no futuro.

Novamente, são aqueles com uma combinação de especialização e capacidade de avançar novos conhecimentos que ficarão à frente dos robôs.

3- Contexto

Os sistemas automatizados geralmente são muito ruins para reconhecer o contexto. Por exemplo, o carro original do Google achou difícil calcular o contexto no qual estava operando.

Assim, uma extensão física do sistema de computação / detecção – um localizador de faixa a laser – foi adicionada. 

Esse problema de estender o raciocínio automático dos sistemas de inteligência artificial para entender o contexto de suas decisões é altamente complexo e a inovação criativa, como a do Google, geralmente é necessária para levar o esforço adiante.

Da mesma forma, entender o contexto, o modelo de negócios, a concorrência e a liderança de um cliente ou de um empregador torna sua compreensão de conteúdo mais útil.

Por exemplo, se você está sugerindo redução de custos e reestruturação de balanço para a GE, onde o investidor ativista Nelson Peltz, um dos fundadores do fundo de hedge Trian Fund Management.

T

em uma participação importante, seu argumento tem um significado muito diferente do que teria em Notícias Corporação, onde Rupert Murdoch ainda tem controle efetivo da empresa. 

Esse tipo de compreensão contextual mostra que você tem um conhecimento da dinâmica da posição de um negócio e é muito difícil até mesmo para os melhores robôs crescerem.

Competência emocional 

Mesmo com os recursos avançados de produtos de IA, como o Alexa da Amazon, as máquinas são rudimentares em sua capacidade de compreender o teor emocional de uma pessoa, reunião ou organização. 

No entanto, conforme observou o neurocientista Antonio Damasio em “Descarte’s Error”, a racionalidade pode moldar nosso conjunto de opções, mas é a emoção que nos impulsiona à ação.

O nível mais básico de inteligência emocional é ser capaz de reconhecer as emoções em jogo no contexto da análise e da ação.

O próximo nível é a capacidade de intervir com sucesso em uma situação emocionalmente complexa, quando as pessoas estão feridas ou incertas. 

No nível mais alto, a competência emocional envolve persuadir indivíduos e grupos evocando emoções (ao mesmo tempo em que reconhece que alguns membros da equipe não entendem o que você está dizendo).

Ensino

As máquinas fizeram grandes contribuições para a qualidade e a acessibilidade da educação, desde os cursos on-line massivos abertos (MOOCS) até o ensino de simulações para as aulas da Khan Academy. 

Lâmpada iluminada perto de materiais de escritório, representando o brilho da aprendizagem e o desenvolvimento de habilidades para aprender.

Nas organizações comerciais, no entanto, onde o ensino exige compreensão do contexto de desenvolvimento de uma pessoa dentro da organização, os gerentes e treinadores brilham.

As pessoas são um investimento fundamental em qualquer organização e, em nossa experiência, o ensino é crucial para garantir seu sucesso.

Como qualquer investimento, as pessoas vêm com um certo grau de risco. Você não sabe do desempenho passado como alguém fará em sua organização. 

Você pode ter contratado alguém que parecia bem no papel, mas não produziu muito desde que foi contratado, ou alguém que está indo bem onde está, mas não está demonstrando as habilidades necessárias para a promoção. 

Em ambos os casos, seu investimento é plano, talvez até mesmo a perda de dinheiro – e se o seu investimento em pessoas é plano, é provável que os retornos da sua empresa também sejam baixos. 

Como você catalisa o desempenho inovador em seu negócio? Comece com seu pessoal. Identifique suas lacunas em conhecimento e habilidades e trabalhe pessoalmente com eles para preencher essas lacunas.

Veja também:

Conexões 

Em 1973, Mark Granovetter e Harrison White publicaram um artigo que descrevia o forte poder dos laços fracos. Todos, eles argumentaram, têm fortes laços: família, amigos, colegas de trabalho e assim por diante. 

Mas aqueles que têm fortes laços e uma grande rede de laços fracos podem atravessar várias organizações com facilidade. Uma das distinções que definem entre as pessoas “no nível C” e o atual CEO é que os CEOs geralmente têm muitos laços mais fracos em vários domínios.

Embora as mídias sociais tornem mais fácil criar e atravessar redes pessoais, os seres humanos gerenciam a forma e o teor dessas conexões. E não esqueça o chamado paradoxo de amigo, que afirma que, em média, seus amigos têm mais amigos do que você. 

Algumas pessoas têm muitas, muitas conexões, enquanto a maioria tem apenas um número modesto. Se você é um dos networkers, então você está bem. Se você não é, você deve ser amigo de um e livre em suas conexões – as pessoas geralmente estão dispostas a compartilhar.

Uma bússola ética

À medida que os computadores se tornam mais capazes, os executivos estão percebendo o quão importante é a ética e a capacidade de julgamento moral no campo da IA ​​aplicada. 

No entanto, a essência do julgamento moral é que não existe um algoritmo fácil para maximizar o “valor”, portanto, os sistemas que dependem de algoritmos são inadequados em situações que envolvem tais julgamentos. 

O protótipo do robô-robô entre pegar um ônibus que se aproxima e matar os passageiros do carro, ou evitar a morte dos passageiros, desviando para uma calçada e matando um grupo de crianças em idade escolar demonstra esse ponto.

Nós não temos uma função de otimização para tais situações.

Quanto mais alavancarmos o talento humano com máquinas, mais importante será ter líderes que não apenas reconheçam, mas também adotem os grandes dilemas morais que as organizações enfrentam. 

Então, você tem: sete habilidades que um robô não tem e não terá no futuro previsível. Para ter certeza, os robôs ajudarão as pessoas a desenvolver esses tipos de habilidades, mas uma pessoa – de preferência você – as possuirá. 

Em combinação, os elementos da nossa lista podem torná-lo comercialmente independente, quer você se inscreva em uma empresa, ganhe a vida na economia ou inicie sua própria organização.

Quais as melhores habilidades para desenvolver?

Uma sinergia entre soft skills, habilidades interpessoais e emocionais, e hard skills, habilidades técnicas e quantitativas, molda o futuro do trabalho. Estas habilidades não são exclusivas, mas sim complementares.

O Instituto Mckinsey prevê que, os trabalhadores passarão mais tempo em atividades que as máquinas não são capazes de realizar, como gerenciar funcionários e se comunicar com outras pessoas. 

A demanda será por competências emocionais e sociais, aliadas a habilidades cognitivas mais avançadas, como o pensamento lógico e a criatividade. Veja, a seguir, as cinco principais capacidades que o futuro do trabalho exigirá:

1 – Aprendizado ativo

Aprender continuamente, de forma autônoma e se adaptando às constantes mudanças do mundo é uma característica valiosa para um profissional de qualquer área.

2 – Uso e controle de tecnologia

A tecnologia é presente em praticamente todos os processos do trabalho moderno. Aqueles que dominam as ferramentas digitais e entendem como utilizá-las terão um diferencial frente a seus pares no dia a dia, na realização de suas atividades.

3 – Inovação e criatividade

A capacidade de pensar de forma criativa e gerar ideias inovadoras é altamente valorizada porque a inovação é o elemento essencial para impulsionar o crescimento e a permanência das empresas em mercados que constantemente estão em mudanças.

4 – Inteligência emocional

Compreender as próprias emoções e também as das outras pessoas é essencial para conseguir discernir as situações com clareza e evitar a tendência de levar as coisas para o lado pessoal. Isso contribui para a construção de relacionamentos interpessoais mais saudáveis no trabalho.

5 – Resiliência e flexibilidade

Em um ambiente de trabalho dinâmico, a habilidade de se adaptar a mudanças e superar desafios é fundamental. O futuro será ainda mais ágil e aberto às mudanças, por isso, essa capacidade é essencial.

Como desenvolver as habilidades do futuro?

O desenvolvimento das habilidades do futuro é crucial para profissionais, e as empresas têm um papel fundamental em promover essas competências entre seus colaboradores. Abaixo, apresentamos três passos para a criação de um programa de desenvolvimento de habilidades do futuro:

1. Identifique quais habilidades precisam ser desenvolvidas

Primeiro, avalie as habilidades necessárias para a sua empresa. Em seguida, descubra quais habilidades estão faltando e como desenvolver as competências necessárias.

2. Fomente uma cultura de aprendizado

A mudança de mindset é fundamental. Promova uma cultura de aprendizado contínuo, incentivando os colaboradores a buscarem o desenvolvimento pessoal e profissional constantemente.

3. Crie um plano de treinamento integrado

Crie um plano de treinamento que cubra as lacunas de habilidades identificadas. Isso pode incluir treinamentos internos, cursos, mentorias e experiências práticas. Nesse processo, é essencial permitir que os funcionários desempenhem um papel ativo em seu próprio desenvolvimento.

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Conclusão

As empresas que investem no desenvolvimento de habilidades do futuro estão mais preparadas para lidar com os desafios da constante evolução do ambiente de trabalho.

Essa postura atrai e engaja as pessoas, impulsiona a inovação e garante um diferencial no mercado. O futuro pertence àqueles que continuam aprendendo. 

Assim, encontrar novas habilidades para aprender é indiscutivelmente uma das competências mais valiosas no cenário profissional contemporâneo.

Diante de um ambiente em constante transformação, marcado por avanços tecnológicos e mudanças no mercado de trabalho, a capacidade de absorver novos conhecimentos e adaptar-se rapidamente torna-se um diferencial crítico.

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