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Quem Somos?

Quem somos?
Já perguntamos quem somos? Quem sou eu? O que somos para o criador, para a família, para sociedade, para a comunidade, para a organização em que trabalhamos e para quem está do nosso lado. Que, como eu tem compromissos e deveres em toda forma de organização. São essas pequenas questões que fazem a diferença na organização, para o outro e para a sociedade como um todo. Descobrir quem somos é tarefa difícil para nós os humanos que pensamos uma sociedade melhor, e espiritualizada, um ambiente favorável a todos. Como irei falar ou exigir a melhora do ambiente em que atuamos se não me pergunto: quem sou? O que faço? E, o que tenho feito no dia-dia, tem favorecido o trabalho harmônico no campo das ideias, do compromisso estabelecidos com todos.
É preciso ter a sutileza de descobrir aonde devo melhorar, ou melhorarmos juntos. Só se cria um ambiente favorável à convivência e espiritualizado se formos capaz de mudar a nós mesmos e ao outro. Como somos seres que não gostamos de mudanças, porque às vezes as mudanças causam náuseas, calafrios, mas há casos, que muitas vezes é necessário mudar, embora, não gostamos. Após uma perfeita avaliação sobre o que se deve ou não mudar, mas, que seja assumido por todos: podem ser pequenos atos, colocações mal interpretadas, pequenos detalhes, pequenos gestos que causa o desequilíbrio na organização.
Espiritualizar um ambiente que estamos trabalhando e atuando como gestores do grupo ou da organização têm responsabilidade em construir um ambiente sadio. Gestor é aquele que gere que administra, portanto, tem responsabilidades de construir com seus pares um local agradável a todos. E que seja produtivo e colhedor, onde todos se sintam parte da transformação, é chamar para si e para todas as pessoas responsabilidades iguais, onde, devemos passar confiança, segurança e saber cobrar resultados.
O engenheiro de Minas e administrador francês Henri Fayol foi um dos primeiros estudiosos da teoria de gestão. Ele define empresa como organização começando com planos estratégicos e definidos com objetivos específicos dentro da administração. O melhor desempenho de um gestor está nas suas qualidades e entre elas esteja a habilidade de espiritualizar o meio em que ele atua.
Se levarmos a vida sem querer abraçar as dificuldades que a vida oferece, ou afirmando, que como está tá bom, no sentido de resolver não nos capacitamos para viver em pleno amor. Amor ao outro, amor ao que fazemos. Conheço pessoas que, os problemas de si próprio quem deve resolver é o outro. Se esquiva de tais problemas se sente no direito que é obrigação do outro resolver. Assim não cresce, é a construção do eu desmilinguido. Sem objetivo, sem força, sem ação, sem graça, vive no mundo só para ocupar espaço.
Tudo que formos fazer na vida, seja dentro da organização, na família, no lazer, deve dá prazer, sentido, sabor, autoestima mesmo se estamos fazendo com o outro, no sentido que assuma comigo, cresça comigo, se sinta parte da organização. Dessa forma começamos a responder as perguntas: “Quem somos? O que fazemos”?
O exemplo do maior mestre da história da humanidade ele si colocou do lado do outro, caminhou com outro; assumiu nossas dores, nossos fracassos, nossa falta de amor a tudo o que fazemos, mas, ensinou como fazer melhor, espiritualizou a atividade não deixou ninguém à margem, fora do processo do fazer e fazer melhor. Criou um ambiente favorável à vida.
Se você não abrir os braços, e o coração ao irmão e na realização dos compromissos do dia-a-dia, se você não buscar a perfeição no que couber a você fazer, seja, na família, na comunidade, no clube, na organização.
Haverá alguém que irá abrir os braços e o coração a você. Independente de sua cor, posição social, nacionalidade, de sua crença ou religião.
Ele… Jesus Cristo.
Antenor Dias Aragão
Graduado em Recursos Humanos
Especialização em Gestão de Pessoas

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