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Regras Quase Psico Contra A Guerra Da CorÉia

REGRAS QUASE PSICOLÓGICAS
CONTRA A GUERRA-COREIA DO NORTE

Conforme ficou combinado no final do texto que trata dos aspectos quase psicológicos contra a guerra, vamos aqui enfrentar um desafio, que antecipadamente declaro-me incompetente para tal tarefa.
Mas não é por tal condição, neste como em tantos outros cenários da vida, nos deixando por vezes sentindo como o pior dos escravos modernos, sem liberdade e autonomia, que devemos vestir a camisa de derrotados e ir morrendo internamente a prestação.
Como bom e fiel corintiano, embora não fanático, que ao assistir pela primeira vez seu time jogar no Pacaembu teve que ‘engolir’ uma derrota para o Juventus, mesmo assim aprendi ao logo de décadas que apesar das derrotas acreditar no possível diante de barreiras, derrotas, perdas, dificuldades e crises.

Mesmo diante de cenas nas quais somos julgados e condenados por olhares que não tem a mínima condição de enxergarem com inteligência, não somos obrigados a dar as costas aos problemas, pois em se falar em inteligência, tem o ser humano esta capacidade que somada a criatividade torna-se inventor de coisas, de cenas, de sonhos, de realizações; contrariando a chamada ‘normalidade’ da média medíocre circulando ao nosso redor.
Então vamos lá para a tentativa de propor regras que sejam anti-guerras, que naturalmente poderão ser objeto de avaliação dos líderes dos países que estão se candidatando às guerras ou mesmo já estejam realizando-as.
Neste sentido opto por buscar apoio do conceito de Quociente da Adversidade, pois a guerra é um cenário, não geográfico, não palpável, mas real no qual adversidades alimentam posturas e ações.

Naturalmente fica aqui liberado, para todo e qualquer leitor, desde já o entendimento do conceito de ‘guerra’ para todo e qualquer cenário que envolva conflitos, desavenças, violência (física ou não). Pode se entender ‘guerra’ entre países, como ampliar visões para a ocorrência deste conceito nas organizações (públicas ou privadas), nas relações interpessoais, entre crenças divergentes, no plano político-partidário, entre outros mais.

Aqui já fica então declarada uma primeira regra para suportar todas as demais: a flexibilidade e amplitude da percepção para os mais diversos campos nos quais climas conflitantes se apresentem, muito além naturalmente que o da Coréia do Norte, aqui somente como pano de fundo para propositalmente chamar a atenção e tentar obter conscientemente gerar algumas reflexões. Tal propósito tem como objetivo algo muito maior que a simples atenção e destaque na multidão; ousando buscar sim a oportunidade de oferecer os tais momentos de reflexão aos leitores e provocar mudanças de percepção diante da realidade “guerrilheira’ que compartilhamos silenciosamente, na maioria das vezes.

Esta é sim uma proposta, que de imediato encontra situações reais de adversidade, como o da própria leitura de textos. A grande maioria de nós sente-se capacitado para leituras de algumas frases somente; e em muitos casos o sujeito mal consegue fazer a leitura de uma frase, mas se capacita para opinar e/ou questionar sobre o que leu com um padrão medíocre ou inadequado.

Recentemente, por exemplo, fui alvo de tal situação que gerou alguns constrangimentos em termos de redação e autoria. Um leitor, que suponho ter lido uma matéria de minha autoria, publicada na mídia em sites e fóruns, assinada por mim no final, ao invés de fazer alguma contribuição critica, sugestão ou referência ao conteúdo, simplesmente se prestou a formular uma pergunta: “Este texto é seu?”. Se no texto estava declarada a autoria, creio que para este leitor faltou o registro em cartório, com firma reconhecida, digital impressa, fotos do momentos da redação e declaração de testemunhas perante algum Juiz, pois responder simplesmente: “O texto é meu”, creio não iria gerar o crédito desejado pelo questionador.

Note-se então.que para se estabelecer regras anti-guerras, temos que cuidar de formas e padrões de comunicação que levem em consideração esta adversidade: o leitor que não sabe ler além das palavras, mas sabe expressar através de ‘achismos” verbalizados sem respeito aos “verbos”; ou mesmo com perguntas para as quais a resposta já foi dada antes mesmo de tal formulação.
Isto me faz lembrar alguns repórteres de campo, que no final do jogo, ao entrevistar jogadores fazem perguntas como, por exemplo, um inventado agora: “Pelé, você gostou do desempenho do Santos nesta vitória de 7 a 0 contra o Corinthians, mesmo com os teus três pênaltis perdidos e cinco bolas que você chutou na trave? Entendemos que a resposta já foi dada durante os 90 minutos deste hipotético, utópico e indecente exemplo, e a mesma sido apresentada através de 15 lances do Rei do Futebol, antes mesmo da medíocre pergunta.

Então aqui um alerta para todos nós leitores e eleitores diante das leituras que fazemos da vida. Comunicação, habilidade complexa humanos, pode ser profundamente influenciada por percepções divergentes de cada um, como também pela motivação declarada ou oculta, além de outros componentes. O beijo, uma comunicação gestual, no rosto ao cumprimentar alguém, tem percepções completamente diferentes, de acordo com os significados afetivos, costumes, crenças e culturas. Recentemente constatei, por exemplo, na comunicação interpessoal que um beijo no rosto, quando se cumprimenta em São Paulo é diferente dos costumeiros dois beijos no rosto no Rio de janeiro e a inversão deste padrão certamente gera estranhamento nas pessoas.
Assim se os dirigentes que vão gerenciar as guerras devem cuidar, com muito carinho da comunicação ao resolverem divulgar suas ações através de folders, painéis ou folhetos, que o façam com frases curtas, letras grandes, com os requisitos objetivamente definidos para quem quiser participar; como também os locais de inscrições que sejam programados para evitarem filas, tais quais as bancárias por exemplo.
Quanto a mais esta adversidade, as filas, acho interessante que todos nós, os ‘fllantes” tanto quanto s promotores de filas, todos nós temos a tendência para a acomodação. Entramos nas filas, para atendimentos diversos, por vezes expressamos nossa insatisfação com os nossos parceiros ‘filantes” vizinhos, que nos dão apoio verbal e fica assim; a fila anda e as reclamações ficam para traz. Os produtores das filas parecem ter uma espécie de doença ainda não inserida no rol da saúde pública, doença esta chamada ‘cegueira para um atendimento com excelência”, que poderia ser popularmente chamada de “eu nem to aí’.
Enfrentar uma fila para um jogo da final do campeonato entre o Timão e o Fluminense, em pleno Maracanã ou Pacaembu é cenário com outro significado e até aceitável embora com a adversidade emotiva de minha parte por torcer para ambos clubes. Também é compreensível se ‘espremer’ numa fila para ver o Salgueiro desfilar na Sapucaí, num sábado, como grande campeão. Esta é outra história, que não cabe aqui.
Absurdo é constatarmos que algumas filas são geradoras de fonte de renda para alguns, pois são pagos para garantir uma vaga, entrando na fila de madrugada, para que o titular “filante” possa ser atendido no meio da manhã.
Neste caso os que recebem uma graninha para garantir vaga em filas não pagam imposto de renda e nem tem seguro contra acidentes.
Espero que algum deputado não venha propor a inserção na Constituição Federal futuramente a profissão de ‘filante” com direitos e deveres previamente estabelecidos. Imaginem tal proposta em prática gerando outras filas, como as filas para os cursos preparatórios de ‘filantes’, as filas das academias para a preparação física de tais profissionais, como também as prováveis filas de ‘filantes’ protestando contra ao salário base da categoria em plena avenida Brasil no Rio, ou em plena 25 de Março em São Paulo, o maior centro comercial da América latina, que já tem as suas filas sob tensão declarada.

Será que é tão complexo assim enfrentar esta guerrilha das filas? Entendo que as filas deveriam ser aceitas somente para os casos dos gestores de países que querem a guerra. Neste caso eles deveriam obrigatoriamente entrar na fila, esperar em pé, sob um sol escaldante, sem direito a água ou uso de guarda-sol e condenados ao silêncio total durante um período de umas horas, para sim depois entrarem com os requerimentos solicitando a sua guerra.

Esta cena, creio, serve também para todos os que têm o poder de decisão, planejamento e projeção de procedimentos e ações envolvendo o coletivo. Como conseqüências destas filas, e somado com leitores não habilitados para a leitura plena, têm o surgimento de geração de massas.
Sim, massas de pessoas, não as de pastéis com recheios criativos que nos dão prazer ao degustar, mas de contingentes enormes dos seguidores de padrões estabelecidos por gestores do poder, tal qual se registrou no movimento nazista do passado. Ou note-se em movimentos de filas de ‘filantes’ crendo em crenças que mal sabem dos significados ou intenções ocultas em palavras bonitas expressas com gesticulação dramática e emocionante por lideres de algumas guerrilhas modernas.

Ao invés desta proposição parlamentar, um projeto de lei que seria interessante para toda a coletividade é o que declararia toda e qualquer guerra, e seus similares, passíveis de reclusão imediata destes gestores guerrilheiros. O período de reclusão seria exatamente o mesmo da gestação que o gerou, podendo ser então em torno de 9 meses.
Mas, durante esta reclusão, estes guerrilheiros teriam que estudar, analisar e finalmente apresentar as receitas práticas, aplicáveis e de baixo custo de situações preventivas no campo das adversidades que nos atingem.

Por exemplo, não me acostumei ainda e acho até um absurdo, a não ‘descoberta’ de programas, procedimentos e ações individuais e coletivas, que sejam plenamente eficientes para eliminar dos repertórios comportamentais a depressão. Sim, eliminar de vez depressão como anomalia em todo mundo, mesmo que profissionais da saúde mental, como no meu caso, venham a perder parte de sua clientela, como também os laboratórios excluindo a produção de medicamentos para tal sintomatologia.

Mas, os profissionais da saúde mental têm outros tantos focos para atendimentos e prestação de seus serviços como no caso dos portadores de necessidades especiais, dos idosos, dos traumatizados pela vida, para suprir as eventuais perdas com a eliminação dos quadros de depressão no planeta.
Esta doença, epidemia silenciosa em todo mundo, entre outras, poderia ser temática para os gestores reclusos que assim, enquanto esperam o prazo para a liberdade e ‘tocarem’ suas desejadas guerras, estariam prestando um digno serviço ao mundo com suas propostas.

Vejam como é complicado estabelecer regras para se opor a uma simples guerrinha. Porém temos o tal de Quociente da Adversidade para ser explorado ou colocado em exercício, como ferramenta mental para a busca de soluções e não de gerar mais problemas.
Neste caso, tenho notado nos meios organizacionais que se tem falado deste novo enfoque o chamado “QA” – Quociente da Adversidade e refletindo sobre o mesmo, creio na influência de alguns fatores determinantes quanto o seu valor numa avaliação mais objetiva.

Independente da ordem de importância, tomo a liberdade de relacionar alguns itens, para justamente provocar outras reflexões.
Primeiro destaco a criatividade, como ferramenta mental que pode ou não estar presente no repertório pessoal em índices variáveis. Quanto mais criativo o sujeito se apresentar, provavelmente terá melhor desempenho na solução diante das adversidades. Esta capacidade criativa, naturalmente tem a ver com o item seguinte. As experiências da infância no empinar pipa, na bolinha de gude ou também nas histórias diárias contadas pelo Seu Pedro (um vizinho que veio do sítio), são exemplos de ingredientes que favoreceram algum potencial criativo de minha formação.

Porém, temos diante de nossas rotinas diárias um enorme volume de informações e cenas que nos mostram violência, exploração, consumismo, oportunismo, além de outros temas, todos moldando ou formatando cérebros para serem anti-criativos, ou acomodados, ou ‘normalóides’ (que acho não existir este termo, então que fique inventado agora).
Tal ‘normalóide’, significando um estado comportamental normal, mas improdutivo, anulado quanto a iniciativa, disponível somente para entrar e seguir a fila, da maioria. Ser mais um na multidão, eis a questão, sem se importar se a rima é digna ou não, pois neurônios seguem somente um padrão.
Esta abordagem me leva a lembrar um hino nacional, não oficial, mas reflexivo e verdadeiro: ‘Pacato Cidadão” do grupo Skank. que diz em sua letra: “Corre a felicidade no asfalto cinzento. Se abolir a escravidão do caboclo brasileiro, numa mão educação, a outra dinheiro..” Tal canção deveria ser de pleno conhecimento, análise e encantamento de toda a classe estudantil, num repertório que certamente deve relacionar outras canções. Aqui me refiro declaradamente a canções dignas de serem cantadas, que causem encantamento coletivo e que encantem também a mente individualmente.

Tá ai, mais um projeto de lei que algum deputado pode se apropriar sem qualquer restrição ou autorização, pois o mais importante não é a autoria de idéias, e nem mesmo de projetos de lei, mas sim os resultados benéficos registrados.
Por sinal, graças a autores dignos de serem respeitados e valorizados sempre, as músicas nos oferecem momentos reflexivos e mensagens que são verdadeiros perfumes para enfeitar nossas mentes com elementos invisíveis, mas reais quanto a higiene mental e/ou a saúde emocional.
Por fazer referências ás mensagens musicais, outro cenário a ser explorado pelos gestores das guerras ou guerrilhas seria exatamente da geração de momentos reflexivos diariamente, seja em qualquer cenário ou situação.

A constatação de tal evidência no sentido de higienização dos processos mentais pode ser constatado em várias pesquisas e trabalhos. Destaco em especial uma prova que pode ser vista na internet. Trata-se do depoimento de Louise Hay num vídeo-documentário digno de ser visto e que pode ser encontrado no youtube sob título: “Você pode curar a sua vida”
Louise nos dá lições contundentes de como enfrentar as guerrilhas que nos rodeiam ou estão bem fundo dentro de nós. Tal documentário não é específico para pessoas individualmente, mas também aplicável em grupos, organizações, pois nestes também temos pequenas guerras de coréias ocultas.

Outra experiência, nesta mesma linha de vincular a criatividade na solução de problemas, é o Projeto “UMA MENSAGEM PARA VOCÊ”, em aplicação numa calçada de Amparo/SP com a distribuição gratuita e diária a pedestres e condutores, registrando já mais de 700.000 (setecentas mil) mensagens proativas, com resultados incríveis e dignos de crédito, desde o seu início em 23 dez/2010.
O citado projeto foi objeto de registros e valorização como por entidades públicas, jornais, TV e documentários gravados. O mesmo gerou diversos registros exemplares de usuários que coletam suas mensagens, seja no aspecto motivacional como principalmente na ampliação de visões das pessoas diante da realidade em que vivemos.

Assim caminhamos para defender a criatividade como processo indispensável no tratamento de regras anti-guerras e guerrilhas, justamente para se valorizar iniciativas no ser humano, individualmente, com reflexos e contaminação positiva em toda uma coletividade.
Se temos o ditado popular que apregoa: “Uma andorinha só não faz verão”, cremos, ao contrário do ditado acima, que em alguns casos uma simples mensagem provoca real mutação.
É o valor das mensagens que foram escritas pelo paulista Mestre Gentileza, que no Rio de Janeiro, ‘pintou’ muros e paredes com mensagens proativas e certamente gerou mudanças comportamentais em muitas pessoas. “Gentileza gera Gentileza”, é mensagem do mestre que virou carioca e acabou se tornando um brasileiro digno da brasa que corria em sua alma.

Pena que muitos entendam somente das brasas dos churrasquinhos para convidados a negociações mesquinhas e egocêntricas que refletem o ser mundano que imunda este mundo.
No próximo capitulo desta humilde saga verbal (humilde: aqui é meramente uma ironia), teremos como continuidade a tentativa de formulação de outras regras anti-guerras e anti-guerrilhas. E ainda contaminado por motivação, sei lá de onde vem, deixo aqui um digno e exemplar momento para nossas reflexões e ações, pois refletir, parece nos indicar “ir” em frente (soma do ‘reflete + ir”)

Mas antes, vejamos como um morador de rua norte-americano revela um exemplar momento anti-guerrilha, quando ao receber um prêmio de US$ 50 mil (cerca de R$ 100 mil) ganho na loteria.
O morador de rua americano Dennis Mahurin, surpreendendo o que seria mais lógico, fez uma declaração estonteante com a aquisição do prêmio, ao afirmar que iria continuar sem casa, morando na rua. Mas foi além, ao declarar que iria distribuir para os demais moradores de rua a sua premiação.
Isto em Bloomington, em Illinois, o Sr. Dennis Mahurin, onde ele vive há vinte anos. Para alguns iletrados em leituras sobre compreensão empática (se colocar na pele do outro), isto é uma loucura.

Precisa algum comentário?
Há a necessidade de alguma explicação?
Vou guardar este nome, Dennis Mahurin, e o seu exemplo como: compreensão empática, cooperação, anti-egoísmo, humanismo, sensibilidade, dignidade, modelo exemplar, desprendimento, afetividade, calor humano e decência. Caso você leitor tiver mais algum adjetivo a acrescentar, favor nos compartilhar, antes que a guerra Coréia comece.
Então, para encerrar com chaves de ouro, de prata ou de latão mesmo, aqui fica uma sugestão para complementar a temática anteriormente registrada.

Trata-se de um momento musical, com filas enormes, porém coloridas com planejamento, criatividade, entusiasmo, trabalho em equipe e sonhos.
Falo do desfile da escola de samba Vila Isabel Rio de Janeiro, que neste 2013 nos passou um cenário merecedor de reflexões com o lindo samba “Canta o Brasil, Celeiro do Mundo”.
Aqui vai um trecho com a indicação do vídeo para ser degustado em seus 4’03 minutos.

http://letras.mus.br/vila-isabel-rj/samba-enredo-2013-a-vila-canta-o-brasil-celeiro-do-mundo/

“Festa no arraiá, e pra lá de bom, ao som do fole, eu e você.
A vila vem plantar, felicidade no amanhecer.
Festa no arraiá, e pra lá de bom. ao som do fole, eu e você
A vila vem colher, felicidade no amanhecer”.
Então a Vila Isabel fez em uma fila de emoção e criatividade na Sapucaí neste 2013, toda uma platéia cantar:
“É a lida…Arar e cultivar o solo. Ver brotar o velho sonho, alimentar o mundo, bem viver. A emoção vai florescer”

Eis mais uma regra anti-guerrilhas e guerras, para o bem viver em todas as vilas com um amanhecer chamado felicidade. Cantando e encantando, com arar e cultivar solos visíveis e invisíveis para brotar sonhos e florescer felicidade a cada manhã.
Utopia ?
Sim, é verdade! Mas não custa fazer de conta que um dia as utopias serão, através de algum projeto de lei ou por imposição da ONU ou da FIFA, que todas as utopias sejam declaradas de pleno direito para uso gratuito de cada cidadão e coletividade; e assim deixe de ser um palavrão indecente, ou sinal de loucura, para os não crentes em sonhos.

Texto de minha própria autoria, com conseqüências imprevistas.
Tito-Francisco Henrique de Oliveira
email fhoo@uol.com.br

PS. Caso algum leitor considere esta matéria uma grande bobagem ou de nenhuma utilidade, desde já queira receber meus respeitos pela conclusão. Porém, antecipo que não irei responder a eventuais manifestações deste tipo por total falta de competência de minha parte.

Em casos nos quais algum leitor, tenha ‘pulado’ partes do texto e só dando atenção a algumas partes ou somente neste final, também meus respeitos por tal postura, que entendo ser normal nos dias de hoje.

Entretanto, fico sim ansioso e curioso nos casos de críticas, sugestões e eventuais complementações, estando aberto ao diálogo que entendo ser uma regra importante anti-guerras e guerrilhas, tanto do ponto de vista enquanto cidadão comum e quanto ao exercício como profissional da Psicologia.

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