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Sumário

Responsabilidade Socioambiental e lideranças empresariais

Isto porque as empresas que investem em governança corporativa, sustentabilidade e ações de desenvolvimento social tendem a ser mais bem-sucedidas em seus negócios.
A responsabilidade socioambiental em uma empresa refere-se ao compromisso que a organização assume em relação aos impactos sociais e ambientais de suas atividades.
É uma abordagem que vai além do cumprimento das obrigações legais e busca contribuir de forma positiva para a sociedade e o meio ambiente.
A responsabilidade socioambiental envolve a adoção de práticas sustentáveis, como a redução do consumo de recursos naturais, a minimização da geração de resíduos, a promoção da reciclagem, a conservação da biodiversidade, entre outras ações que visam preservar o meio ambiente.

Hoje, o mercado corporativo como um todo está muito mais engajado e comprometido com responsabilidades socioambientais. Isto se deve ao fato de existir uma maior exigência das novas gerações em relação a estes temas e também devido à conscientização de que ter uma governança corporativa eficiente e investir em desenvolvimento socioambiental são fundamentais para sua competitividade e sobrevivência a longo prazo.

A responsabilidade socioambiental como prioridade para empresas

Por esta razão, o chamado ESG (Environmental, Social and Corporate) é hoje uma prioridade para todas as empresas, porque seus bons resultados financeiros estão cada vez mais atrelados à responsabilidade com o planeta e com a sociedade.

“Estes temas são muito relevantes para o público em geral e essenciais para fortalecer os negócios, levando em consideração os interesses dos clientes, funcionários e sociedade em geral, além de influenciarem positivamente a tomada de decisão de investidores”, afirma Eduardo Todeschini.

O conceito apareceu pela primeira vez no relatório Who Cares Wins (2005), da UN Global Compact, Federal Department of Foreign Affairs Switzerland e IFC (International Finance Corporation). Este documento apresenta os critérios para a avaliação de uma empresa ética e sustentável.

As empresas que estão em concordância com o ESG precisam saber qual é o seu impacto no mundo em função dos recursos que utiliza, como consumo de energia e água, bem como emissão de carbono e pegadas ecológicas.

Devem também estar cientes do seu papel social, motivando quadros profissionais mais diversos, com igualdade no tratamento de gêneros, oferecendo benefícios adequados e respeitando os direitos dos funcionários.

“Atualmente, é também recomendável que as empresas se mostrem solidárias e comprometidas com a melhoria das comunidades que afetam, se possível motivando também entre seus colaboradores a realização de trabalhos comunitários”, comenta Todeschini.

O ESG como um  desafio para as empresas

Porém, o executivo acredita ainda que apesar de todos os avanços, o ESG continua representando um desafio para as empresas, pois implica em uma mudança radical de valores e princípios, que produz efeitos não somente na própria empresa e seus colaboradores, mas na sociedade e no meio ambiente.

Por isso, é importante que todas as áreas da companhia sejam envolvidas, em especial as lideranças e recursos humanos (RH), cuja atuação é estratégica para criar ações de alto impacto dentro do ambiente corporativo”, acredita Todeschini.

Para o CEO da Pryor Global, muitas das questões abordadas pelas métricas do ESG estão intrinsecamente ligadas às tomadas de decisão dos gestores das áreas de negócios, finanças e RH no dia-a-dia.

“Penso que o envolvimento do RH, em especial, é imprescindível à implementação de políticas-chave, como as relacionadas à diversidade e inclusão, importantes para melhorar o aspecto social e a lidar com casos de discriminação e assédio. Por outro lado, os setores de compras, negócios e administrativos são fundamentais na adoção de práticas de otimização de recursos e definição de projetos ambientais a serem executados”, comenta o executivo.

Cultura organizacional sólida

Para Todeschini, outro aspecto determinando para o sucesso atual das companhias é ter uma cultura organizacional sólida, com a composição de conselhos de administração e práticas de remuneração dos acionistas coerentes com boas práticas de governança corporativa.

“Cada vez mais os investidores querem informações sobre o ambiente de trabalho e o modus operandi das empresas, o que reforça a relevância dos gestores da companhia serem engajados ao ESG, ou seja, aos valores e princípios praticados pela companhia”, destaca Todeschini.

Por fim, o RH pode propor ações que gerem um impacto ambiental positivo, de modo que a empresa e todos os funcionários tenham uma atitude mais sustentável.

“Desde atitudes simples, como oferecer copos feitos de material biodegradável, até as mais complexas, como descartar os resíduos produzidos por suas atividades de forma responsável, cada pequeno gesto importa”, ressalta o CEO da Pryor Global.

Por ser uma consultoria especializada na representação de empresas e investidores estrangeiros interessados em investir no Brasil, a Pryor Global tem se dedicado a disseminar a importância do ESG junto aos seus clientes, mostrando que sua adoção é importante para que se diferenciem da concorrência e construam sua reputação nacional.

Eduardo Todeschini, CEO da Pryor Global

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