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Burnout: o que você precisa saber

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Com os adventos da pandemia, muitos colaboradores ficaram sobrecarregados, pois tiveram de se adaptar. Muitas vezes deram aulas à distância, trabalharam em home office, resolveram novos problemas sanitários e, ainda, mantiveram o contato com clientes em alta.

Agregar tarefas a setores não preparados para tais condutas pode gerar a chamada Síndrome de Burnout.

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Para termos uma paridade maior e entendermos como isso funciona, imagine uma empresa que trabalhe com automação predial ou industrial e utilize, em seu maquinário, um purgador de vapor. A função do aparelho é pegar vapor condensado e levá-lo, de maneira limpa, para outro setor sem que haja vazamento.

Ao tentarmos acrescentar novas funções (não coerentes com as obrigações do material), erros podem surgir e a sobrecarga de atividades não regulares trará defeitos irreparáveis para o pulverizador.

Nesta analogia, o funcionário que recebe uma pressão maior do que é capaz de suprir, pode desenvolver o Burnout. Não ter uma gestão que cerque o funcionário com treinamentos e evolução pode levar ao mau atendimento de seus clientes. Consequentemente, estaremos diante do enfraquecimento nas vendas da marca.

Abaixo, veremos todas as atitudes que criam esta síndrome em seus colaboradores e como transformar o ambiente de trabalho em um local melhor e menos hostil.

O que é síndrome de Burnout?

Como deixamos bem claro acima, ela está diretamente ligada ao trabalho e os estresses gerados por:

  •         Tarefas mal direcionadas
  •         Acúmulo de serviço
  •         Rotina desgastante
  •         Cobranças mal realizadas

Os colaboradores tendem a ser ágeis em suas tarefas, isso cria satisfação e realização profissional. Porém, com as demandas mais exigentes de seus clientes e cobranças de líderes, desilusões e exaustão podem surgir.

É esse resultado negativo e estressante que culminará na síndrome de Burnout. Lembrando que a doença foi reconhecida, em 2002, até mesmo pelo ministério da saúde, que a qualificou como transtorno comportamental relacionado ao trabalho.

O líder atento não pode, por exemplo, exigir que o funcionário construa, sozinho, uma estrutura metálica para telhado. Ele tem de treinar a equipe com reuniões diárias ou semanais, saber para quem repassar a tarefa em questão e acompanhar e motivar a equipe.

Os setores profissionais propícios à síndrome de burnout (palavra em inglês para esgotado) são:

  1.       Jornalistas
  2.       Advogados
  3.       Programadores
  4.       Bombeiros
  5.       Oficiais de justiça
  6.       Executivos
  7.       Bancários
  8.       Psicólogos
  9.       Professores
  10.   Carcereiros

Todos os segmentos estão sujeitos a isso, novamente, cabe aos líderes gerirem bem seus times.

Como a síndrome é diagnosticada?

O diagnóstico do transtorno é essencialmente clínico, assim como diversos outros transtornos mentais.

Alguns sintomas visíveis são:

  •         Exaustão emocional
  •         Distanciamento afetivo
  •         Baixa concretização de projetos profissionais

Alguns métodos podem ser implementados pelo próprio funcionário para ‘arejar’ a mente, como:

  •         Criar um cronograma de tarefas executáveis – assim, ao riscar uma tarefa da lista, a sensação de satisfação é mais alta e estimula o contínuo avanço nas atividades do dia.
  •         Conversar sobre possíveis problemas relacionados a foco – ter um relacionamento profissional sincero com seu líder é a chave para um diagnóstico rápido.

Burnout traz diversos danos ao indivíduo, portanto, ao identificar um ou mais pontos acima citados, procure por ajuda ou converse com a chefia sobre as tarefas designadas.

Fazer isso pode ser o caminho ideal para a manutenção da sua saúde.

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Este conteúdo foi escrito pela equipe do Soluções Industriais.

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