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Sua Equipe Trabalha Com O Que Realmente Gosta Ou Caiu Na Empresa De Pára-quedas?

Quando você teve de escolher um curso na faculdade, escolheu por que era o que mais gostaria de fazer, ou o que poderia te dar mais futuro financeiro? Status da profissão, pressão da família ou sua escolha individual? Quando a empresa qual trabalha o chamou para uma entrevista, o que lhe chamou a atenção, a função ou o salário? Quando o despertador toca de manhã, você se levanta sem reclamar? Ou melhor, você trabalha no que gosta? 

De acordo com Alessandro Garcia (diretor da empresa RH Profiler) não adianta termos anos de experiência no currículo em certas áreas se nossas aptidões estão nos caminhos opostos. Podemos ser bons funcionários, podemos ser muito bem treinados, no entanto seremos os melhores, quando somos treinados a fazer o que gostamos.

Já conheci tantas pessoas que começaram uma faculdade a abandonaram no primeiro, segundo ou até penúltimo semestre, porque não se identificaram com o curso, quantos profissionais renomados que jogaram tudo para o alto e abandonaram seu elevado cargo com salário de dar inveja a muitos executivos para recomeçar em áreas completamente diferentes simplesmente para poderem se realizar profissionalmente.

Cada um tem seu perfil profissional e seus talentos individuais e quando trabalhamos dentro da área a qual nos identificamos mais, trabalhamos com prazer e este prazer em trabalhar se converte em compensação financeira e não o caminho inverso.

Questão de lógica, fazer o que gosta gera lucro, fazer o que não gosta gera obrigação.

Cinqüenta por cento do problema identificado está á cargo das empresas que não formulam o perfil á vaga e assim não sabe qual é o perfil ideal do candidato e os outros cinqüenta por cento é do candidato que procura emprego sem saber do que realmente gosta de fazer.

As empresas estão procurando no mercado o colaborador perfeito, aquele que sabe vender, planejar, que seja atento aos detalhes e saiba ensinar aos demais dá área o segredo do sucesso. Existe o funcionário perfeito? Não, existe aquele que preenche o maior número de requisitos necessários para cada cargo e assim, fica mais fácil de treiná-lo nos outros itens desta imensa lista.

As avaliações de perfil profissional baseados na metodologia DISC ( como o RH Profiler – www.rhpro.com.br) informam não só a área de conforto, a qual o candidato prefere trabalhar, mas também o que o estimula, desestimula, a equipe que prefere e até o ambiente para que o mesmo produza mais. 

Estes testes são ferramentas não só para seleção, mas também para o gerenciamento da equipe, indicação para treinamento, gestão por competências e critérios para demissão o que na atual crise, é indispensável para mantermos uma equipe coesa e produtiva. 

Medidas simples e baratas aumentam a participação da equipe, a interação com a empresa, a criatividade dos mesmos, e claro, o que toda empresa sempre quer, o famoso aumento na produção.

Mayra Ruas é Consultora em Soluções para RH

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