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Os tipos de discriminações sofridas por mulheres no mercado de trabalho

tipos de discriminações

*Por Carolina Martins

Não é novidade para ninguém que a presença de mulheres no mercado de trabalho ainda é um problema. Por mais que hoje possamos vê-las ocupando mais espaços e cargos de liderança, o preconceito, infelizmente, ainda está presente no processo cotidiano, assim como os tipos de discriminações estão, em muitos casos, ainda velados.

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Ser mulher é um desafio. É levantar todos os dias para encarar, seja no âmbito pessoal ou profissional, julgamentos, questionamentos e dúvidas em relação à capacidade de exercer qualquer atividade. Afinal, para muitos ainda é difícil enxergar que mulheres podem e devem fazer o que bem querem. Veja os tipos mais comuns sofridos por mulheres no mercado de trabalho.

Tipos de discriminações sofridas por mulheres

O sexismo e o assédio, por exemplo, são os tipos de discriminações mais comuns, usando como justificativa para os atos o fato da mulher ser mulher. Ou seja, homens, em sua maioria e em posição de privilégio, se aproveitam do gênero feminino para cometerem abusos, físicos, mentais ou morais, não importa em qual ambiente mulheres, adolescentes e meninas estejam ou como estejam.

Como se não fosse o suficiente, a violência doméstica também entra na lista, impedindo, na maioria das vezes, até o nosso direito de ir e vir, mesmo que seja o simples ato de sair para trabalhar.

Desta forma, o prejuízo torna-se não apenas emocional e físico, mas também financeiro. Por isso é tão importante o incentivo de campanhas de acolhimento dentro de empresas, bem como o debate em torno das discriminações sofridas. Falar sobre o assunto não é simplesmente conscientizar.

Claro que esta é uma etapa importante, mas nem todos estão abertos ao entendimento. É por essa razão que a proteção torna-se tão essencial quando você pode enxergar na sua “segunda casa”, já que muitas vezes passamos mais tempo no trabalho do que em casa, um lugar de amparo.

Fora fatores como esses, há ainda o preconceito etário e materno, como se a condição de ser mãe ou uma mulher mais velha pudesse afetar o seu desempenho ou capacidade na hora de exercer uma função. A necessidade materna de garantir o bem-estar de uma criança, assim como o envelhecimento, faz parte do crescimento de qualquer pessoa.

Sendo assim, quanto mais a companhia oferecer benefícios que permitam segurança e flexibilidade, mais são as chances da profissional de se sentir tranquila e estabilizada, com confiança para fazer suas atividades do dia a dia e sem medo de ser discriminada.

Felizmente, avançamos em muitas frentes, mas a luta não acabou. Acima de tudo, é preciso que a sociedade compreenda que, antes de sermos mulheres, somos seres humanos. Portanto, a desvalorização do gênero torna-se também uma desvalorização da humanidade como um todo. É por isso que estamos aqui, todos os dias, lutando pelo fim dos diversos tipos de discriminações que sofremos.

*Carolina Martins é Especialista em Recursos Humanos e Top Voice & Creator do LinkedIn

Sobre Carolina Martins

Caroline Martins é Especialista em Recursos Humanos, Headhunter, Recrutadora e Top Voice & Creator do LinkedIn. Formada em Psicologia pela Universidade de Taubaté, é pós-graduada em Comunicação em Redes Sociais pela FMU e traz em seu currículo quase 10 anos de experiência no setor de RH.

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