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Transição de Carreira: pesquisa revela quais as formações de profissionais que hoje atuam no mercado digital

transição de carreira

Passar por uma transição de carreira é cada vez mais comum para atuar no mercado de carreiras digitais. Recém lançado pela edtech Tera em parceria com a Mindminers, o relatório Digital Skills mostra que seis a cada 10 profissionais não começou sua carreira atuando na função que ocupa hoje.

A pesquisa traz dados e insights sobre o mercado das profissões digitais e recebeu respostas de mais de duas mil pessoas das áreas de Product Management (31%), UX Design (14,2%), Marketing Digital (16,5%), Dados (10,5%) e Desenvolvimento de Software (4,4%), além de profissionais desempregados ou que estão em transição de carreira para o mercado digital.

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Com dados sobre a formação e trajetória dos participantes, os resultados apontam que mudanças ao longo da carreira são comuns nessas áreas de atuação. Em relação a Produtos Digitais, 21% dos respondentes vêm da Engenharia e 20% da Administração.

No caso de Ciência de Dados, o histórico é em Engenharia (29%) e Administração (18%). As demais carreiras apresentaram formações correlatas à atuação: em UX Design, 50% declaram vir de formação em Design; os de Desenvolvimento de Software vieram da Ciência da Computação (57%) e aqueles de Marketing Digital, da Comunicação (60%).

pesquisa

 

A naturalização das transições não envolve apenas mudar de área, mas também a forma de se desenvolver para avançar neste mercado. Profissionais estão adotando novos formatos de ensino, mais rápidos e focados em competências que serão usadas no dia a dia da nova profissão.

Para 47% dos respondentes, a formação não veio apenas dos modelos tradicionais de ensino (graduação, MBA e outros), mas sim de bootcamps — formato de curso intensivo e curto.

As carreiras de Product Management e UX Design foram as que apresentaram mais profissionais com passagem por esse método de ensino — com, respectivamente, 29% e 27% de representatividade na alternativa.

Apesar disso, três em cada quatro de todos os profissionais estudados têm pelo menos o ensino superior completo (75,5%) — desses, mais da metade já concluiu ou iniciou uma pós-graduação —, o que demonstra a tendência de aprendizado contínuo no novo mercado.

Para Leandro Herrera, CEO e fundador da Tera, a pesquisa mostrou que movimentos de upskilling (quando um profissional busca aprimorar seus conhecimentos em áreas nas quais já está inserido) e reskilling (quando busca aprender novas habilidades de áreas diferentes da sua) já fazem parte da rotina de profissionais no mercado atual.

“Por vezes, de forma imperativa, como em casos de desemprego. Às vezes pelo desejo de aproveitar as oportunidades de um mercado efervescente. Eventualmente, para se adaptar à transformação digital que chega à empresa”, explica Herrera. “Estamos descobrindo que desenvolver novas habilidades não é uma opção, mas sim um fator decisivo para nossa permanência no mercado. A questão é se decidimos ver isso como um fardo ou com a leveza de quem estará em constante evolução”, completa.

O relatório completo traz um raio-x de carreiras do futuro, com informações baseadas nos dados de respondentes sobre salários, ferramentas usadas, habilidades técnicas e comportamentais, estratégias de desenvolvimento e funções do dia a dia de trabalho.

A intenção, além de mostrar o caminho que profissionais bem sucedidos tomaram, é apresentar o que pessoas em transição de carreira podem esperar da área e como podem desenvolver as skills que o mercado está pedindo.

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Veja também:

*Artigo enviado pela Dialetto

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