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Vendedor de sonhos vs. Líder bem sucedido

Os dogmas e ensinamentos modernos dos processos de coaching, alinhados a expectativa dos acionistas em formar máquinas de trabalhar, solucionadoras de problemas, com tomadas de decisões rápidas,e com foco no trabalho e resultado 24 horas do dia têm gerado grandes conflitos empresarias no século atual.
Como encontrar uma interseção entre um líder produtivo, como foco em resultado, proativo sem que ele perca a essência que está embutida em cada um de nós em “ser humano”.

Por trás de um grande líder existe um pai que não ver os filhos crescerem, um filho que só terá tempo de visitar seus pais no dia do funeral dos seus entes queridos, um amigo que necessita desenvolver relações humanas, conhecer novas culturas, trocar novas experiências, ou seja “ser humano”.
O livro Vendedor de Sonhos de Augusto Cury, nos ajuda a refletir um pouco sobre esses paradigmas que regem o mercado atual e que por necessidade humana sofrem mudanças impactantes nas suas estruturas e conceitos.
O interessante é que a própria evolução humana com as gerações X, Y, Z e agora a Alpha que surgiu a partir de 2010, nos mostra de forma clara que a preocupação com qualidade de vida, meio ambiente, sustentabilidade e responsabilidade social traça um norte, onde esse equilíbrio será essencial para que o planeta sobreviva nas próximas gerações.
O equilíbrio entre os conceitos capitalistas, a busca de rentabilidade, faturamento e dogmas humanos de qualidade, se chocam cada vez mais criando para o gestor de RH um desafio constante para tomada de decisões no momento de promover, desligar e até contratar o colaborador ideal.
Em todas as empresas que trabalho como consultor, vejo a dificuldade latente em conseguir trazer o colaborador ideal e manter a sua curva produtiva sempre crescente. Hoje vejo que cada vez mais esse problema não está nas pessoas selecionadas, e sim na dificuldade de encontrar internamento um modelo de pessoa saudável. Esse, deve agregar valor pela produtividade humana e não pelo modelo fictício criado desde a revolução industrial em 1840, que distanciou o ” SER HUMANO” da sua essência.
Portanto gestores. Viajou com seus entes queridos esse ano?

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