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Vida Doente

Estacionar na vida é como uma doença. Deve
ser encarado de forma séria e grave. É necessário a intervenção com um
tratamento eficaz. Pois além do doente sucumbir pela tristeza, contamina também
quem convive ao lado dele.
O princípio básico é entender que como seres humanos estamos sempre querendo
mais. Esta é a nossa maneira de ser. Não basta conseguir e parar, queremos
descobrir o que fazer, além do que já fomos capazes. É uma inquietação, um
avançar.
O que dominamos não empolga tanto. Por isso é profundamente natural este
apetite pela vida e pelas novidades, faz parte do processo de crescimento.
Quando por alguma razão somos obrigados a sufocar o impulso interior de ir
adiante, o preço que pagamos é a frustração.
Quem tem capacidade e talento, mas não tem apoio, corre o perigo de sentir-se
culpado pelos sonhos e projetos incríveis ,que não pode dar vazão.
Neste ponto nos aproximamos da rota de colisão. Colidimos ao sufocar nossos
sonhos.
A doença inicia silenciosamente no exato momento em que:
Dizemos não, querendo dizer sim.
Desistimos sem ao menos termos tentado.
Sabemos o que queremos, mas insistimos em não ver…
Escolhemos os sufocadores de sonhos para desabafar…
Acreditamos que emocionar-se é perder o controle sobre a vida…
E, que os pequenos acontecimentos, não alimentam mais a alma…
Para evitar uma epidemia, consideremos uma premissa básica e fácil de
equacionar: Somos únicos, criativos e capazes de realizar, portanto caso alguém
queira convencê-lo do contrário, este alguém pode ser você mesmo,
desconsidere e siga em frente… Estacionar na vida é ser prisioneiro da dor e
da frustração.

” Podemos ser doença
ou cura. A escolha é nossa “

Gilberto Wiese é Consultor de Empresas,
Conferencista, Empresário, Escritor, Agropecuarista.
Graduado em Administração de Empresas. Especialista em Motivação com formação
em Qualidade Total
www.gilbertowiesel.com.br


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