Saúde mental do trabalhador dá sinais de alerta em tempos de pandemia

Não é de hoje que se fala que a pandemia do novo coronavírus não afeta somente a saúde física das pessoas e mais especificamente dos trabalhadores. Um longo período de isolamento, questões que envolvem a sobrevivência familiar, demissões, cortes salariais, home office, “schooling”, afazeres, necessidade de novas aprendizagens, cargas horárias sem limites precisos e até o luto elevaram as consequências da Covid-19 a um novo patamar: das doenças mentais. O desafio é pensar em novas formas de se estar no mundo do trabalho hoje.

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Outubro Rosa: o cuidado com a saúde da mulher precisa ser pauta na gestão das empresas

O médico e gestor em saúde Ricardo Pacheco alerta sobre a importância da gestão da saúde da mulher nas empresas. Protagonismo que fica latente com a campanha Outubro Rosa que visa orientar e conscientizar a população quanto a importância de promover a prevenção ao câncer de mama. A medicina ocupacional cumpre muito bem esse papel, de acompanhar a trabalhadora na prevenção com conscientização, monitoramento, diagnóstico, encaminhamento e tratamento do câncer mais comum entre as mulheres, no Brasil e no mundo, que corresponde a cerca de 25% dos casos novos de câncer a cada ano. Esse percentual é de 29% entre as brasileiras.

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Precisamos falar de saúde mental na empresa

Problemas de saúde mental podem ter grandes consequências, pois envolve dor crônica, ansiedade, insônia, danos aos relacionamentos pessoais, falta de apetite ou interesse no autocuidado. Mas, os custos do sofrimento em silêncio vão muito além do indivíduo, impactam sua empresa caso você não trabalhe a saúde mental dos seus colaboradores.
Quando você define uma atitude saudável em relação ao bem-estar mental da sua empresa, essa atitude passa para a gerência, supervisores e toda a organização.

Mostre neste momento que a empresa trata a saúde mental de todos os funcionários como um ativo vital, e que por isso deve ser tratado com respeito por todos.

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