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16 set
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As manifestações de rua, que em junho surpreenderam o país, já c

As manifestações de rua, que em junho surpreenderam o país, já causaram forte impacto na política e na economia, e trarão consequências ainda mais importantes. O movimento de protestos populares está se enraizando como um novo e vigoroso fator na dinâmica da vida nacional. Seu escopo e fôlego precisam ser compreendidos pelas empresas, assim como as consequências, positivas e negativas, para o ambiente corporativo.

São diversos os impactos já havidos. As manifestações de junho levaram o Itaú Unibanco a rever para zero o crescimento do PIB no terceiro trimestre, segundo disse o seu economista-chefe, Ilan Goldfajn, no último Seminário InterNews. Goldfajn está prevendo taxa menor de crescimento em 2014 do que a de 2013, por conta da queda de confiança do consumidor e das restrições de política econômica geradas pelo novo movimento de protestos. Outros exemplos óbvios são as reduções das tarifas de ônibus em várias capitais e os novos focos de interesse e ritmo de trabalho do Congresso Nacional.

Os manifestantes protestam de forma inusitada contra inépcias do governo, sobretudo em relação à prestação de serviços públicos de qualidade condizentes aos impostos cobrados. Estas demandas podem postergar reajustes de preços públicos e, mais importante, inibir o raio de ação do governo para adotar medidas de ajuste. Na esfera política, a popularidade da presidente Dilma Rousseff e da maior parte dos políticos caiu vertiginosamente. Os cuidados e as prioridades em Brasília mudaram.

Mas é a própria dinâmica das manifestações que precisa ser analisada. Sustentado em novas tecnologias de comunicação, em novas formas de organização, em novas agendas políticas e em um novo “mosaico de múltiplas parcialidades”, é necessário conhecer o escopo e o fôlego deste movimento de rua.

Participe deste Seminário InterNews, que reúne renomados conferencistas, para melhor avaliar o potencial político e econômico do novo movimento de rua e as suas consequências para o ambiente corporativo.

Qual é o escopo e o fôlego do novo movimento de rua?

Qual será o seu impacto no jogo político brasileiro?

O que muda nas previsões de sucessão presidencial e de renovação do Congresso Nacional?

A qualidade dos gastos públicos e a reforma do Estado poderão voltar à agenda?

Respostas às novas demandas comprometerão reajustes de tarifas e a aplicabilidade da Lei de Responsabilidade Fiscal?

Conferencistas

Bolívar Lamounier

Diretor da Augurium Consultoria. Ph.D. em Ciência Política pela Universidade da Califórnia, Los Angeles. Foi membro da Comissão de Estudos Constitucionais (“Comissão Afonso Arinos”) para preparar o anteprojeto da Constituição.

André Singer

Mestre, doutor e livre-docente em Ciência Política pela USP. Foi porta-voz da Presidência da República (2003-2007). É professor associado do Departamento de Ciência Política da USP, coordenador do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania (Cenedic) e colunista da Folha de S. Paulo.

Paulo Kramer

Cientista político, com doutorado pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), e professor licenciado do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (Ipol/UnB)​

Bruno Torturra

Jornalista e idealizador, junto com Pablo Capilé, do coletivo jornalístico Mídia Ninja (sigla para Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação)

Participe deste Seminário InterNews para melhor nortear as suas decisões empresariais.

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Local

São Paulo / SP

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